Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

PERSPECTIVA DE NOVO ANO

Abre-se a cortina da vida, no perpassar do tempo, para dar passagem à manifestação alvissareira de um Ano-Novo.
Com a oportunidade de bem viver os seus 365 dias é mister que o façamos de molde a aproveitá-la no crescimento espiritual de nós mesmos.
No Livro da Vida, páginas se abrem, todas em branco, ensejando-nos preenchê-las com real aproveitamento, tal seja a natureza dos nossos pensamentos, de nossas palavras, de nossos atos, enfim, de todas as manifestações do nosso livre-arbítrio.
Vale a pena e apenas o imperativo de grafar, em cada uma de suas laudas, apontamentos de melhoria própria pontuados no espírito de boa vontade e de serviço, de união e fraternidade, de candura e de amor, de desprendimento e generosidade, preservando-nos dos borrões da displicência e do menor esforço, dos desculpismos e de evasivas, de indisciplinas e temeridades, da intemperança e superfluidade, atentos, como nos cabe, à observância de método e equilíbrio, de bom senso e serenidade.
A salvo de comodismos e desistências, impõe-se-nos o preenchimento das horas dos dias desse Ano-Novo com a pujança do nosso idealismo e fidelidade ao programa que nos foi traçado no Plano Espiritual, cujos desígnios se propiciam ao nosso soerguimento espiritual.
Os mínimos gestos, as atitudes aparentemente inexpressivas e insignificantes, sabemo-lo bem, constam em marcantes e transparentes registros no Diário de cada um de nós. Nada se perde, nada se eclipsa na esteira do tempo, nada cai no esquecimento.
Assim, é de bom alvitre construamos obra salutar, escrevendo com suores e lágrimas, desprendimentos e renunciações, altruísmo e abnegação, as páginas em aberto dos dias do ano que converge para os séculos sem-fim.
Empenhados no trabalho do próprio aprimoramento intelecto-moral, de árdua e morosa conquista, certamente contaremos com a presença solícita e desvelada dos Emissários do Senhor – Amigos seguros das horas mais inseguras –, resguardando-nos de possíveis descaminhos.
A felicidade dos que amam consiste em ver a felicidade dos entes amados, compensando-lhes os esforços com os seus esforços, os sacrifícios com os seus sacrifícios. Assim costuma ser entre nós, pais, em relação aos filhos, como da parte dos Espíritos Beneméritos é para conosco, seus tutelados.
Sem outra alternativa senão a de trabalhar pelo nosso próprio progresso, cabe-nos também ensejar o melhoramento do próximo, estagiários que todos somos dos mais diversificados gêneros de aprendizados nos cursos das disciplinas em estudo, com o propósito de bem nos prepararmos para nossa promoção a mais altos níveis de conhecimentos nos institutos de ensino nas Colônias da Erraticidade.
Tais as almejadas conquistas a que nos propomos amealhar, e por certo o faremos, para gáudio de nossas almas no transcurso de um Novo Ano, sempre em franca atividade nos domínios da seara do Cristo de Deus. l
Passos Lirio
(Reformado 2002)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 01:14

