Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007

A ILUSÃO DAS POSSES MATERIAIS

“Era um dia atribulado e de grandes realizações no campo profissional. Estava exausto, mas feliz, pois tinha garantido uma quantia considerável em dinheiro. Voltava para casa fazendo planos de como gastar. Eis que, nessa euforia, me distraí e não observei que avançava a sinalização. Inevitavelmente ocorreu o acidente fatal. Fiquei desacordado por algumas horas e quando despertei quis me comunicar, mas não consegui. Vi toda movimentação sem nada poder fazer. Comecei a entrar em pânico sem entender o que tinha acontecido.

Fui um desses homens voltados ao sentimento de posses. Tinha um intelecto bem desenvolvido e muitas oportunidades na vida material. Estudei, tinha uma vida estável, estava no auge de minha ascensão profissional. Era em que me ocupava. Religião, deixaria para a velhice. No entanto, desencarnei como vos relatei acima e sofri terrivelmente a falta do conhecimento desta mensagem. Sabia de sua existência, mas não a coloquei em minha vida por orgulho e vaidade, por isso tenho lamentado profundamente.

Fui neste atendido núcleo de bênçãos. Agradeço ao Pai e a todos os que aqui trabalham, no esforço de esclarecer os que, como eu, vivem na ilusão do perecível. Desejo que esta minha vinda aqui auxilie aqueles que ainda estão na ilusão de que o homem de bem é aquele que angaria bens terrenos. Não se escravizem pelo que fará serem grandes diante dos homens, mas pequenos diante do Pai. Voltem seus objetivos em viver para agradecer Àquele que nos dá todas as coisas. Aqui compreendi que fui ausente como pai e esposo, desculpando-me por estar provendo o conforto deles. Não se enganem irmãos. É necessário o conforto, mas não a preço tão caro. De que me serviu tudo isso? Agora sei que faria tudo diferente. Sei também que terei outras oportunidades.

Desejo que todos reflitam, que possam rever suas vidas, seus valores. Este irmãos incansáveis auxiliam em seus esforços para que o estudo da doutrina de Jesus dê os frutos que ela dá quando compreendida. Sejam unidos e esforcem-se para que, compreendendo as verdades divinas, possam retornar à pátria verdadeira como aquele que, de volta de uma viagem, traz em sua bagagem grandes valores. Que Jesus os abençoe e guarde”. – Um amigo

Espírito: Um irmão agradecido
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:56

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A ILUSÃO DAS POSSES MATERIAIS

“Era um dia atribulado e de grandes realizações no campo profissional. Estava exausto, mas feliz, pois tinha garantido uma quantia considerável em dinheiro. Voltava para casa fazendo planos de como gastar. Eis que, nessa euforia, me distraí e não observei que avançava a sinalização. Inevitavelmente ocorreu o acidente fatal. Fiquei desacordado por algumas horas e quando despertei quis me comunicar, mas não consegui. Vi toda movimentação sem nada poder fazer. Comecei a entrar em pânico sem entender o que tinha acontecido.

Fui um desses homens voltados ao sentimento de posses. Tinha um intelecto bem desenvolvido e muitas oportunidades na vida material. Estudei, tinha uma vida estável, estava no auge de minha ascensão profissional. Era em que me ocupava. Religião, deixaria para a velhice. No entanto, desencarnei como vos relatei acima e sofri terrivelmente a falta do conhecimento desta mensagem. Sabia de sua existência, mas não a coloquei em minha vida por orgulho e vaidade, por isso tenho lamentado profundamente.

Fui neste atendido núcleo de bênçãos. Agradeço ao Pai e a todos os que aqui trabalham, no esforço de esclarecer os que, como eu, vivem na ilusão do perecível. Desejo que esta minha vinda aqui auxilie aqueles que ainda estão na ilusão de que o homem de bem é aquele que angaria bens terrenos. Não se escravizem pelo que fará serem grandes diante dos homens, mas pequenos diante do Pai. Voltem seus objetivos em viver para agradecer Àquele que nos dá todas as coisas. Aqui compreendi que fui ausente como pai e esposo, desculpando-me por estar provendo o conforto deles. Não se enganem irmãos. É necessário o conforto, mas não a preço tão caro. De que me serviu tudo isso? Agora sei que faria tudo diferente. Sei também que terei outras oportunidades.

