Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010

PELOS ESQUECIDOS DA TERRA

JESUS! Lembrando o Teu convite endereçado a todos nós, há mais de dois mil anos: “Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados que eu vos aliviarei”, aproveitamos a oportunidade para fazer-te um pedido em nome dos “esquecidos”, por ocasião de Tua descida ao nosso mundo, entre os dias 24 e 25 de Dezembro, quando comemoramos o Teu aniversário natalício.

Como sabes Senhor, eles se encontram em toda parte, a começar pelas crianças que acordam famintas, esquecidas pela sociedade indiferente à sua sorte, e que por isso acabam encontrando a desencarnação na cruel desnutrição. Rogamos pelas mães abandonadas por parceiros desalmados; vencidas pela miséria, elas esquecem de si mesmas para poderem sustentar os filhos e acabam vitimas da traiçoeira tuberculose.

Pedimos também pelos pais esquecidos, Senhor, que tudo fazem pelos filhos, sacrificando-se inúmeras vezes para o bem-estar deles, e depois são relegados a um segundo plano na velhice, razão pela qual acabam desencarnando apunhalados moralmente pela ingratidão daqueles de quem tanto esperavam no inverno de suas vidas.

Jesus! É certo que não temos a pena de morte em nosso país. Mas há coisa pior do que as vítimas do esquecimento do Poder Público, que apodrecem nas prisões sem as mínimas condições de se reabilitarem perante a vida social? É por isso que intercedemos em favor desses relegados dos poderes constituídos, abandonados nos cárceres, para que sejam restabelecidos a dignidade e o respeito que devemos a esses irmãos em humanidade.

Médico de nossas almas! Rogamos pelos enfermos, esquecidos nas filas dos hospitais, para serem atendidos não se sabe quando, e pelos que são deixados nos corredores à míngua de socorro e atendimento, em flagrante desrespeito às suas dores e, sobretudo, à sua inconteste condição humana.

Governador do Planeta Terra! Embora tenhas sido relegado ao esquecimento pelos Doutores da Lei, pelos poderosos de Tua época e pelos falsos líderes religiosos, jamais esqueceste dos humildes, dos pecadores, dos sofredores de toda a sorte, pois sempre acolheste a todos eles através do Teu Verbo tocado de infinito amor e profunda compreensão.

Além de endereçarmos esta rogativa pelos esquecidos deste mundo, rogamos também em favor, das crianças que estão ainda por nascer, pois existem parlamentares querendo assassiná-las, por meio de aprovação de uma lei que permitirá, infelizmente, a prática do aborto indiscriminado. Ou seja: “esquece-las” pelo resto da vida.

Neste NATAL, vem Senhor, amparar todos os esquecidos que se encontram aflitos e sobrecarregados neste planeta, a fim de aliviares suas dores causadas pela ambição dos insaciáveis, pela indiferença dos egoístas e pela falta de compaixão dos insensíveis.

Vem, portanto, Senhor, confortar o coração dos que foram vencidos pela miséria, pela fome, pela enfermidade, pelas injustiças, porque eles não possuem voz para aclamar por piedade aos “vencedores” da Terra!   

 

PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 03:01

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ESTRANHA MENSAGEM


Um instrutor de elevada categoria espiritual chamou certa vez a nossa atenção para um quadro terráqueo, observando o NATAL, à meia-noite.

Estava reunida opulenta família, num lauto e elegante banquete. Sobre a mesa posta, guarnecida de alva toalha de linho belga, entre flores perfumadas e candelabros policromos, enfileiravam-se as mais fortes e exóticas bebidas, de permeio a indigestas comedorias natalinas.

Dentre o que se enxergava sobre a mesa, sobressaiam nas lousas frias de um necrotério, os cadáveres de leitões recheados, besuntados de banha, trazendo espetados rodelas de limão; cabritos tostados, quais mercadorias salvas de um incêndio, galinhas e perus ao forno, retorcidos, demonstrando os finais estertores de uma degola cruel; churrasco "mignon" no espetinho trabalhado com esmero.

Era de estarrecer! Quanta carnificina! Quanto sangue derramado, quanta dor e sofrimento causados aos pobres e inocentes animais.

Vibravam ainda no espaço as angustiantes lamentações que os coitadinhos dos animais deviam ter lançado violentamente aos céus, quando tiveram seus corações transpassados pelo punhal assassino do carrasco insensível.

O saudável cereal, o apreciado legume, a boa hortaliça e a suculenta fruta, apenas representam, naquela mesa, o insignificante papel de mero adorno culinário.