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PERSPECTIVA DE NOVO ANO

Abre-se a cortina da vida, no perpassar do tempo, para dar passagem à manifestação alvissareira de um Ano-Novo.
Com a oportunidade de bem viver os seus 365 dias é mister que o façamos de molde a aproveitá-la no crescimento espiritual de nós mesmos.
No Livro da Vida, páginas se abrem, todas em branco, ensejando-nos preenchê-las com real aproveitamento, tal seja a natureza dos nossos pensamentos, de nossas palavras, de nossos atos, enfim, de todas as manifestações do nosso livre-arbítrio.
Vale a pena e apenas o imperativo de grafar, em cada uma de suas laudas, apontamentos de melhoria própria pontuados no espírito de boa vontade e de serviço, de união e fraternidade, de candura e de amor, de desprendimento e generosidade, preservando-nos dos borrões da displicência e do menor esforço, dos desculpismos e de evasivas, de indisciplinas e temeridades, da intemperança e superfluidade, atentos, como nos cabe, à observância de método e equilíbrio, de bom senso e serenidade.
A salvo de comodismos e desistências, impõe-se-nos o preenchimento das horas dos dias desse Ano-Novo com a pujança do nosso idealismo e fidelidade ao programa que nos foi traçado no Plano Espiritual, cujos desígnios se propiciam ao nosso soerguimento espiritual.
Os mínimos gestos, as atitudes aparentemente inexpressivas e insignificantes, sabemo-lo bem, constam em marcantes e transparentes registros no Diário de cada um de nós. Nada se perde, nada se eclipsa na esteira do tempo, nada cai no esquecimento.
Assim, é de bom alvitre construamos obra salutar, escrevendo com suores e lágrimas, desprendimentos e renunciações, altruísmo e abnegação, as páginas em aberto dos dias do ano que converge para os séculos sem-fim.
Empenhados no trabalho do próprio aprimoramento intelecto-moral, de árdua e morosa conquista, certamente contaremos com a presença solícita e desvelada dos Emissários do Senhor – Amigos seguros das horas mais inseguras –, resguardando-nos de possíveis descaminhos.
A felicidade dos que amam consiste em ver a felicidade dos entes amados, compensando-lhes os esforços com os seus esforços, os sacrifícios com os seus sacrifícios. Assim costuma ser entre nós, pais, em relação aos filhos, como da parte dos Espíritos Beneméritos é para conosco, seus tutelados.
Sem outra alternativa senão a de trabalhar pelo nosso próprio progresso, cabe-nos também ensejar o melhoramento do próximo, estagiários que todos somos dos mais diversificados gêneros de aprendizados nos cursos das disciplinas em estudo, com o propósito de bem nos prepararmos para nossa promoção a mais altos níveis de conhecimentos nos institutos de ensino nas Colônias da Erraticidade.
Tais as almejadas conquistas a que nos propomos amealhar, e por certo o faremos, para gáudio de nossas almas no transcurso de um Novo Ano, sempre em franca atividade nos domínios da seara do Cristo de Deus. l
Passos Lirio
(Reformado 2002)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 01:14

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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

O ANO NOVO

Encontramos no capítulo sexto de A Gênese, de Allan Kardec, esta curiosa definição: "O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias". Devemos então desprezar o tempo, não nos importamos com as convenções do calendário? O fim do ano, por exemplo, nada mais seria que um limite convencional, sem maior significação para a vida humana? " Nem o tempo nem o espaço existem, para o homem que conhece o eterno", afirmou o pensador indiano Krishnamurti. Os espíritas, e os espiritualistas em geral, que conhecem a eternidade da alma, não deveriam levar em consideração as medidas relativas de espaço e de tempo?
O capítulo trata dos problemas fundamentais de espaço, tempo, matéria, espírito, criação e vida. E, se nos mostra a relatividade dos nossos conceitos, também nos demonstra a importância do relativo, no processo de nosso desenvolvimento espiritual. Trata-se do famoso capítulo sobre uranografia geral, recebido do espírito de Galileu, pelo astrônomo e médium Camile Flamarion, na Sociedade Espírita de Paris, Kardec o incluiu n'A Gênese sob orientação do Espírito de Verdade, como um dos pontos essenciais do livro.
Conhecemos a concepção do Universo como estrutura tríplice, que nos é dada no capítulo segundo de "O Livro dos Espíritos". O Universo se constitui de dois elemento fundamentais, o espírito e matéria, subordinados ao poder supremo de Deus. Assim a trindade universal, como assim fala Kardec, é esta, Deus, Espírito e Matéria. Em A Gênese vamos encontrar a apreciação dos conceitos de espaço e tempo, em função do Universo. Ambos nos são apresentados como formas conceptuais e, portanto, finitas, condicionadas à relatividade dos sentidos humanos, daquilo que poderíamos chamar o "imenso-infinito"da realidade superior que nos escapa.
Esquematizando o problema, para torná-lo mais compreensível, podemos expô-lo assim:

1º) O Universo, na sua constituição tríplice, é infinito em todos os sentidos: espacial, temporal e conceptual.
2º) O espaço é apenas a medida relativa da extensão, qualidade perceptível da imensidade. Quer dizer, existe a imensidade, da qual percebemos a extensão, que nos permite formular o conceito de espaço.
3º) O tempo é apenas a medida relativa da sucessão das coisas na duração - a qualidade perceptível da eternidade. Quer dizer: existe a eternidade da qual percebemos a duração, que nos permite formular o conceito de tempo.
4º) Imensidade e Eternidade, aspectos do Absoluto, que mal podemos imaginar, pertencem à Realidade Superior, ao pano supremo da Criação, onde conseguimos intuir a presença de Deus.