Desejo que todos reflitam, que possam rever suas vidas, seus valores. Este irmãos incansáveis auxiliam em seus esforços para que o estudo da doutrina de Jesus dê os frutos que ela dá quando compreendida. Sejam unidos e esforcem-se para que, compreendendo as verdades divinas, possam retornar à pátria verdadeira como aquele que, de volta de uma viagem, traz em sua bagagem grandes valores. Que Jesus os abençoe e guarde”. – Um amigo

Espírito: Um irmão agradecido
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:56

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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

A LEI DA VIDA


Ninguém se evade das conseqüências dos próprios atos. Estas são inevitáveis no processo evolutivo de todas criaturas.
Conforme seja a ação, desencadeia-se a reação. Por isto mesmo, o homem vive segundo age.
Nem sempre, porém, os resultados se fazem imediatos.
Há tempo para semear, quanto o existe para colher.
A trilha de cada criatura é percorrida com os pés do esforço pessoal.
Indispensável, portanto, pensar antes de agir, de modo a não se arrepender, ao raciocinar depois.
Produze, a cada momento, uma sementeira de amor, deixando pela estrada percorrida os sinais da esperança e do bem.
Talvez retornes pelo mesmo caminho, realizando uma nova experiência. E, se, por acaso, não volveres por aí, aqueles que o irão percorrer te bendirão o labor realizado.
Sê tu aquele que acende luzes na treva dominante.
A viagem evolutiva se faz assinalar pelas conquistas incessantes, que respondem pela promoção moral e espiritual do indivíduo.
Há quem se compraz na ignorância, porque o conhecimento lhe é estranho.
Teimam, muitos homens, pela permanência na arbitrariedade.
Pessoas agem, equivocadamente, no disfarce do oculto, acreditando-se dribladoras da honestidade, da correção, do dever.
Sorriem, enganadas, supondo-se livres do escândalo, ou, escamoteando a verdade, crêem-se indenes ao escárnio, à cobrança pelas suas vítimas.
Quiçá, permaneçam ignoradas pelos demais, as suas ações ignóbeis; nunca, no entanto, pela própria consciência, que reflete a presença de Deus em todos os indivíduos.
É até mesmo provável que o culpado não venha a ser acusado publicamente, e passe pela vida respeitado por todos.
Isso, todavia, não é importante.
Ele jamais fugirá de si mesmo, das suas recordações.
O tempo não pára, mas, os efeitos de cada um permanecem.
Um dia ressumam dos arquivos da memória os lances dos atos perpetrados. E, se por acaso se demoram anestesiadas, as lembranças, elas prosseguem vivas, aguardando o momento próprio.
De uma existência se transfere para outra, o somatório das experiências.
A reencarnação é lei natural da vida.
Através dela cada Espírito avança, conquistando, palmo a palmo, o campo do progresso pessoal.
Graças aos seus impositivos, o que parecia oculto faz-se revelado, o desconhecido torna-se público, o errado se faz corrigir.
Assim, não cesses de produzir no bem, com o bem e para o bem.
Se te enganas ou a alguém prejudicas, apressa-te para retificá-lo e reabilitar-te.
Com muita propriedade, afirma a lição evangélica, ensinando que “nada há de oculto, que não venha a ser revelado”.
Joanna de Angelis
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:32