Quase no final do banquete, alguém, levanta a voz, e, a pretexto de prece de Natal, todos começam, de afogadilho, a invocar Jesus, para que Ele, nesse seu glorioso dia, viesse abençoar a mesa posta, aquele matadouro doméstico de IRMÃOS menos evoluídos, aliás nossos irmãos mais chegados.

Sem demora e, como por milagre, a cena mudou inteiramente. Os Espíritos presentes apreciavam a reunião de semblante triste, piedosos; alguns até choravam ante a brutal carnificina.

Após as invocações, Jesus compareceu! Sim; o Nazareno chegou! No luzidio cortejo do Mestre vinham também necessitados, esfomeados, doentes e maltrapilhos. Formou-se então, ao redor do repugnante festim, sem que disso os convivas tivessem a menor idéia, um enorme anfiteatro, abrigando milhares e milhares de entidades, permanecendo bem no centro, o grupo devorador de cadáveres, saudando e homenageando o Menino Jesus que acabava de nascer.

Jesus, o invocado, ofuscando a multidão presente pela luminosidade que d'Ele se desprendia, chegou e colocou-se em pé ante aquela turba. De semblante profundamente amargurado e triste, de coração opresso, abençoou, não aquele infeliz ato que dera margem a tanta carnificina e dor, mas sim à inditosa família e seus convidados, implorando a Deus uma razão mais lúcida para as suas mentes.

Em seguida, ergue Jesus seu olhar plácido e indulgente e suplica ajoelhado a Deus: "Pai; Perdoa-os mais uma vez, pois ainda não chegaram a entender o não matarás... a ninguém!"

EIS COMO ALGUNS HOMENAGEIAM O MENINO JESUS! 
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:32

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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

CELIBATO, MONOGAMIA E POLIGAMIA

Que requisitos deve preencher uma pessoa que se propõe a ser um “condutor de almas”, assim entendido aquele que se dedica a ensinar os valores espirituais eternos, que tornam a criatura melhor e a aproximam do Criador?

Na atualidade, ainda se acredita que tais pessoas devam revestir a aura de pureza ou “santidade” e ser submetidas aos rigores do celibatarismo, em renúncia a muitos prazeres da vida, inclusive às alegrias do casamento, da prole. Onde, porém, encontrar, na Terra – planeta de provas e expiações – ministros religiosos com tais predicados, em número suficiente para encetar tarefa de tamanha envergadura, perante bilhões de almas em evolução, ainda encarceradas nas teias da ignorância?

Jesus, em seu ministério de amor e libertação, jamais preconizou tal exigência como condição absoluta para os trabalhadores do bem, tanto que escolheu como seus seguidores diretos pessoas comuns como nós, de todas as classes sociais, solteiros ou casados. Ao tratar da Lei de Reprodução, no Livro Terceiro, capítulo IV, questões698 a 701, de O Livro dos Espíritos, Kardec também questionou os Espíritos superiores sobre o celibato, a monogamia e a poligamia, recebendo dos mentores celestes respostas lógicas e consistentes.

A palavra celibato provém do latim cælibatus, definido literalmente como “não casado”, nome utilizado para designar uma pessoa que se mantém solteira, mas que não está compromissada com a castidade ou impedida de ter relações sexuais. Comumente, porém, a palavra é associada à condição da pessoa que optou pela abstinência [jejum] sexual, que decidiu não se casar para assumir outro compromisso, como acontece, por exemplo, no caso de certos religiosos. O celibato, especialmente no Ocidente, no seio do catolicismo, é um cânone ao qual deve aderir, obrigatoriamente, todo aquele que opta pela carreira eclesiástica. Muitos religiosos, sobretudo quando são jovens, não raro influenciados pela família, pela sociedade, acreditam que terão condições de suportar uma vida de castidade, mas depois de ordenados não se adaptam aos hábitos monásticos. Ocorre que o celibato obrigatório, em oposição às leis naturais, nem sempre contempla as necessidades íntimas de cada um. É que a pessoa pode, eventualmente, ter vocação para ser um excelente religioso, mas não suportar a vida celibatária.

