Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

SE AMANHÃ NÃO VIER ...

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, Eu aconchegaria você mais apertado, e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, Eu abraçaria, beijaria você, e chamaria você de volta, Para abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração, Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: "EU TE AMO", ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar: "Bem, eu tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia". É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão e nós teremos uma Segunda chance para fazer as coisas da maneira correta. É claro que haverá um outro dia para dizermos um ao outro: "EU TE AMO",
E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: "Posso te ajudar em alguma coisa?", mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOCÊ, E espero que nunca nos esqueçamos disso. O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho, E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a pessoa que você ama.
Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida por não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.
Então, abrace o seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Susurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o(a) ama e o quanto o(a) quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer: "Me desculpe", "Por favor, me perdoe", "Obrigado", ou ainda: "Não foi nada, está tudo bem".
Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.
Autor Anônimo
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:19

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SE AMANHÃ NÃO VIER ...

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, Eu aconchegaria você mais apertado, e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, Eu abraçaria, beijaria você, e chamaria você de volta, Para abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração, Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: "EU TE AMO", ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar: "Bem, eu tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia". É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão e nós teremos uma Segunda chance para fazer as coisas da maneira correta. É claro que haverá um outro dia para dizermos um ao outro: "EU TE AMO",
E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: "Posso te ajudar em alguma coisa?", mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOCÊ, E espero que nunca nos esqueçamos disso. O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho, E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a pessoa que você ama.
Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida por não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.
Então, abrace o seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Susurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o(a) ama e o quanto o(a) quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer: "Me desculpe", "Por favor, me perdoe", "Obrigado", ou ainda: "Não foi nada, está tudo bem".
Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.
Autor Anônimo
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:19

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Sábado, 24 de Fevereiro de 2007

DESESPERO, REVOLTA, POR QUE?

MAURO PAIVA FONSECA

O desespero e a revolta são estados temporários de insensatez, que toldam a razão e obscurecem o raciocínio; e o que é ainda mais importante: jamais oferecem soluções para erradicar as causas originadoras desses estados.
A exacerbação desses dois sentimentos poderá atingir seu clímax, com o estado colérico, precursor de conseqüências graves e imprevisíveis, ou da depressão profunda, que incapacita a criatura para a reação libertadora.
A fim de superar tais situações, indispensável buscar, através do raciocínio, os conhecimentos sobre as origens dos acontecimentos da vida. Para isso, necessário considerar, previamente, que o acaso não existe! Que a todos acontecimentos presidem razões lógicas e justas. Que Deus, infinito amor, bondade e justiça, nenhum interesse tem em punir, castigar ou fazer sofrer suas criaturas; Ele
preside o curso da vida no Universo através de leis perfeitas, invariáveis e automáticas.
A lógica e justiça imprimidas aos acontecimentos da existência não poderão, evidentemente, estar circunscritas ao âmbito de uma única existência da alma.
Dentre as leis que presidem a vida, destaca-se, como mais diretamente ligada ao nosso assunto, a Lei de Causa e Efeito, segundo a qual toda causa gera um efeito que lhe é correspondente, determinando que da natureza da causa dependa a natureza do efeito.
É com base nesse conceito que Jesus adverte: “A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.” Ninguém que plantou urtiga poderá colher rosas!
Este raciocínio mostra que cada um é o arquiteto do próprio destino, construindo com o livre-arbítrio dos pensamentos, palavras e atos a liberdade dos justos, ou o cativeiro dos devedores, a calma dos pacíficos, ou a angústia dos aflitos, a treva, ou a luz para iluminar o próprio caminho.
O desesperado e o revoltado não percebem este fato, e invariavelmente buscam um responsável, culpando tudo e todos por sua desventura. Porém, se examinassem com isenção de ânimo a situação que os infelicita, perceberiam que “não paga o justo pelo pecador”, por isso ninguém será obrigado a pagar o que não deva, e que os seus sofrimentos são causados pelo mau uso que hajam feito da liberdade concedida pelo Criador às suas criaturas.
O que acontece, via de regra, é que, habituado ao menor esforço, o homem busca, à sua volta, os recursos que o possam livrar do confronto com as suas privações, com a própria consciência, negligenciando a imperiosa necessidade dos esforços que deverá envidar por sua libertação espiritual.
Sendo o pensamento a matriz dos atos da vida, deverá estar sempre sob permanentes e intensos cuidados, pois vivemos imersos num oceano de energias resultantes dos pensamentos dos que nos cercam, com os quais poderemos nos sintonizar, atraindo-os, e, dependendo da sua natureza, sofrendo--lhes as influências, boas ou más.
Claro está que ninguém deverá acomodar-se no conformismo inerte, pois a encarnação será sempre uma nova oportunidade de luta, de trabalho renovador, de esperanças futuras, que jamais deverão ser desprezadas, ou substituídas pelo desespero e pela revolta, que nada realizam, nada constroem, e apenas retardam o progresso, ceifando a paz e a serenidade na vida dos homens.
Desespero e revolta são, assim, graves desrespeitos à suprema justiça e infinita bondade de Deus, que cria a todos livres para fazerem dessa liberdade o uso que lhes aprouver, determinando, todavia, que a cada um será concedida a quota de felicidade proporcional aos esforços empregados no rumo da própria evolução:
“A cada um, conforme suas obras.”
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:41