A medida do tempo, nos levando a marcar dias, meses e anos, embora convencional, tem, portando, uma realidade que a fundamenta. Contando os anos, estamos contando a nossa percepção do fluir da duração na eternidade, da mesma maneira porque, contando os quilômetros, estamos contando o fluir da extensão na imensidade. O tempo e o espaço, são reais para nós, em nossa condição de seres que vivem no mundo do relativo. Não podemos viver sem contá-los, sem levar em consideração a existência real do espaço e do tempo.
Mas o que importa, do ponto de vista espírita, é compreendermos a relatividade das coisas, para nos servirmos delas como necessidades imediatas, sem transformá-las em realidade absolutas. O espaço e o tempo devem ser, para mós, que conhecemos o Eterno, instrumentos de compreensão da Realidade Superior, e não formas de apego à Realidade Superior, e não formas de apego à realidade transitória. Foi o que Jesus nos ensinou, ao declarar que aquele que se apegasse à vida, pendê-la-ia, mas aquele que a perdesse, a encontraria. Porque apegar-se à vida é ligar-se inteiramente aos conceitos relativos de espaço e tempo, considerando a passageira encarnação terrena como a única forma de vida, depois da qual só existe a morte. Desapegar-se da vida é compreender a sua relatividade, sua natureza transitória, e por isso aprender, com os ensinos de Jesus, a utilizá-la como simples meio de progresso espiritual, para nossa ascensão a uma vida maior.
Cada ano que finda, em nossa existência temporária na terra, é uma fração do tempo que usamos, é uma fração de tempo que usamos, bem ou mal, em nosso processo evolutivo. O fim do ano é assim uma oportunidade para avaliarmos no nosso bom ou mau uso do tempo, realizando o balanço de nossa vida, da mesma maneira porque as empresas comerciais procedem ao seu balanço anual de atividades, lucros e perdas. É tão errado pensarmos que o fim do ano nada significa, quanto lhe atribuirmos excessiva importância. O ano chega ao fim: pensemos o que fizemos durante o seu transcurso, e vejamos o que podemos fazer de melhor, no novo ano. Mas se verificarmos que perdemos o ano que finda, não nos desesperemos. Há pela frente um novo ano, ainda intacto, um presente do Eterno, para o nosso desenvolvimento na duração.,
José Herculano, Professor, é Filósofo, faleceu em 1979.
Esta Coluna, é publicada à guisa de homenagem.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:50

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O ANO NOVO

Encontramos no capítulo sexto de A Gênese, de Allan Kardec, esta curiosa definição: "O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias". Devemos então desprezar o tempo, não nos importamos com as convenções do calendário? O fim do ano, por exemplo, nada mais seria que um limite convencional, sem maior significação para a vida humana? " Nem o tempo nem o espaço existem, para o homem que conhece o eterno", afirmou o pensador indiano Krishnamurti. Os espíritas, e os espiritualistas em geral, que conhecem a eternidade da alma, não deveriam levar em consideração as medidas relativas de espaço e de tempo?
O capítulo trata dos problemas fundamentais de espaço, tempo, matéria, espírito, criação e vida. E, se nos mostra a relatividade dos nossos conceitos, também nos demonstra a importância do relativo, no processo de nosso desenvolvimento espiritual. Trata-se do famoso capítulo sobre uranografia geral, recebido do espírito de Galileu, pelo astrônomo e médium Camile Flamarion, na Sociedade Espírita de Paris, Kardec o incluiu n'A Gênese sob orientação do Espírito de Verdade, como um dos pontos essenciais do livro.
Conhecemos a concepção do Universo como estrutura tríplice, que nos é dada no capítulo segundo de "O Livro dos Espíritos". O Universo se constitui de dois elemento fundamentais, o espírito e matéria, subordinados ao poder supremo de Deus. Assim a trindade universal, como assim fala Kardec, é esta, Deus, Espírito e Matéria. Em A Gênese vamos encontrar a apreciação dos conceitos de espaço e tempo, em função do Universo. Ambos nos são apresentados como formas conceptuais e, portanto, finitas, condicionadas à relatividade dos sentidos humanos, daquilo que poderíamos chamar o "imenso-infinito"da realidade superior que nos escapa.
Esquematizando o problema, para torná-lo mais compreensível, podemos expô-lo assim:

1º) O Universo, na sua constituição tríplice, é infinito em todos os sentidos: espacial, temporal e conceptual.
2º) O espaço é apenas a medida relativa da extensão, qualidade perceptível da imensidade. Quer dizer, existe a imensidade, da qual percebemos a extensão, que nos permite formular o conceito de espaço.
3º) O tempo é apenas a medida relativa da sucessão das coisas na duração - a qualidade perceptível da eternidade. Quer dizer: existe a eternidade da qual percebemos a duração, que nos permite formular o conceito de tempo.
4º) Imensidade e Eternidade, aspectos do Absoluto, que mal podemos imaginar, pertencem à Realidade Superior, ao pano supremo da Criação, onde conseguimos intuir a presença de Deus.

A medida do tempo, nos levando a marcar dias, meses e anos, embora convencional, tem, portando, uma realidade que a fundamenta. Contando os anos, estamos contando a nossa percepção do fluir da duração na eternidade, da mesma maneira porque, contando os quilômetros, estamos contando o fluir da extensão na imensidade. O tempo e o espaço, são reais para nós, em nossa condição de seres que vivem no mundo do relativo. Não podemos viver sem contá-los, sem levar em consideração a existência real do espaço e do tempo.
Mas o que importa, do ponto de vista espírita, é compreendermos a relatividade das coisas, para nos servirmos delas como necessidades imediatas, sem transformá-las em realidade absolutas. O espaço e o tempo devem ser, para mós, que conhecemos o Eterno, instrumentos de compreensão da Realidade Superior, e não formas de apego à Realidade Superior, e não formas de apego à realidade transitória. Foi o que Jesus nos ensinou, ao declarar que aquele que se apegasse à vida, pendê-la-ia, mas aquele que a perdesse, a encontraria. Porque apegar-se à vida é ligar-se inteiramente aos conceitos relativos de espaço e tempo, considerando a passageira encarnação terrena como a única forma de vida, depois da qual só existe a morte. Desapegar-se da vida é compreender a sua relatividade, sua natureza transitória, e por isso aprender, com os ensinos de Jesus, a utilizá-la como simples meio de progresso espiritual, para nossa ascensão a uma vida maior.
Cada ano que finda, em nossa existência temporária na terra, é uma fração do tempo que usamos, é uma fração de tempo que usamos, bem ou mal, em nosso processo evolutivo. O fim do ano é assim uma oportunidade para avaliarmos no nosso bom ou mau uso do tempo, realizando o balanço de nossa vida, da mesma maneira porque as empresas comerciais procedem ao seu balanço anual de atividades, lucros e perdas. É tão errado pensarmos que o fim do ano nada significa, quanto lhe atribuirmos excessiva importância. O ano chega ao fim: pensemos o que fizemos durante o seu transcurso, e vejamos o que podemos fazer de melhor, no novo ano. Mas se verificarmos que perdemos o ano que finda, não nos desesperemos. Há pela frente um novo ano, ainda intacto, um presente do Eterno, para o nosso desenvolvimento na duração.,
José Herculano, Professor, é Filósofo, faleceu em 1979.
Esta Coluna, é publicada à guisa de homenagem.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:50

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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