Não são poucos os religiosos, sobretudo do sexo masculino, que abandonam a carreira eclesiástica para se casarem.Autodenominam--se “padres casados”, e muitos deles continuam ministrando ofícios religiosos, à margem do Clero. São também chamados de “egressos” e, pelo que consta, em sua grande maioria, dão exemplos de conduta cristã em família. De acordo com o site da “Associação Rumos – Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados”, com sede em Brasília (DF), a entidade “não é um grupo de contestação contra a Igreja Católica Romana ou qualquer autoridade eclesiástica”. O objetivo da instituição é buscar o “diálogo com as instituições, Organismos Religiosos e Sociais, dentro de uma perspectiva ecumênica”, bem assim obter o “reconhecimento do ministério dos padres casados, a implantação do celibato opcional na Igreja Católica Romana e a valorização do papel da mulher na Igreja”.1 Segundo seus organizadores, os padres casados estão em toda parte. Formam um exército de pelo menos 100 mil homens, 5% deles no Brasil. [...] Por terem contraído matrimônio, com ou sem a necessária dispensa do compromisso do celibato concedida unicamente pelo papa, esses homens foram excluídos do ministério sacerdotal, não por vontade própria, mas por imposição de uma disciplina multissecular.2 Reportagem publicada em conhecida revista de circulação nacional alerta que o conflito com o celibato na Igreja Católica é um dos grandes desafios do sacerdócio. Perturba os padres há séculos e continua sendo um dos problemas mais sérios do Vaticano.3

Existem aqueles que realmente estão em condições espirituais de subjugar o instinto sexual pelo exercício do amor universal. Essas pessoas, voluntariamente, vivenciam a castidade e optam pela abstinência do sexo para se dedicarem mais intensamente ao cumprimento de tarefas nobres, seja no campo intelectual, seja no assistencial ou religioso, sem que com isso tenham descompensações graves na área afetiva, capazes de lhes tirarem o equilíbrio, apesar das severas tentações que muitas vezes experimentam.

Mencione-se como exemplo Francisco Cândido Xavier e Madre Teresa de Calcutá, entre tantos outros missionários das mais diversas atividades humanas, inclusive nas áreas científica e filosófica, os quais renunciaram à vida conjugal em benefício da Humanidade. Nesses missionários, não se estancou o fluxo das energias criadoras do sexo, que foram direcionadas para outros objetivos nobres. Qualquer pessoa, principalmente o jovem solteiro, o homem ou a mulher solitários, o viúvo, independente de sua evolução, pode canalizar suas energias criadoras para o esporte, para as artes, para a caridade, para o trabalho edificante, como forma de atenuar as labaredas dos instintos que ainda se hospedam no animal racional.

Apesar de ser um ardoroso defensor da castidade, o apóstolo Paulo deu a entender que o celibato não era para todos, indistintamente, tanto que ressalvou, na 1a Epístola aos Coríntios (7:9): “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se”. O celibato imposto é uma distorção que tem levado muitos religiosos a abandonar as fileiras do sacerdócio. Outros, apesar de permanecerem reclusos nos conventos e nas igrejas, pelos mais diversos motivos, tornam-se infelizes e estão sujeitos a desregramentos sexuais lamentáveis, com grande desprestígio para o movimento religioso a que se vincularam e em prejuízo deles próprios, conduta que provoca desarmonias e perturbações de toda ordem.

Desse modo, o celibatarismo em si não é um ato meritório, podendo sê-lo, entretanto, quando a opção é tomada em prol da Humanidade, com a finalidade de ser útil ao próximo, sem ideias egoístas, como fez Padre Germano, que honrou a batina até o fim, servindo aos pobres e aos humildes.4

Essa constatação, porém, não exclui os efeitos positivos do ascetismo consciente, no plano individual, muitas vezes escolhido pelo Espírito antes da encarnação como forma de conquistar a autodisciplina ou como forma de resgatar débitos do pretérito: [...] Todo sacrifício pessoal, tendo em vista o bem e sem qualquer ideia egoísta, eleva o homem acima da sua condição material.5

Em outro extremo, encontramos a poligamia que, como o nome indica, é a união conjugal de uma pessoa com várias outras, pertencendo ao gênero do qual é espécie a poliginia e a poliandria.A poliginia serve para designar a união de um homem com muitas mulheres. No mesmo padrão, temos a poliandria, que é a união de uma mulher com vários homens. A monogamia, por seu lado, expressa a cultura em que o homem e a mulher têm apenas um cônjuge. No Planeta, mais especificamente na África e no Oriente, ainda existem povos que cultuam a poligamia, cuja extinção vem ocorrendo gradualmente, com o passar dos milênios, o que caracteriza o fim de um ciclo de etapas do progresso humano.