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DESESPERO, REVOLTA, POR QUE?

MAURO PAIVA FONSECA

O desespero e a revolta são estados temporários de insensatez, que toldam a razão e obscurecem o raciocínio; e o que é ainda mais importante: jamais oferecem soluções para erradicar as causas originadoras desses estados.
A exacerbação desses dois sentimentos poderá atingir seu clímax, com o estado colérico, precursor de conseqüências graves e imprevisíveis, ou da depressão profunda, que incapacita a criatura para a reação libertadora.
A fim de superar tais situações, indispensável buscar, através do raciocínio, os conhecimentos sobre as origens dos acontecimentos da vida. Para isso, necessário considerar, previamente, que o acaso não existe! Que a todos acontecimentos presidem razões lógicas e justas. Que Deus, infinito amor, bondade e justiça, nenhum interesse tem em punir, castigar ou fazer sofrer suas criaturas; Ele
preside o curso da vida no Universo através de leis perfeitas, invariáveis e automáticas.
A lógica e justiça imprimidas aos acontecimentos da existência não poderão, evidentemente, estar circunscritas ao âmbito de uma única existência da alma.
Dentre as leis que presidem a vida, destaca-se, como mais diretamente ligada ao nosso assunto, a Lei de Causa e Efeito, segundo a qual toda causa gera um efeito que lhe é correspondente, determinando que da natureza da causa dependa a natureza do efeito.
É com base nesse conceito que Jesus adverte: “A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.” Ninguém que plantou urtiga poderá colher rosas!
Este raciocínio mostra que cada um é o arquiteto do próprio destino, construindo com o livre-arbítrio dos pensamentos, palavras e atos a liberdade dos justos, ou o cativeiro dos devedores, a calma dos pacíficos, ou a angústia dos aflitos, a treva, ou a luz para iluminar o próprio caminho.
O desesperado e o revoltado não percebem este fato, e invariavelmente buscam um responsável, culpando tudo e todos por sua desventura. Porém, se examinassem com isenção de ânimo a situação que os infelicita, perceberiam que “não paga o justo pelo pecador”, por isso ninguém será obrigado a pagar o que não deva, e que os seus sofrimentos são causados pelo mau uso que hajam feito da liberdade concedida pelo Criador às suas criaturas.
O que acontece, via de regra, é que, habituado ao menor esforço, o homem busca, à sua volta, os recursos que o possam livrar do confronto com as suas privações, com a própria consciência, negligenciando a imperiosa necessidade dos esforços que deverá envidar por sua libertação espiritual.
Sendo o pensamento a matriz dos atos da vida, deverá estar sempre sob permanentes e intensos cuidados, pois vivemos imersos num oceano de energias resultantes dos pensamentos dos que nos cercam, com os quais poderemos nos sintonizar, atraindo-os, e, dependendo da sua natureza, sofrendo--lhes as influências, boas ou más.
Claro está que ninguém deverá acomodar-se no conformismo inerte, pois a encarnação será sempre uma nova oportunidade de luta, de trabalho renovador, de esperanças futuras, que jamais deverão ser desprezadas, ou substituídas pelo desespero e pela revolta, que nada realizam, nada constroem, e apenas retardam o progresso, ceifando a paz e a serenidade na vida dos homens.
Desespero e revolta são, assim, graves desrespeitos à suprema justiça e infinita bondade de Deus, que cria a todos livres para fazerem dessa liberdade o uso que lhes aprouver, determinando, todavia, que a cada um será concedida a quota de felicidade proporcional aos esforços empregados no rumo da própria evolução:
“A cada um, conforme suas obras.”
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:41