A FÉ É A ÚNICA CHAMA QUE NÃO SE APAGA

Diante de um jardim belo, coberto de roseiras perfumadas, o dono do jardim as espera florescer. Não pensa na quantidade enorme de espinhos que seu tronco possui, toma cuidado com eles, mas espera o florir das rosas. Quando uma única rosa brota, enfeitando toda aquela roseira cheia de espinhos, o dono do jardim olha, avidamente, outros que podem surgir, sabendo que serão rosas a enfeitar amanhã.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria. Se essas alegrias são poucas e as dores são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre. Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz.
Mas, existe o tempo, às vezes longo, em que só permanecem espinhos, o vendaval da dor assola e as pétalas de nossas esperanças, de nossas alegrias, caem pelo chão. Mas, não devemos nos esquecer de que essas pétalas caídas, serão adubo amanhã. Esse adubo precioso que mantém nosso espírito vivo, que mantém a roseira forte, que mantém a possibilidade de ela florir.
Nós trazemos muitos compromissos assumidos de vidas passadas, não podemos deixar que o desânimo, a tristeza, a desesperança nos domine. Porque só receberemos, realmente, um auxílio completo, à medida em que tivermos total confiança no alto. Aí sim, será possível Jesus nos estender as mãos e nós, desse amor imenso, desse grande médico de Deus que foi o mestre, recebermos a ajuda de que precisamos, lembrando de que toda a dor é cura para nossos corações, que toda separação é prognóstico de união, que todas as experiências são bênçãos preciosas que amealhamos no espírito.
Por isso, mantenham a chama da fé sempre acesa. A fé é a única chama que não se apaga nunca.
Bezerra de Menezes.
Mensagem recebida por Shyrlene Soares Campos, dia 17/02/2000
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:30

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A FÉ É A ÚNICA CHAMA QUE NÃO SE APAGA

Diante de um jardim belo, coberto de roseiras perfumadas, o dono do jardim as espera florescer. Não pensa na quantidade enorme de espinhos que seu tronco possui, toma cuidado com eles, mas espera o florir das rosas. Quando uma única rosa brota, enfeitando toda aquela roseira cheia de espinhos, o dono do jardim olha, avidamente, outros que podem surgir, sabendo que serão rosas a enfeitar amanhã.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria. Se essas alegrias são poucas e as dores são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre. Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz.
Mas, existe o tempo, às vezes longo, em que só permanecem espinhos, o vendaval da dor assola e as pétalas de nossas esperanças, de nossas alegrias, caem pelo chão. Mas, não devemos nos esquecer de que essas pétalas caídas, serão adubo amanhã. Esse adubo precioso que mantém nosso espírito vivo, que mantém a roseira forte, que mantém a possibilidade de ela florir.
Nós trazemos muitos compromissos assumidos de vidas passadas, não podemos deixar que o desânimo, a tristeza, a desesperança nos domine. Porque só receberemos, realmente, um auxílio completo, à medida em que tivermos total confiança no alto. Aí sim, será possível Jesus nos estender as mãos e nós, desse amor imenso, desse grande médico de Deus que foi o mestre, recebermos a ajuda de que precisamos, lembrando de que toda a dor é cura para nossos corações, que toda separação é prognóstico de união, que todas as experiências são bênçãos preciosas que amealhamos no espírito.
Por isso, mantenham a chama da fé sempre acesa. A fé é a única chama que não se apaga nunca.
Bezerra de Menezes.
Mensagem recebida por Shyrlene Soares Campos, dia 17/02/2000
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:30

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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

ANO NOVO

Quando o desvelado orientador chegou ao Planeta, encaminhando o aprendiz à experiência nova, o lar estava em festa, na celebração do Ano Novo.
Musicas alegre embalavam a casa, flores festivas enfeitavam a mesa lauta. Riam-se os jovens e as crianças, enquanto os velhos bebiam vinhos de júbilo.
O devotado amigo abraçou o tutelado e falou:
- Nova existência, meu filho, é qual Ano Novo. Enche-se o coração das esperanças mais belas. Troca-se o passado pelo presente. Rejubila-se a alma na oportunidade bendita. Promessas divinas florescem no coração.
O tempo é o tesouro infinito que o Criador concede às criaturas. Não esqueças, todavia, que a concessão de um tesouro é titulo de confiança e toda confiança traduz responsabilidade. Tanto prejudica a obra de Deus o avarento que restringe a circulação dos valores, como o perdulário que os dissipa, olvidando obrigações sagradas.
O tempo, desse modo, é benfeitor carinhoso e credor imparcial simultaneamente. Na terra a maioria dos homens não chegou ainda a compreendê-lo.
Os ignorantes perdem-no.
Os loucos matam-no.
Os maus envenenam-no.
Os indiferentes zombam dele.
Os vaidosos confundem-no.
Os velhacos enganam-no.
Os criminosos perturbam-no.
Riem-se dele os pândegos.
Os mentirosos ridicularizam-no.
Os tolos esquecem-no.
Os ociosos combatem-no.
Os tiranos abusam dele.
Os irônicos menosprezam-no.
Os arbitrários dominam-no.
Os revoltados acusam-no.
Aproveitam-no os trabalhadores fiéis.
O tempo, contudo, meu filho, pertence ao Senhor e ninguém pode subverter a ordem de Deus.
È por isso que, ao fim da existência, cada um recebe conforme usou o divino patrimônio.
Vale-te, pois, da oportunidade nova, sem olvidares o dever, convicto de que ninguém falará ou agirá no mundo, em vão.
O homem precipita-se. O tempo espera. O primeiro experimenta. O segundo determina.
Se atingires a alegria de recomeçar, alcançarás, igualmente, o dia de acertar.
Lembra-te de que o tempo ensinará aos ignorantes.
Anulará os loucos.
Envenenará os maus.
Zombará dos indiferentes.
Confundirá os vaidosos.
Esclarecerá os velhacos.
Perturbará os criminosos.
Surpreenderá os pândegos.
Ridiculizará os mentirosos.
Corrigirá os tolos.
Combaterá os ociosos.
Ferirá os tiranos.
Menosprezará os irônicos.
Prenderá os arbitrários.
Acusará os revoltados.
Compensará os trabalhadores fieis.
Calou-se o venerável ancião.
Havia risos à mesa domestica expectativa no candidato à reencarnação, sorrisos paternais no velhinho experiente.
O sábio abraçou novamente o discípulo e despediu-se rematando:
- Não te esqueças de que o tempo é generoso nas concessões e justo nas contas. Vai, porém, meu filho, e não temas.
Nesse instante, à maneira do homem, cheio de esperanças, que penetra o Ano Novo, o aprendiz reingressou na onda do nascimento.