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A LEI DA VIDA


Ninguém se evade das conseqüências dos próprios atos. Estas são inevitáveis no processo evolutivo de todas criaturas.
Conforme seja a ação, desencadeia-se a reação. Por isto mesmo, o homem vive segundo age.
Nem sempre, porém, os resultados se fazem imediatos.
Há tempo para semear, quanto o existe para colher.
A trilha de cada criatura é percorrida com os pés do esforço pessoal.
Indispensável, portanto, pensar antes de agir, de modo a não se arrepender, ao raciocinar depois.
Produze, a cada momento, uma sementeira de amor, deixando pela estrada percorrida os sinais da esperança e do bem.
Talvez retornes pelo mesmo caminho, realizando uma nova experiência. E, se, por acaso, não volveres por aí, aqueles que o irão percorrer te bendirão o labor realizado.
Sê tu aquele que acende luzes na treva dominante.
A viagem evolutiva se faz assinalar pelas conquistas incessantes, que respondem pela promoção moral e espiritual do indivíduo.
Há quem se compraz na ignorância, porque o conhecimento lhe é estranho.
Teimam, muitos homens, pela permanência na arbitrariedade.
Pessoas agem, equivocadamente, no disfarce do oculto, acreditando-se dribladoras da honestidade, da correção, do dever.
Sorriem, enganadas, supondo-se livres do escândalo, ou, escamoteando a verdade, crêem-se indenes ao escárnio, à cobrança pelas suas vítimas.
Quiçá, permaneçam ignoradas pelos demais, as suas ações ignóbeis; nunca, no entanto, pela própria consciência, que reflete a presença de Deus em todos os indivíduos.
É até mesmo provável que o culpado não venha a ser acusado publicamente, e passe pela vida respeitado por todos.
Isso, todavia, não é importante.
Ele jamais fugirá de si mesmo, das suas recordações.
O tempo não pára, mas, os efeitos de cada um permanecem.
Um dia ressumam dos arquivos da memória os lances dos atos perpetrados. E, se por acaso se demoram anestesiadas, as lembranças, elas prosseguem vivas, aguardando o momento próprio.
De uma existência se transfere para outra, o somatório das experiências.
A reencarnação é lei natural da vida.
Através dela cada Espírito avança, conquistando, palmo a palmo, o campo do progresso pessoal.
Graças aos seus impositivos, o que parecia oculto faz-se revelado, o desconhecido torna-se público, o errado se faz corrigir.
Assim, não cesses de produzir no bem, com o bem e para o bem.
Se te enganas ou a alguém prejudicas, apressa-te para retificá-lo e reabilitar-te.
Com muita propriedade, afirma a lição evangélica, ensinando que “nada há de oculto, que não venha a ser revelado”.
Joanna de Angelis
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:32

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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