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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

ALÉM DA VIDA

O que nos espera depois da morte física? Esta é uma pergunta que muitos se fazem. ante o desconhecimento do que os aguarda, alimentam o terror da morte.
Pessoas há que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso não impede que a morte chegue.
O medo de morrer está muito em função do desconhecimento de que para além da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.
Embora alguns ainda duvidem, é uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com residência na Escola de Medicina da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, possui larga experiência sobre o assunto.
Com vários livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram experiências de quase morte.
Isto é, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele período.
Embora alguns tratem tais relatos como alucinação, não se pode conceber que ao retornarem ao corpo, após a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situações, quase sempre confirmados.
Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crianças que sofreram morte aparente.
Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experiências de sua vida e crenças religiosas, as crianças não estão profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experiência adquire um certo frescor.
É o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabeça. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. Durante esse tempo, o médico não sabia se ela iria morrer ou viver.
A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a dálias enormes.
Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presença.
Foi uma sensação deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.
O ser então lhe disse: você vai voltar. E ela respondeu: sim.
Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: porque minha mãe precisa de mim.
Depois disso, sentiu-se descendo por um túnel. Acordou na cama, levantou-se e disse: oi, mamãe.
Essa é uma boa evidência de que há vida depois da morte.
Prosseguiremos a viver sim, porque o espírito é imortal e haverá de retornar, muitas vezes ainda, ao cenário da Terra, até sua completa depuração.

Você sabia?

Você sabia que, quando as crianças relatam suas experiências de quase morte, constata-se que um número surpreendente delas se vêem em corpos espirituais adultos?
Tal fato está levando expoentes da psiquiatria, da psicologia e da psicanálise à conclusão de que o homem não é um ser físico, vivendo experiências espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo físico.
É a ciência levando o homem a reconhecer as verdades já propaladas desde a remota Antigüidade e vulgarizadas pelo Cristo.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. 3 do livro A luz do além, de Raymond Moody, Jr., Ed. Nórdica.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:19

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ALÉM DA VIDA

O que nos espera depois da morte física? Esta é uma pergunta que muitos se fazem. ante o desconhecimento do que os aguarda, alimentam o terror da morte.
Pessoas há que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso não impede que a morte chegue.
O medo de morrer está muito em função do desconhecimento de que para além da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.
Embora alguns ainda duvidem, é uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com residência na Escola de Medicina da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, possui larga experiência sobre o assunto.
Com vários livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram experiências de quase morte.
Isto é, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele período.
Embora alguns tratem tais relatos como alucinação, não se pode conceber que ao retornarem ao corpo, após a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situações, quase sempre confirmados.
Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crianças que sofreram morte aparente.
Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experiências de sua vida e crenças religiosas, as crianças não estão profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experiência adquire um certo frescor.
É o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabeça. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. Durante esse tempo, o médico não sabia se ela iria morrer ou viver.
A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a dálias enormes.
Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presença.
Foi uma sensação deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.
O ser então lhe disse: você vai voltar. E ela respondeu: sim.
Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: porque minha mãe precisa de mim.
Depois disso, sentiu-se descendo por um túnel. Acordou na cama, levantou-se e disse: oi, mamãe.
Essa é uma boa evidência de que há vida depois da morte.
Prosseguiremos a viver sim, porque o espírito é imortal e haverá de retornar, muitas vezes ainda, ao cenário da Terra, até sua completa depuração.

Você sabia?