Embora em alguns casos imposta sob rótulos religiosos, trata-se de uma cultura protegida, em determinados países, pela legislação transitória dos homens, costume proveniente das eras remotas, em que prevalecia o estado de natureza, e também das sociedades patriarcais e matriarcais da Antiguidade, em que se exacerbavam os instintos animais, favorecendo a promiscuidade sexual. Por fim, o casamento monogâmico deve fundar-se na afeição dos seres que se unem, o que já não ocorre na poligamia, em que não existe afeição real, mas apenas sensualidade. A monogamia, portanto, é a união mais em consonância com a lei do progresso, porque estimula o aperfeiçoamento dos laços de sentimento entre o casal. Para servir a Deus, entretanto, não importa se somos adeptos dessa ou daquela religião. O que interessa mesmo é o cultivo sincero da conduta ética em sintonia com os ensinos do Cristo que se refletem no pensamento atribuído a Gandhi: “Sê tu a mudança que queres ver no mundo”.

Reformador Nov.2010

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<div style="text-align: justify;">Que requisitos deve preencher uma pessoa que se propõe a ser um “condutor de almas”, assim entendido aquele que se dedica a ensinar os valores espirituais eternos, que tornam a criatura melhor e a aproximam do Criador?</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Na atualidade, ainda se acredita que tais pessoas devam revestir a aura de pureza ou “santidade” e ser submetidas aos rigores do celibatarismo, em renúncia a muitos prazeres da vida, inclusive às alegrias do casamento, da prole. Onde, porém, encontrar, na Terra – planeta de provas e expiações – ministros religiosos com tais predicados, em número suficiente para encetar tarefa de tamanha envergadura, perante bilhões de almas em evolução, ainda encarceradas nas teias da ignorância?</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Jesus, em seu ministério de amor e libertação, jamais preconizou tal exigência como condição absoluta para os trabalhadores do bem, tanto que escolheu como seus seguidores diretos pessoas comuns como nós, de todas as classes sociais, solteiros ou casados. Ao tratar da Lei de Reprodução, no Livro Terceiro, capítulo IV, questões698 a 701, de O Livro dos Espíritos, Kardec também questionou os Espíritos superiores sobre o celibato, a monogamia e a poligamia, recebendo dos mentores celestes respostas lógicas e consistentes.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">A palavra celibato provém do latim cælibatus, definido literalmente como “não casado”, nome utilizado para designar uma pessoa que se mantém solteira, mas que não está compromissada com a castidade ou impedida de ter relações sexuais. Comumente, porém, a palavra é associada à condição da pessoa que optou pela abstinência [jejum] sexual, que decidiu não se casar para assumir outro compromisso, como acontece, por exemplo, no caso de certos religiosos. O celibato, especialmente no Ocidente, no seio do catolicismo, é um cânone ao qual deve aderir, obrigatoriamente, todo aquele que opta pela carreira eclesiástica. Muitos religiosos, sobretudo quando são jovens, não raro influenciados pela família, pela sociedade, acreditam que terão condições de suportar uma vida de castidade, mas depois de ordenados não se adaptam aos hábitos monásticos. Ocorre que o celibato obrigatório, em oposição às leis naturais, nem sempre contempla as necessidades íntimas de cada um. É que a pessoa pode, eventualmente, ter vocação para ser um excelente religioso, mas não suportar a vida celibatária.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Não são poucos os religiosos, sobretudo do sexo masculino, que abandonam a carreira eclesiástica para se casarem.Autodenominam--se “padres casados”, e muitos deles continuam ministrando ofícios religiosos, à margem do Clero. São também chamados de “egressos” e, pelo que consta, em sua grande maioria, dão exemplos de conduta cristã em família. De acordo com o site da “Associação Rumos – Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados”, com sede em Brasília (DF), a entidade “não é um grupo de contestação contra a Igreja Católica Romana ou qualquer autoridade eclesiástica”. O objetivo da instituição é buscar o “diálogo com as instituições, Organismos Religiosos e Sociais, dentro de uma perspectiva ecumênica”, bem assim obter o “reconhecimento do ministério dos padres casados, a implantação do celibato opcional na Igreja Católica Romana e a valorização do papel da mulher na Igreja”.1 Segundo seus organizadores, os padres casados estão em toda parte. Formam um exército de pelo menos 100 mil homens, 5% deles no Brasil. [...] Por terem contraído matrimônio, com ou sem a necessária dispensa do compromisso do celibato concedida unicamente pelo papa, esses homens foram excluídos do ministério sacerdotal, não por vontade própria, mas por imposição de uma disciplina multissecular.2 Reportagem publicada em conhecida revista de circulação nacional alerta que o conflito com o celibato na Igreja Católica é um dos grandes desafios do sacerdócio. Perturba os padres há séculos e continua sendo um dos problemas mais sérios do Vaticano.3</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Existem aqueles que realmente estão em condições espirituais de subjugar o instinto sexual pelo exercício do amor universal. Essas pessoas, voluntariamente, vivenciam a castidade e optam pela abstinência do sexo para se dedicarem mais intensamente ao cumprimento de tarefas nobres, seja no campo intelectual, seja no assistencial ou religioso, sem que com isso tenham descompensações graves na área afetiva, capazes de lhes tirarem o equilíbrio, apesar das severas tentações que muitas vezes experimentam.