D E U S

Joanna de Angelis
CONCEITO. - Toda e qualquer tentativa para elucidar a magna questão da Divindade redunda sempre inócua, senão infrutífera, traduzindo esse desejo a vã presunção humana, na incessante faina de tudo definir e entender.
Acostumado ao imediatismo da vida física e suas manifestações, o homem ambiciona tudo submeter ao capricho da sua lógica débil, para reduzir ã sua ínfima capacidade intelectual a estrutura causal do Universo, bem assim as fontes originárias do Criador.
Desde tempos imemoriais, a interpretação da Divindade tem recebido os mais preciosos investimentos intelectivos que se possam imaginar. Originariamente confundido com a Sua obra, mereceu temido pelos povos primitivos, que legaram às culturas posteriores a sedimentação supersticiosa das crendices em que fundamentavam o seu tributo de adoração, transitando mais tarde para a humanização da divindade mesma, eivada pelos sentimentos e paixões transferidos da própria mesquinhez do homem.
A medida, porém, que os conceitos éticos e filosóficos evoluíram, a compreensão da Sua natureza igualmente experimentou consideráveis alterações. Desde a manifestação feroz à dimensão transcendental, o conceito do Ser Supremo recebeu de pensadores e escolas de pensamento as mais diversas proposições, justificando ou negando-lhe a realidade.
Insuficientes todos os arremedos filosóficos e culturais, quanto científicos, posteriormente, para uma perfeita elucidação do tema, concluiu-se pela legitimidade da Sua existência, graças a quatro grupos de considerações capazes de demonstrá-lo de forma irretorquível e definitiva, a saber: a) cosmológicas, que o explicam como a causa única da Sua própria Causalidade, portanto real, sendo necessariamente possuidor das condições essenciais para preexistir antes da Criação e sobre existir ao sem-fim dos tempos e do Universo; b) ontológicas, que o apresentam perfeito em todos os Seus atributos e na própria essência, explicando, por isso mesmo, a Sua existência, que, não sendo real, não justificaria sequer a hipótese do conceito, deixando, então, de ser perfeito. Procedem tais argumentações desde Santo Anselmo, dos primeiros a formulá-Ias, enquanto que as de ordem cosmológica foram aplicadas inicialmente por Aristóteles, que O considerava o "Primeiro motor, o motor não movido, o Ato puro", consideração posteriormente reformulada por Santo Tomás de Aquino, que nela fundamentou a quase totalidade da Teologia Católica; c) teleológicas, mediante as quais o pensamento humano, penetrando na estrutura e ordem do Universo, não encontra outra resposta além daquela que procede da existência de um Criador. Ante a harmonia cósmica e a beleza, quanto à grandeza matemática e estrutural das galáxias e da vida, uma resultante única surge: tal efeito procede de uma Causa perfeita e harmônica, sábia e infinita; d) morais, defendidas por Emmanuel Kant, inimigo acérrimo das demais, que, no entanto, eram apoiadas por Spinoza, Bossuet, Descartes e outros gênios da fé e da razão. Deus está presente no homem, mediante a sua responsabilidade moral e a sua própria liberdade, que lhe conferem títulos positivos e negativos, conforme o uso que delas faça, do que decorrem as linhas mestras do dever e da autoridade. Essa presença na inteligência humana, intuitiva, persistente, universal, faz que todos os homens de responsabilidade moral sejam conscientemente responsáveis, atestando, assim, inequivocamente, a realidade de um Legislador Absoluto, Suprema Razão da Vida.
Olhai o firmamento e vede a Obra das Suas mãos proclama o Salmista Davi, no Canto 19, verso primei ro, conduzindo a mente humana à interpretação te teológica, cosmológica e cosmogônica, para entendei Deus.
Examina a estrutura de uma molécula e o seu finalismo, especialmente diante do ADN, do ARN de recente investigação pela ciência, que somente a pouco e pouco penetra na essência constitutiva da forma, na vida animal, e a própria indagação responde silogisticamente, de maneira a conduzir o inquiridor à causa essencial de tudo: Deus!
Outros grupos de estudiosos classificam os múltiplos argumentos em ordens diferentes: metafísicos, morais, históricos e físicos, abrangendo toda a gama do existente e do concebível.
DESENVOLVIMENTO. - Diversas escolas filosóficas do século passado desejaram padronizar as determinações divinas e a própria Divindade em linhas de fácil assimilação, na pretensão de limitarem o Ilimitado. Outras correntes de pesquisadores aferrados a cruento materialismo, na condição de herdeiros diretos do Atomismo greco-romano do pretérito, descendentes, a seu turno, de Lord Bacon, como dos sensualistas e cépticos dos séculos XVIII e XIX, zombando da fé ingênua e primitiva, escravizada nos dogmas ultramontanos dos religiosos do passado, tentaram aniquilar histórica e emocionalmente a existência de Deus, por incompatível com a razão, conforme apregoavam, mediante sistemas sofistas e conclusões cientificas apressadas, como se a própria razão não fosse perfeitamente confluente com o sentimento de fé, inato em todo homem, conforme o demonstram os multifários períodos da História.