Você sabia que, quando as crianças relatam suas experiências de quase morte, constata-se que um número surpreendente delas se vêem em corpos espirituais adultos?
Tal fato está levando expoentes da psiquiatria, da psicologia e da psicanálise à conclusão de que o homem não é um ser físico, vivendo experiências espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo físico.
É a ciência levando o homem a reconhecer as verdades já propaladas desde a remota Antigüidade e vulgarizadas pelo Cristo.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. 3 do livro A luz do além, de Raymond Moody, Jr., Ed. Nórdica.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:19

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Domingo, 18 de Fevereiro de 2007

CARNAVAL - UMA FALSA ALEGRIA

Adésio Alves Machado
Reformador Fevereiro 2005.Pagina 30

Entre o Espiritismo e o carnaval não existem barreiras intransponíveis, mas, sim, a possibilidade abençoada de a criatura exercitar uma de suas prioridades existenciais, isto é, saber escolher o que mais lhe convém, o que realmente priorizar como verdadeira diversão.
Podemos, neste ensejo, buscar a palavra de Paulo de Tarso, quando ele afirmou de forma a não deixar dúvidas sobre a questão aqui enfocada: “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” (I Cor.,10: 23).
As “alegrias” experimentadas nos dias de carnaval costumam deixar resíduos morais nocivos na alma, tornando-os traumáticos, permanentes, marcantes. A história desta festividade mostra as sobras da amargura, da tristeza, dos aborrecimentos, dos desajustes familiares, dos desequilíbrios financeiros, das violências de todos os tipos, dos casos e mais casos das gestações indesejáveis, entre outras cruéis e dolorosas situações deixadas como rastros dessa mascarada, mentirosa alegria. Os tempos de as famílias inocentemente sentarem-se nas calçadas para ver os blocos passarem ficou na saudade. Em substituição, surgiu não só a necessidade cada vez maior de uma comercialização insaciável, com lucros exorbitantes, como também o extravasamento sempre audacioso do instinto sexual, da sensualidade, tema este largamente trabalhado com fins comerciais, tanto interna quanto externamente.
Vale ressaltar, na oportunidade, que o homem é o mesmo, carregando dentro de si o desejo do prazer genesíaco como objetivo a ser alcançado na vida.
O carnaval de hoje destrói a saúde física e moral, desnatura a pureza dos sentimentos nobres e impede maior expansão e expressão da caridade.
Nenhum Espírito que já desfrute do verdadeiro equilíbrio de sentimentos e emoções e logicamente do bom senso, condições estas que presidem o destino das criaturas, pode escolher, como alegria, a loucura do carnaval que adormece o ser, em detrimento daquelas outras formas de alegria, as quais levam as pessoas ao deleite de um bem-estar espiritual, e que podem ser assim enumeradas: a leitura de uma página doutrinária espírita; a convivência e conversação com pessoas que aspiram a absorção dos valores espirituais, o passeio no campo ou na praia, enfim, tudo que tenha como cenário de fundo a Natureza, que expressa o canto celeste da Vida em sua real dimensão – a espiritual.
Dentro da atualidade tecnológica, quando novos conhecimentos felicitam a mentalidade humana, falta a compreensão precisa do que seja alegria, felicidade, bem-estar moral/espiritual. É exatamente o Espiritismo que procura descerrar as belezas da vida do espírito e os objetivos sagrados da reencarnação, direcionando o homem para sua realidade de Espírito reencarnado, aprendendo a não nos reincidir mesmos erros do passado.
Nos dias atuais, mais ainda nos dos festejos carnavalescos, o que se presencia é a licenciosidade campeando assustadoramente; são momentos danosos que afetam o moral, fazendo com que o ser humano esqueça as inapreciáveis oportunidades de progresso espiritual.
O que mais nos intranqüiliza e constrange é saber que há, nesses momentos de indisciplina sentimental – os dias de carnaval –, toda uma influenciação das forças das trevas espirituais nos corações das pessoas desassisadas, levando-as a ter que reparar, através de várias reencarnações, alguns instantes de prazer ilusório.
Enquanto tais pessoas se entregam a esses “prazeres” provocadores de desgastes físicos e morais, superlotando os salões ricamente decorados, os miseráveis da vida, de estômagos vazios e corações sedentos de amor, multiplicam-se nas ruas e estendem suas mãos súplices à caridade.
São cegos, enfermos, crianças abandonadas, mães aflitas e sofredoras que desfilam ao lado dos mascarados da pseudo-alegria.
Cada ano mais e mais contribuições abarrotam os cofres dos que lograram materializar essas festas.
Que nos preocupemos com os problemas nobres da vida, porque só assim poderemos transformar o supérfluo gasto nesses fugidios folguedos na migalha abençoada capaz de suprir as reais necessidades dos mais carentes.
Enquanto houver um mendigo abandonado junto aos exuberantes gastos com o carnaval, somente se poderá registrar que continuamos passando a nós mesmos um eloqüente atestado da nossa miséria moral.
Terminamos estas singelas considerações sobre a falsa alegria que o carnaval propicia, lembrando, Humberto de Campos em Novas Mensagens (Ed. FEB), quando afirmou:
“Os três dias de Momo são integralmente destinados ao levantamento das máscaras com que todo sujeito sai à rua nos demais dias do ano”.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:08