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Mencione-se como exemplo Francisco Cândido Xavier e Madre Teresa de Calcutá, entre tantos outros missionários das mais diversas atividades humanas, inclusive nas áreas científica e filosófica, os quais renunciaram à vida conjugal em benefício da Humanidade. Nesses missionários, não se estancou o fluxo das energias criadoras do sexo, que foram direcionadas para outros objetivos nobres. Qualquer pessoa, principalmente o jovem solteiro, o homem ou a mulher solitários, o viúvo, independente de sua evolução, pode canalizar suas energias criadoras para o esporte, para as artes, para a caridade, para o trabalho edificante, como forma de atenuar as labaredas dos instintos que ainda se hospedam no animal racional.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Apesar de ser um ardoroso defensor da castidade, o apóstolo Paulo deu a entender que o celibato não era para todos, indistintamente, tanto que ressalvou, na 1a Epístola aos Coríntios (7:9): “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se”. O celibato imposto é uma distorção que tem levado muitos religiosos a abandonar as fileiras do sacerdócio. Outros, apesar de permanecerem reclusos nos conventos e nas igrejas, pelos mais diversos motivos, tornam-se infelizes e estão sujeitos a desregramentos sexuais lamentáveis, com grande desprestígio para o movimento religioso a que se vincularam e em prejuízo deles próprios, conduta que provoca desarmonias e perturbações de toda ordem.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Desse modo, o celibatarismo em si não é um ato meritório, podendo sê-lo, entretanto, quando a opção é tomada em prol da Humanidade, com a finalidade de ser útil ao próximo, sem ideias egoístas, como fez Padre Germano, que honrou a batina até o fim, servindo aos pobres e aos humildes.4 </div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Essa constatação, porém, não exclui os efeitos positivos do ascetismo consciente, no plano individual, muitas vezes escolhido pelo Espírito antes da encarnação como forma de conquistar a autodisciplina ou como forma de resgatar débitos do pretérito: [...] Todo sacrifício pessoal, tendo em vista o bem e sem qualquer ideia egoísta, eleva o homem acima da sua condição material.5</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Em outro extremo, encontramos a poligamia que, como o nome indica, é a união conjugal de uma pessoa com várias outras, pertencendo ao gênero do qual é espécie a poliginia e a poliandria.A poliginia serve para designar a união de um homem com muitas mulheres. No mesmo padrão, temos a poliandria, que é a união de uma mulher com vários homens. A monogamia, por seu lado, expressa a cultura em que o homem e a mulher têm apenas um cônjuge. No Planeta, mais especificamente na África e no Oriente, ainda existem povos que cultuam a poligamia, cuja extinção vem ocorrendo gradualmente, com o passar dos milênios, o que caracteriza o fim de um ciclo de etapas do progresso humano.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Embora em alguns casos imposta sob rótulos religiosos, trata-se de uma cultura protegida, em determinados países, pela legislação transitória dos homens, costume proveniente das eras remotas, em que prevalecia o estado de natureza, e também das sociedades patriarcais e matriarcais da Antiguidade, em que se exacerbavam os instintos animais, favorecendo a promiscuidade sexual. Por fim, o casamento monogâmico deve fundar-se na afeição dos seres que se unem, o que já não ocorre na poligamia, em que não existe afeição real, mas apenas sensualidade. A monogamia, portanto, é a união mais em consonância com a lei do progresso, porque estimula o aperfeiçoamento dos laços de sentimento entre o casal. Para servir a Deus, entretanto, não importa se somos adeptos dessa ou daquela religião. O que interessa mesmo é o cultivo sincero da conduta ética em sintonia com os ensinos do Cristo que se refletem no pensamento atribuído a Gandhi: “Sê tu a mudança que queres ver no mundo”.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Reformador Nov.2010</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">1 Disponível em: <http: dos.org="" sobre="" www.padrescasa="">. Acesso em 26/8/2010.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">2 Disponível em: <http: 872="" archives="" casados.org="" www.padres="">. Acesso em 26/8/2010.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">3 LIMA, Maurício. Amores proibidos. In: Revista VEJA, São Paulo, Ed. Abril, ano 32, ed. 1.584, n. 6, p.79, 10 fev. 1999.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">4 SOLER, Amalia Domingo. Fragmentos das memórias do Padre Germano. Pelo Espírito Padre Germano. Trad. Manuel Quintão. 1.reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2008.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">5 KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Comentário de Kardec à q. 699.</span></div>
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:03