Sócrates já nominava Deus como "a razão perfeita", enquanto Platão O designava por "Idéia do Bem".
O neoplatonismo, com Plotino, propôs o renascimento do Panteísmo, fazendo "Deus, o Uno Supremo", que reviverá em Spinoza, não obstante algumas discussões na forma de Monismo, que supera na época o Dualismo cartesiano. O monismo recebe entusiástico apoio de Fichte, Hegel, Schelling e outros, enquanto larga faixa de pensadores e místicos religiosos empenhava-se na sobrevivência do Dualismo.
Mais de uma vez alardeou-se que "Deus havia morrido", proclamando-se a desnecessidade tanto da fé como da Sua Paternidade, para imediatamente, reiteradas vezes, com a mesma precipitação, voltarem esses negadores a aceitar a Sua realidade. '
A personagem concebida por Nietszche, que sai à rua difundindo haver "matado Deus", chamando a atenção dos passantes, após o primeiro choque produzido nos círculos literários e intelectuais do mundo, no passado, estimulou outras mentes à negação sistemática. Fenômeno idêntico acontecera no século anterior, quando os convencionais franceses, supondo destruir Deus, expulsaram os religiosos de Paris e posteriormente de todo o país, entronizando a jovem Candeille, atormentada bailarina da ópera, como a Deusa Razão, que deveria dirigir os destinos do Pensamento intelectual de então, ante Robespierre e outros, em Notre Dame. Logo, porém, depois de múltiplas vicissitudes, o curto período da Razão fez que Deus retornasse à França, e muitos dos Seus opositores a Ele se renderam, declarando haver voltado ao Seu regaço, cabisbaixos, arrependidos, melancólicos. Deus vencia, mais uma vez, a prosápia utopista da ignorância humana!
Repetida a experiência no último quartel do "século das luzes", tornou a ser exilado da Filosofia e da Ciência por uns e reconduzido galhardamente por outros expoentes culturais da Humanidade.
Novamente, ante o passo avançado da Tecnologia moderna, através da multiplicidade das ciências atuais, pretende-se um Cristianismo sem Deus, uma Teologia não teísta, fundamentada em cogitações apressadas, que pretendem levar o homem à "busca das suas origens", como que desejando reconduzi-lo à fuma, ao invés de situá-lo na Natureza, mantê-lo selvagem por incapacidade de fazê-lo sublime.
Tal fenômeno reflete a acelerada decadência histórica e moral das velhas instituições, na Terra de hoje, inaugurando uma Nova Era...
As construções sociais e econômicas em falência as arquiteturas religiosas em soçôbro, as aferições dos valores psicológicos e psicotécnicos negativamente surpreendentes, o descrédito Inspirado pelos dominadores, em si mesmo dominados, pelos vencedores lamentavelmente vencidos pela inferioridade das paixões em que se consomem, precipitaram o agoniado espírito humano na "busca do nada", das formas primeiras, rompendo com tudo, como se fora possível abandonar a herança divina inata inapelavelmente em todas as criaturas, para esquecer, apagar, confundir a inteligência com os impulsos dos instintos e retornar às experiências primeiras da forma, quando estava em articulação...
Concomitantemente, porém, surgem figurações morais, espirituais, místicas e científicas, sofrendo os embates que a dúvida e o cepticismo Impõem, resistindo, todavia, estóicamente, na afirmação da existência de Deus, apoiadas pela Filosofia e ética espíritas, que são as novas matrizes da Religião do Amor, pregada e vivida por Nosso Senhor Jesus Cristo.
CONCLUSÃO. - "Deus é Amor", afirmava João.
"Meu Pai", dizia reiteradamente Jesus, conceituando-o da forma mais vigorosa e perfeita que se possa imaginar.
E Allan Kardec, mergulhando as nobres inquirições filosóficas nas fontes sublimes da Espiritualidade Superior, recolheu, através dos Imortais, que "Deus é a Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas", em admirável síntese, das mais felizes, completando a argumentação com a asserção de que o homem deve estudar "as próprias imperfeições a fim de libertar-se delas, o que será mais útil do que pretender penetrar no que é impenetrável", concordante com o ensino do Cristo, em João: "Deus é Espírito, e importa que os que O adoram, O adorem em espírito e verdade".
Revista Reformador – Agosto de 1971.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 11:16