Pelo espírito: Irmão X
Livro: Pontos e Contos Psicografia Francisco Cândido Xavier
tags:
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 14:45

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ANO NOVO

Quando o desvelado orientador chegou ao Planeta, encaminhando o aprendiz à experiência nova, o lar estava em festa, na celebração do Ano Novo.
Musicas alegre embalavam a casa, flores festivas enfeitavam a mesa lauta. Riam-se os jovens e as crianças, enquanto os velhos bebiam vinhos de júbilo.
O devotado amigo abraçou o tutelado e falou:
- Nova existência, meu filho, é qual Ano Novo. Enche-se o coração das esperanças mais belas. Troca-se o passado pelo presente. Rejubila-se a alma na oportunidade bendita. Promessas divinas florescem no coração.
O tempo é o tesouro infinito que o Criador concede às criaturas. Não esqueças, todavia, que a concessão de um tesouro é titulo de confiança e toda confiança traduz responsabilidade. Tanto prejudica a obra de Deus o avarento que restringe a circulação dos valores, como o perdulário que os dissipa, olvidando obrigações sagradas.
O tempo, desse modo, é benfeitor carinhoso e credor imparcial simultaneamente. Na terra a maioria dos homens não chegou ainda a compreendê-lo.
Os ignorantes perdem-no.
Os loucos matam-no.
Os maus envenenam-no.
Os indiferentes zombam dele.
Os vaidosos confundem-no.
Os velhacos enganam-no.
Os criminosos perturbam-no.
Riem-se dele os pândegos.
Os mentirosos ridicularizam-no.
Os tolos esquecem-no.
Os ociosos combatem-no.
Os tiranos abusam dele.
Os irônicos menosprezam-no.
Os arbitrários dominam-no.
Os revoltados acusam-no.
Aproveitam-no os trabalhadores fiéis.
O tempo, contudo, meu filho, pertence ao Senhor e ninguém pode subverter a ordem de Deus.
È por isso que, ao fim da existência, cada um recebe conforme usou o divino patrimônio.
Vale-te, pois, da oportunidade nova, sem olvidares o dever, convicto de que ninguém falará ou agirá no mundo, em vão.
O homem precipita-se. O tempo espera. O primeiro experimenta. O segundo determina.
Se atingires a alegria de recomeçar, alcançarás, igualmente, o dia de acertar.
Lembra-te de que o tempo ensinará aos ignorantes.
Anulará os loucos.
Envenenará os maus.
Zombará dos indiferentes.
Confundirá os vaidosos.
Esclarecerá os velhacos.
Perturbará os criminosos.
Surpreenderá os pândegos.
Ridiculizará os mentirosos.
Corrigirá os tolos.
Combaterá os ociosos.
Ferirá os tiranos.
Menosprezará os irônicos.
Prenderá os arbitrários.
Acusará os revoltados.
Compensará os trabalhadores fieis.
Calou-se o venerável ancião.
Havia risos à mesa domestica expectativa no candidato à reencarnação, sorrisos paternais no velhinho experiente.
O sábio abraçou novamente o discípulo e despediu-se rematando:
- Não te esqueças de que o tempo é generoso nas concessões e justo nas contas. Vai, porém, meu filho, e não temas.
Nesse instante, à maneira do homem, cheio de esperanças, que penetra o Ano Novo, o aprendiz reingressou na onda do nascimento.