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CARNAVAL - UMA FALSA ALEGRIA

Adésio Alves Machado
Reformador Fevereiro 2005.Pagina 30

Entre o Espiritismo e o carnaval não existem barreiras intransponíveis, mas, sim, a possibilidade abençoada de a criatura exercitar uma de suas prioridades existenciais, isto é, saber escolher o que mais lhe convém, o que realmente priorizar como verdadeira diversão.
Podemos, neste ensejo, buscar a palavra de Paulo de Tarso, quando ele afirmou de forma a não deixar dúvidas sobre a questão aqui enfocada: “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” (I Cor.,10: 23).
As “alegrias” experimentadas nos dias de carnaval costumam deixar resíduos morais nocivos na alma, tornando-os traumáticos, permanentes, marcantes. A história desta festividade mostra as sobras da amargura, da tristeza, dos aborrecimentos, dos desajustes familiares, dos desequilíbrios financeiros, das violências de todos os tipos, dos casos e mais casos das gestações indesejáveis, entre outras cruéis e dolorosas situações deixadas como rastros dessa mascarada, mentirosa alegria. Os tempos de as famílias inocentemente sentarem-se nas calçadas para ver os blocos passarem ficou na saudade. Em substituição, surgiu não só a necessidade cada vez maior de uma comercialização insaciável, com lucros exorbitantes, como também o extravasamento sempre audacioso do instinto sexual, da sensualidade, tema este largamente trabalhado com fins comerciais, tanto interna quanto externamente.
Vale ressaltar, na oportunidade, que o homem é o mesmo, carregando dentro de si o desejo do prazer genesíaco como objetivo a ser alcançado na vida.
O carnaval de hoje destrói a saúde física e moral, desnatura a pureza dos sentimentos nobres e impede maior expansão e expressão da caridade.
Nenhum Espírito que já desfrute do verdadeiro equilíbrio de sentimentos e emoções e logicamente do bom senso, condições estas que presidem o destino das criaturas, pode escolher, como alegria, a loucura do carnaval que adormece o ser, em detrimento daquelas outras formas de alegria, as quais levam as pessoas ao deleite de um bem-estar espiritual, e que podem ser assim enumeradas: a leitura de uma página doutrinária espírita; a convivência e conversação com pessoas que aspiram a absorção dos valores espirituais, o passeio no campo ou na praia, enfim, tudo que tenha como cenário de fundo a Natureza, que expressa o canto celeste da Vida em sua real dimensão – a espiritual.
Dentro da atualidade tecnológica, quando novos conhecimentos felicitam a mentalidade humana, falta a compreensão precisa do que seja alegria, felicidade, bem-estar moral/espiritual. É exatamente o Espiritismo que procura descerrar as belezas da vida do espírito e os objetivos sagrados da reencarnação, direcionando o homem para sua realidade de Espírito reencarnado, aprendendo a não nos reincidir mesmos erros do passado.
Nos dias atuais, mais ainda nos dos festejos carnavalescos, o que se presencia é a licenciosidade campeando assustadoramente; são momentos danosos que afetam o moral, fazendo com que o ser humano esqueça as inapreciáveis oportunidades de progresso espiritual.
O que mais nos intranqüiliza e constrange é saber que há, nesses momentos de indisciplina sentimental – os dias de carnaval –, toda uma influenciação das forças das trevas espirituais nos corações das pessoas desassisadas, levando-as a ter que reparar, através de várias reencarnações, alguns instantes de prazer ilusório.
Enquanto tais pessoas se entregam a esses “prazeres” provocadores de desgastes físicos e morais, superlotando os salões ricamente decorados, os miseráveis da vida, de estômagos vazios e corações sedentos de amor, multiplicam-se nas ruas e estendem suas mãos súplices à caridade.
São cegos, enfermos, crianças abandonadas, mães aflitas e sofredoras que desfilam ao lado dos mascarados da pseudo-alegria.
Cada ano mais e mais contribuições abarrotam os cofres dos que lograram materializar essas festas.
Que nos preocupemos com os problemas nobres da vida, porque só assim poderemos transformar o supérfluo gasto nesses fugidios folguedos na migalha abençoada capaz de suprir as reais necessidades dos mais carentes.
Enquanto houver um mendigo abandonado junto aos exuberantes gastos com o carnaval, somente se poderá registrar que continuamos passando a nós mesmos um eloqüente atestado da nossa miséria moral.
Terminamos estas singelas considerações sobre a falsa alegria que o carnaval propicia, lembrando, Humberto de Campos em Novas Mensagens (Ed. FEB), quando afirmou:
“Os três dias de Momo são integralmente destinados ao levantamento das máscaras com que todo sujeito sai à rua nos demais dias do ano”.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:08