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D E U S

Joanna de Angelis
CONCEITO. - Toda e qualquer tentativa para elucidar a magna questão da Divindade redunda sempre inócua, senão infrutífera, traduzindo esse desejo a vã presunção humana, na incessante faina de tudo definir e entender.
Acostumado ao imediatismo da vida física e suas manifestações, o homem ambiciona tudo submeter ao capricho da sua lógica débil, para reduzir ã sua ínfima capacidade intelectual a estrutura causal do Universo, bem assim as fontes originárias do Criador.
Desde tempos imemoriais, a interpretação da Divindade tem recebido os mais preciosos investimentos intelectivos que se possam imaginar. Originariamente confundido com a Sua obra, mereceu temido pelos povos primitivos, que legaram às culturas posteriores a sedimentação supersticiosa das crendices em que fundamentavam o seu tributo de adoração, transitando mais tarde para a humanização da divindade mesma, eivada pelos sentimentos e paixões transferidos da própria mesquinhez do homem.
A medida, porém, que os conceitos éticos e filosóficos evoluíram, a compreensão da Sua natureza igualmente experimentou consideráveis alterações. Desde a manifestação feroz à dimensão transcendental, o conceito do Ser Supremo recebeu de pensadores e escolas de pensamento as mais diversas proposições, justificando ou negando-lhe a realidade.
Insuficientes todos os arremedos filosóficos e culturais, quanto científicos, posteriormente, para uma perfeita elucidação do tema, concluiu-se pela legitimidade da Sua existência, graças a quatro grupos de considerações capazes de demonstrá-lo de forma irretorquível e definitiva, a saber: a) cosmológicas, que o explicam como a causa única da Sua própria Causalidade, portanto real, sendo necessariamente possuidor das condições essenciais para preexistir antes da Criação e sobre existir ao sem-fim dos tempos e do Universo; b) ontológicas, que o apresentam perfeito em todos os Seus atributos e na própria essência, explicando, por isso mesmo, a Sua existência, que, não sendo real, não justificaria sequer a hipótese do conceito, deixando, então, de ser perfeito. Procedem tais argumentações desde Santo Anselmo, dos primeiros a formulá-Ias, enquanto que as de ordem cosmológica foram aplicadas inicialmente por Aristóteles, que O considerava o "Primeiro motor, o motor não movido, o Ato puro", consideração posteriormente reformulada por Santo Tomás de Aquino, que nela fundamentou a quase totalidade da Teologia Católica; c) teleológicas, mediante as quais o pensamento humano, penetrando na estrutura e ordem do Universo, não encontra outra resposta além daquela que procede da existência de um Criador. Ante a harmonia cósmica e a beleza, quanto à grandeza matemática e estrutural das galáxias e da vida, uma resultante única surge: tal efeito procede de uma Causa perfeita e harmônica, sábia e infinita; d) morais, defendidas por Emmanuel Kant, inimigo acérrimo das demais, que, no entanto, eram apoiadas por Spinoza, Bossuet, Descartes e outros gênios da fé e da razão. Deus está presente no homem, mediante a sua responsabilidade moral e a sua própria liberdade, que lhe conferem títulos positivos e negativos, conforme o uso que delas faça, do que decorrem as linhas mestras do dever e da autoridade. Essa presença na inteligência humana, intuitiva, persistente, universal, faz que todos os homens de responsabilidade moral sejam conscientemente responsáveis, atestando, assim, inequivocamente, a realidade de um Legislador Absoluto, Suprema Razão da Vida.
Olhai o firmamento e vede a Obra das Suas mãos proclama o Salmista Davi, no Canto 19, verso primei ro, conduzindo a mente humana à interpretação te teológica, cosmológica e cosmogônica, para entendei Deus.
Examina a estrutura de uma molécula e o seu finalismo, especialmente diante do ADN, do ARN de recente investigação pela ciência, que somente a pouco e pouco penetra na essência constitutiva da forma, na vida animal, e a própria indagação responde silogisticamente, de maneira a conduzir o inquiridor à causa essencial de tudo: Deus!
Outros grupos de estudiosos classificam os múltiplos argumentos em ordens diferentes: metafísicos, morais, históricos e físicos, abrangendo toda a gama do existente e do concebível.