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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

ASPECTOS DA PSICOMETRIA

Em dezembro de 1946, em Wierden na Holanda, uma jovem foi atacada e gravemente ferida a golpes de martelo por um homem que conseguiu fugir sem que ninguém, nem sua vítima, pudesse vê-lo. Ao fugir, porém, o criminoso deixou no local o mar teto que usara como arma.
Todos os esforços ela policia para localizar o agressor foram em vão. Nenhuma pista existia. Ninguém vira coisa alguma. Não havia impressões digitais, neta pegadas, nada. Foi então que o prefeito de Wierden lembrou-se de pedir o concurso do famoso médium Croiset, solicitando elite ele cooperasse com a policia para solucionar aquele caso misterioso. Croiset requereu o martelo que o agressor usara e após segurá-lo por alguns instantes começou a declarar, bem ao estilo de Sherlock Holmes, embora sem usar de nenhuma capacidade dedutiva nem da observação de indícios mínimos, percebidos através de lentes de aumento:
- O criminoso é um homem de quase trinta anos. É alto, escuro tem uma orelha meio deformada. Usa um anel com uma pedra azul. Mas o verdadeiro dono do martelo é um homem de 55 anos, que vive em uma das três casas que são vizinhas uma das outras. São chalés com telheiros baixo.
Com estas indicações a polícia não tardou a prender o criminoso, chie em tudo correspondia á descrição verta.
Psicometria é a faculdade pela qual é possível conhecer fatos relativos, a história de um objeto ou das pessoas que estiveram em relação com ele, pelo simples contato com esse mesmo objeto. O termo psicometria foi criado por Buchanan em 1849 e embora seja uma designação inadequada, o uso já a consagrou. O excelente dicionário de Espiritismo, Metapsíquica e Parapsicologia, de João Teixeira de Paula, fornece outra; denominações para o fenômeno, quais sejam: afia, criptestesia pragmática, lucidez indireta, metagonia táctil, pragmancia, psicognição e telegnomia. Todos estes termos, porém, são tão ou mais impróprios que o tradicional. Conto o que nos prende, entretanto, é o fenômeno em ,i, vejamos algumas formas pelas quais ele se apresenta. O caso abaixo é citado por Bozzano em "Enigmas da Psicometria"
O general Joseph Peters, de Munique, pretendendo fazer unta experiência com o psicômetra Alfred von Peters, entregou-lhe sem maiores informe, uma medalha que pertencera a sua irmã (do general), já falecida. Acreditava o militar que o sensitivo fosse falar da moça que morrera, mas para seu espanto von Peters passou a descrever com absoluta exatidão de detalhes não a irmã, mas a mãe do general. Só depois, meditando e questionando sobre aquela ocorrência que tanto o intrigara, foi que o general descobriu que aquela medalha fora feita de uns brincos que pertenceram a sua mãe e que depois que sua irmã os mandara fundir para fazer a medalha, nunca chegou a usar esta jóia. Era natural, pois, que o metal estivesse muito mais "impregnado" pela personalidade da anciã que da moça.
O caso seguinte, também extraído da obra citada, vai aqui drasticamente reduzido.
A Srta. Hawthorne, dona de grande sensibilidade psicométrica, ganhara de um conhecido muito idoso uma velha escrivaninha. Ao remexer em suas gavetas encontrou entre algumas bugigangas um velhíssimo pedaço de linho, que resolveu psicometrizar em vez de deitá-lo fora, tão antigo lhe parecera o tecido. E ao segurá-lo sentiu-se como que transportada para a Abadia de Westminster, em uma sala sombria e quase sem ar, onde notou várias figuras de cera, entre as quais estava a rainha Isabel usando uma saia de veludo ricamente ornamentada. E por baixo dessa saia a sensitiva percebia uma outra, de linho, da qual teria sido extraído o fragmento que agora detinha em suas mãos.
A Srta. Hawthorne nada sabia sobre a Abadia de Westminster, mas ao fazer averiguações posteriores foi informada que, de fato, as figuras de cera ali existiam, estando agora recolhidas a uma sala sem acesso para o público. Escrevendo então uma carta para o ancião que lhe enviara a escrivaninha de presente, quis a sensitiva saber de mais detalhes sobre o pedaço de linho que encontrara. O velho, porém, não soube dizer muita coisa. Lembrava-se que o linho pertencera a sua irmã e que tinha algum valor histórico que desconhecia qual fosse. Sua irmã, já falecida, tinha grande apreço pelo tecido por havê-lo ganho de uma pessoa relacionada com a Abadia de Westminster!
Mas a psicometria também pode colocar o sensitivo em relação com um animal. Vejamos este caso que o Bozzano extraiu do "Light" de 1904. A psicômetra é a mesma Srta. Hawthorne, que já conhecemos, e a narrativa, tão rica de detalhes, vai aqui também muitíssimo reduzida.
Entregaram àquela moça uma pena da asa de um pombo-correio que acabara de retornar ao pombal após uma longa viagem. Diz então a sensitiva:
- Esta pena esteve encerrada em um ambiente muito apertado. Um cesto! O corpo de seu dono é igual um feixe de nervos (...)
Era exato. O pombo fora remetido de Gornal Wood para Fernhill Heath dentro de um cesto. Prossegue a psicômetra:
- Livre, ei-lo agora que voa alto (...) E sobe, sobe tanto que parece encaminhar-se para o sol.
Também exato. Aquela espécie de pombo se distingue das demais pela altura de seu vôo.
- Vai ele subindo sempre, até entrar em contato com uma força sutil, ou corrente magnética, que o põe em contato com o seu pombal (...) Agora atravessa nuvens espessas e acelera o vôo, porque a friagem do ar rarefeito lhe dificulta a respiração.
Certo. Durante a viagem de regresso o tempo em algumas regiões não era bom e havia muitas nuvens baixas que a ave teve por força que atravessar.
- Ao aproximar-se do pouso o pombo torna-se como que indeciso(...) Haverá nas proximidades do pombal dois gatos, um de pelo rajado e outro de focinho preto com malhas brancas:' É que ambos infundem grande ansiedade ao pobre pombo.
Exaltíssimo. Junto ao pombal rondavam sempre dois gatos, um rajado e outro branco e preto, que viviam a perseguir as aves.
O notável deste caso é que a sensitiva foi capaz de entrar em contato tão íntimo com a ave, a ponto de experimentar as sensações e os estados emocionais daquela almazinha. Até mesmo a imagem dos gatos memorizada pela ave em sua ansiedade foi possível perceber, pelo simples contato com uma de suas penas.
Mas um psicômetra pode experienciar igualmente as sensações sofridas por um vegetal. Socorramo-nos ainda de Bozzano.
A sensitiva agora é a Srta. Edith. A 25 de março de 1904 ela recebeu um pequeno galho de árvore e foi psicometrá-lo dia 27, às 11 horas. Diz ela:
- Que significa toda esta agitação? Por que o solo vibra sem cessar? Também as raízes desta árvore estão tremendo e vibrando(...)
Realmente, distante cerca de 400 jardas daquela árvore estava sendo cavado um túnel. Quatro horas após a psicometria houve inclusive um desmoronamento do terreno!
- Não é muito alta nem muito copada esta árvore. Tenho a intuição de frutos. Estou num pomar.
Também estas observações eram absolutamente exatas.
- A árvore afigura-se-me envolvida em atmosfera glacial, assomada por uma sensação de frio; as próprias raízes estão transidas, geladas. O terreno não ë bastante quente nem restaurador (...) Solo frio e úmido.
Correto. O terreno era árido, frio, úmido. As raízes da árvore se estendiam até perto de um poço cuja água durante o inverno ficava congelada, o que por certo comprometia todo o subsolo próximo às raízes.
Também com respeito aos fatos atinentes a um mineral podem os psicômetras entrar em contato. A narrativa seguinte Bozzano colheu-a em "Psychometric Researches". do professor William Denton. A sensitiva era a Sra. Elisabeth Denton. Os fatos narrados pela psicômetra foram, posteriormente, constatados como exatos, visto que no momento da experiência nem mesmo o professor os conhecia. O caso é este:
O professor Denton estava em Jaynesville e ali apanhou uma pedra, ao acaso. Tirou dela uma lasca e apresentou-a a sensitiva, que passou a dizer:
Meu Deus! quantas convulsões da matéria aqui se ocultam (...) Tenho a impressão de ser vomitada por um vulcão (...) Eisme agora depositada no flanco da montanha (...) Al fico longo tempo; depois mergulho em profunda cavidade. Envolvem-me a água e a umidade (...) As águas se espalham agora com grande violência e fazem-me rodar vertiginosamente (...) Depois estou depositada no leito de um lago (...) Esse lago está situado em região frigidíssima (...) O gelo move-se e eu com ele me movo (...)Agora aumenta o calor coma que provindo de baixo. E funde-se o gelo, esgota-se, forma riachos. Estou enfim segregada desse movimento e já não me desloco senão ocasionalmente.
O professor conseguiu comprovar que aquele fragmento de rocha era, de fato, de origem vulcânica e que fora colhido em uma região repleta de "blocos erráticos" depositados no local por antigas geleiras provindas do Norte. Merece destaque a sensação de calor que vinha de baixo para cima: a pedra havia sido encontrada (e dito o professor não sabia) numa região de chumbo, que ali havia surgido elevando-se através de camadas porosas e pedregosas para depois se fixar nos leitos de calcário magnesiano. Os dados fornecidos pela psicômetra eram, pois, exatos: a pedra fora cuspida por um vulcão e depois conduzida por uma geleira que se deslocou até que o gelo se fundiu por ação do chumbo que se elevava.' Ao se fundir o gelo nessa região geologicamente quente, ali ficaram depositados os blocos rochosos de origem vulcânica. São bastante interessantes as considerações que faz Bozzano em "Os Enigmas da Psicometria" sobre a maneira pela qual pode uma rocha guardar a "memória" das sensações (?) que teve há milênios, desde a expulsão sofrida, até o gelo que a conduziu a uma região aonde o calor vinha de baixo para cima. É mesmo intrigante que uma pedra possa ter senso de direção. Mas as cogitações de Bozzano, por extensas, não as podemos reproduzir aqui. Recorra o leitor interessado ao livro em causa.
No entanto a psicometria pode também ensejar o contato mediúnico entre "vivos" e "mortos". E há ainda a chamada psicometria de ambiente, cuja menção foi omitida no excelente dicionário do Sr. João Teixeira. Voltaremos ao assunto para darmos urna olhada em ambas.