Pelo espírito: Irmão X
Livro: Pontos e Contos Psicografia Francisco Cândido Xavier
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 14:45

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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

NÃO TEMA

"Não tema, creia somente" - diz o Senhor.
Creia na harmonia, na justiça, na verdade, no bem...
Somos livres, sob a proteção de leis vigilantes.
Deus não se ausenta.
Por isso, quanto nos aconteça é sempre o melhor do que nos mostremos capazes de receber.
Em muitas ocasiões a enfermidade inesperada no corpo é apoio antecipado às necessidade da alma; a afeição que nos deixa é amputação no mundo afetivo para que possamos sobreviver naquilo que estejamos fazendo de mais útil; o desejo contrariado é providência contra perigo invisível; a inibição orgânica é recurso para a condensação de nossas energias em auxílio à realização de tarefa determinada; o prejuízo é comunicado prévio para que não se caia em débitos insolvíveis; a penúria material é desafio a que nos levantemos para o trabalho.
Não desfaleça na prova que a vida lhe trouxe.
A Terra é um educandário em cujas lições somos todos alunos e examinadores uns dos outros.
Hoje é posssível esteja sofrendo o cerco de numerosos problemas, entretanto, se você atende às instruções do amor, que nos traçam caminho certo entre as margens da humildade e do serviço, encontrará você o rumo exato de todas as soluções.
Para isso, porém, é necessário que você não permaneça no canto da inércia, colecionando pedras e espinhos que lhe pesem no coração ou lhe firam a alma.
Esqueça tudo o que foi tristeza ou desequilíbrio e entre no sistema de ação edificante que nos reforma o destino.
Todos os que lutaram e venceram, todos os que tombaram na sombra e se reergueram para a luz, sofrendo, lutando, construindo e renovando, nunca deixaram de trabalhar.
ANDRÉ LUIZ(Do livro Astronautas do Além, 7, GEEM)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:53

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NÃO TEMA

"Não tema, creia somente" - diz o Senhor.
Creia na harmonia, na justiça, na verdade, no bem...
Somos livres, sob a proteção de leis vigilantes.
Deus não se ausenta.
Por isso, quanto nos aconteça é sempre o melhor do que nos mostremos capazes de receber.
Em muitas ocasiões a enfermidade inesperada no corpo é apoio antecipado às necessidade da alma; a afeição que nos deixa é amputação no mundo afetivo para que possamos sobreviver naquilo que estejamos fazendo de mais útil; o desejo contrariado é providência contra perigo invisível; a inibição orgânica é recurso para a condensação de nossas energias em auxílio à realização de tarefa determinada; o prejuízo é comunicado prévio para que não se caia em débitos insolvíveis; a penúria material é desafio a que nos levantemos para o trabalho.
Não desfaleça na prova que a vida lhe trouxe.
A Terra é um educandário em cujas lições somos todos alunos e examinadores uns dos outros.
Hoje é posssível esteja sofrendo o cerco de numerosos problemas, entretanto, se você atende às instruções do amor, que nos traçam caminho certo entre as margens da humildade e do serviço, encontrará você o rumo exato de todas as soluções.
Para isso, porém, é necessário que você não permaneça no canto da inércia, colecionando pedras e espinhos que lhe pesem no coração ou lhe firam a alma.
Esqueça tudo o que foi tristeza ou desequilíbrio e entre no sistema de ação edificante que nos reforma o destino.
Todos os que lutaram e venceram, todos os que tombaram na sombra e se reergueram para a luz, sofrendo, lutando, construindo e renovando, nunca deixaram de trabalhar.
ANDRÉ LUIZ(Do livro Astronautas do Além, 7, GEEM)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:53

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