DESENVOLVIMENTO. - Diversas escolas filosóficas do século passado desejaram padronizar as determinações divinas e a própria Divindade em linhas de fácil assimilação, na pretensão de limitarem o Ilimitado. Outras correntes de pesquisadores aferrados a cruento materialismo, na condição de herdeiros diretos do Atomismo greco-romano do pretérito, descendentes, a seu turno, de Lord Bacon, como dos sensualistas e cépticos dos séculos XVIII e XIX, zombando da fé ingênua e primitiva, escravizada nos dogmas ultramontanos dos religiosos do passado, tentaram aniquilar histórica e emocionalmente a existência de Deus, por incompatível com a razão, conforme apregoavam, mediante sistemas sofistas e conclusões cientificas apressadas, como se a própria razão não fosse perfeitamente confluente com o sentimento de fé, inato em todo homem, conforme o demonstram os multifários períodos da História.
Sócrates já nominava Deus como "a razão perfeita", enquanto Platão O designava por "Idéia do Bem".
O neoplatonismo, com Plotino, propôs o renascimento do Panteísmo, fazendo "Deus, o Uno Supremo", que reviverá em Spinoza, não obstante algumas discussões na forma de Monismo, que supera na época o Dualismo cartesiano. O monismo recebe entusiástico apoio de Fichte, Hegel, Schelling e outros, enquanto larga faixa de pensadores e místicos religiosos empenhava-se na sobrevivência do Dualismo.
Mais de uma vez alardeou-se que "Deus havia morrido", proclamando-se a desnecessidade tanto da fé como da Sua Paternidade, para imediatamente, reiteradas vezes, com a mesma precipitação, voltarem esses negadores a aceitar a Sua realidade. '
A personagem concebida por Nietszche, que sai à rua difundindo haver "matado Deus", chamando a atenção dos passantes, após o primeiro choque produzido nos círculos literários e intelectuais do mundo, no passado, estimulou outras mentes à negação sistemática. Fenômeno idêntico acontecera no século anterior, quando os convencionais franceses, supondo destruir Deus, expulsaram os religiosos de Paris e posteriormente de todo o país, entronizando a jovem Candeille, atormentada bailarina da ópera, como a Deusa Razão, que deveria dirigir os destinos do Pensamento intelectual de então, ante Robespierre e outros, em Notre Dame. Logo, porém, depois de múltiplas vicissitudes, o curto período da Razão fez que Deus retornasse à França, e muitos dos Seus opositores a Ele se renderam, declarando haver voltado ao Seu regaço, cabisbaixos, arrependidos, melancólicos. Deus vencia, mais uma vez, a prosápia utopista da ignorância humana!
Repetida a experiência no último quartel do "século das luzes", tornou a ser exilado da Filosofia e da Ciência por uns e reconduzido galhardamente por outros expoentes culturais da Humanidade.
Novamente, ante o passo avançado da Tecnologia moderna, através da multiplicidade das ciências atuais, pretende-se um Cristianismo sem Deus, uma Teologia não teísta, fundamentada em cogitações apressadas, que pretendem levar o homem à "busca das suas origens", como que desejando reconduzi-lo à fuma, ao invés de situá-lo na Natureza, mantê-lo selvagem por incapacidade de fazê-lo sublime.
Tal fenômeno reflete a acelerada decadência histórica e moral das velhas instituições, na Terra de hoje, inaugurando uma Nova Era...
As construções sociais e econômicas em falência as arquiteturas religiosas em soçôbro, as aferições dos valores psicológicos e psicotécnicos negativamente surpreendentes, o descrédito Inspirado pelos dominadores, em si mesmo dominados, pelos vencedores lamentavelmente vencidos pela inferioridade das paixões em que se consomem, precipitaram o agoniado espírito humano na "busca do nada", das formas primeiras, rompendo com tudo, como se fora possível abandonar a herança divina inata inapelavelmente em todas as criaturas, para esquecer, apagar, confundir a inteligência com os impulsos dos instintos e retornar às experiências primeiras da forma, quando estava em articulação...
Concomitantemente, porém, surgem figurações morais, espirituais, místicas e científicas, sofrendo os embates que a dúvida e o cepticismo Impõem, resistindo, todavia, estóicamente, na afirmação da existência de Deus, apoiadas pela Filosofia e ética espíritas, que são as novas matrizes da Religião do Amor, pregada e vivida por Nosso Senhor Jesus Cristo.
CONCLUSÃO. - "Deus é Amor", afirmava João.
"Meu Pai", dizia reiteradamente Jesus, conceituando-o da forma mais vigorosa e perfeita que se possa imaginar.
E Allan Kardec, mergulhando as nobres inquirições filosóficas nas fontes sublimes da Espiritualidade Superior, recolheu, através dos Imortais, que "Deus é a Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas", em admirável síntese, das mais felizes, completando a argumentação com a asserção de que o homem deve estudar "as próprias imperfeições a fim de libertar-se delas, o que será mais útil do que pretender penetrar no que é impenetrável", concordante com o ensino do Cristo, em João: "Deus é Espírito, e importa que os que O adoram, O adorem em espírito e verdade".
Revista Reformador – Agosto de 1971.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 11:16