Revista Internacional de Espiritismo – Outubro de 1984
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 14:03

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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

A ESTRELA DE BELÉM



Segundo a tradição evangélica, uma estrela guiou a Belém os três sábios orientais, conhecidos como os reis magos Baltasar, Melchior e Gaspar.
A intenção era homenagear Jesus, o enviado divino.
Aparentemente, apenas o trio de peregrinos via o astro brilhante.
Ninguém mais foi conduzido à cidade de Davi.
Isso significa que somente eles possuíam aqueles “olhos de ver”, de que Jesus falaria várias vezes, reportando-se às pessoas dotadas de entendimento mais dilatado e de percepção para os valores espirituais.
A estrela de Belém fulge sempre no mês de dezembro, mostrando o caminho para que os discípulos do Evangelho rendam, também, homenagens a Jesus.
Os que têm “olhos de ver”, a partir de um entendimento mais amplo da mensagem cristã, percebem que ela não aponta em direção às Igrejas, aos Centros Espíritas, aos Templos Evangélicos.
Embora respeitáveis em suas finalidades, estimulando-nos à comunhão com Deus e ao cultivo das virtudes cristãs, não é neles que o Mestre nos espera.
Se prestarmos atenção, se observarmos com cuidado, perceberemos que a Estrela de Belém aponta para a periferia, para casebres tão humildes e pobres quanto a estrebaria que abrigou a família sublime.
Dizem os sociólogos que lá estão os excluídos, eufemismo com que definem os miseráveis que vivem abaixo da linha da pobreza.
Mais correto lembrar que lá estão, simplesmente, nossos irmãos!
É junto deles que Jesus nos procura, nos fala, nos chama, nos espera para as providências necessárias, a fim de que possam desfrutar de um Natal feliz, marcado pela abençoada esperança que viceja na alma dos sofredores, quando sentem que não estão abandonados à própria sorte.

Amigo leitor.
Comemore o Natal.
Abrace familiares e amigos, nos júbilos da abençoada Noite Feliz.
Mas, se deseja a presença do Mestre Divino, lembre-se: é preciso ir ao seu encontro, a fim de convidá-lo.
Contemple o Céu com “olhos de ver” e perceba a Estrela de Belém apontando os campos abençoados da solidariedade.
Ali encontraremos Jesus.

Richard Simonetti

Reformador Dezembro/04
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 13:57

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