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Sábado, 17 de Fevereiro de 2007

A SERPENTE E O SANTO

Lenda Hindu
"Contam as tradições populares da Índia que existia uma serpente venenosa em certo campo.
Ninguém se aventurava a passar por lá, receando-lhe o assalto. Mas um santo homem, a serviço de Deus, buscou a região, mais confiado no Senhor que em si mesmo.
A serpente o atacou, desrespeitosa. Ele dominou-a, porém, com o olhar sereno, e falou:
- Minha irmã, é da lei que não façamos mal a ninguém.
A víbora recolheu-se, envergonhada.
Continuou o sábio o seu caminho e a serpente modificou-se completamente.
Procurou os lugares habitados pelo homem, como desejosa de reparar os antigos crimes.
Mostrou-se integralmente pacífica, mas, desde então, começaram a abusar dela. Quando lhe identificaram a submissão absoluta, homens, mulheres e crianças davam-lhe pedradas.
A infeliz recolheu-se à toca, desalentada. Vivia aflita, medrosa, desanimada.
Eis, porém, que o santo voltou pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la.
Espantou-se, observando tamanha ruína.
A serpente contou-lhe, então, a história amargurada.
Desejava ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas perseguiam-na e apedrejavam-na.
O sábio pensou, pensou e respondeu após ouví-la:
- Mas, minha irmã, houve engano de tua parte.
Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus.
Não ataque as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor.
Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso a distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos."

Do livro "OS MENSAGEIROS", cap.20 - André Luiz/Chico Xavier
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 13:49

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A SERPENTE E O SANTO

Lenda Hindu
"Contam as tradições populares da Índia que existia uma serpente venenosa em certo campo.
Ninguém se aventurava a passar por lá, receando-lhe o assalto. Mas um santo homem, a serviço de Deus, buscou a região, mais confiado no Senhor que em si mesmo.
A serpente o atacou, desrespeitosa. Ele dominou-a, porém, com o olhar sereno, e falou:
- Minha irmã, é da lei que não façamos mal a ninguém.
A víbora recolheu-se, envergonhada.
Continuou o sábio o seu caminho e a serpente modificou-se completamente.
Procurou os lugares habitados pelo homem, como desejosa de reparar os antigos crimes.
Mostrou-se integralmente pacífica, mas, desde então, começaram a abusar dela. Quando lhe identificaram a submissão absoluta, homens, mulheres e crianças davam-lhe pedradas.
A infeliz recolheu-se à toca, desalentada. Vivia aflita, medrosa, desanimada.
Eis, porém, que o santo voltou pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la.
Espantou-se, observando tamanha ruína.
A serpente contou-lhe, então, a história amargurada.
Desejava ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas perseguiam-na e apedrejavam-na.
O sábio pensou, pensou e respondeu após ouví-la:
- Mas, minha irmã, houve engano de tua parte.
Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus.
Não ataque as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor.
Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso a distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos."

Do livro "OS MENSAGEIROS", cap.20 - André Luiz/Chico Xavier
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 13:49

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