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Sábado, 27 de Janeiro de 2007

JULGAMENTOS PRECIPITADOS

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco...
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
– Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!
O velho disse:
– Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?
As pessoas riram do velho. Elas sempre souberam que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
– Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção.
O velho disse:
– Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta... Quem poderá saber se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Se você lê uma única palavra de uma sentença, como poderá julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo...
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram:
– Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca.
O velho disse:
– Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos; mais que isso, nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.
Elas vieram até o velho e disseram:
– Você tinha razão, velho. Aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
O velho disse:
– Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e nele crescer... Somente eles são capazes de caminhar com Deus.
Na próxima vez que você for tirar alguma conclusão apressada sobre um assunto ou sobre uma pessoa, lembre-se desta mensagem!
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 10:49

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JULGAMENTOS PRECIPITADOS

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco...
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
– Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!
O velho disse:
– Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?
As pessoas riram do velho. Elas sempre souberam que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
– Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção.
O velho disse:
– Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta... Quem poderá saber se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Se você lê uma única palavra de uma sentença, como poderá julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo...
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram:
– Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca.
O velho disse:
– Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos; mais que isso, nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.
Elas vieram até o velho e disseram:
– Você tinha razão, velho. Aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
O velho disse:
– Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e nele crescer... Somente eles são capazes de caminhar com Deus.
Na próxima vez que você for tirar alguma conclusão apressada sobre um assunto ou sobre uma pessoa, lembre-se desta mensagem!
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 10:49

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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

PRECE A SANTA JOANA DÁRC

Santa Joana D’Arc, meu modelo e meu Guia.
Venho à sua presença pedir-lhe auxilio e coragem.
Com a mais profunda fé, com todas as forças do meu coração,
Quando tudo corre mal, como agora acontece,
E meu caminho só dificuldades e subida me oferece,
Quando tenho pouco e muito que pagar,
Quando preciso sorrir mas tenho vontade de chorar,
Quando a dor se torna insuportável e,
Quase não tenho mais forças para resistir,
Permita que eu possa descansar, mas que eu não desista.
Lembre-se que atrás das sombras da dúvida geralmente,
Vem o triunfo e não o fracasso de que tenho tanto medo.
Dai-me sabedoria bastante para sentir que deve estar bem perto
O bem que tanto desejo e que julgo tão distante.
Dai-me animo para lutar por mais que tenha de lutar
Para não cair quando tudo está ainda pior.
Devo insistir sem fraqueza, devo insistir sempre até vencer.
A vós Santa Joana D’Arc, agradeço a assistência que está me dando.
Desejo de toda a minha alma pela minha submissão aos vossos conselhos
Merecer a sua proteção em todos os momentos bons e maus de minha vida
Amém.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:49

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PRECE A SANTA JOANA DÁRC

Santa Joana D’Arc, meu modelo e meu Guia.
Venho à sua presença pedir-lhe auxilio e coragem.
Com a mais profunda fé, com todas as forças do meu coração,
Quando tudo corre mal, como agora acontece,
E meu caminho só dificuldades e subida me oferece,
Quando tenho pouco e muito que pagar,
Quando preciso sorrir mas tenho vontade de chorar,
Quando a dor se torna insuportável e,
Quase não tenho mais forças para resistir,
Permita que eu possa descansar, mas que eu não desista.
Lembre-se que atrás das sombras da dúvida geralmente,
Vem o triunfo e não o fracasso de que tenho tanto medo.
Dai-me sabedoria bastante para sentir que deve estar bem perto
O bem que tanto desejo e que julgo tão distante.
Dai-me animo para lutar por mais que tenha de lutar
Para não cair quando tudo está ainda pior.
Devo insistir sem fraqueza, devo insistir sempre até vencer.
A vós Santa Joana D’Arc, agradeço a assistência que está me dando.
Desejo de toda a minha alma pela minha submissão aos vossos conselhos
Merecer a sua proteção em todos os momentos bons e maus de minha vida
Amém.
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