Quinta-feira, 24 de Março de 2011

ESPIRITISMO

"...Que te importa a ti? Segue-me tu."
Jesus (João, 21:22).
É muito comum ouvirmos de pessoas que não conhecem o Espiritismo que fulano freqüenta o "espiritismo de terreiro", sicrano é da linha do "espiritismo de umbanda", ou ainda que beltrano pratica o "baixo espiritismo."
Espiritismo não é, como muita gente pensa, uma religião onde os adeptos dedicam-se unicamente a receber comunicações daqueles que os precederam na viagem do além-túmulo, para sanar curiosidades ou resolver problemas materiais. Aliás, para o seguidor dessa doutrina isto é o que menos importa. O que mais preocupa os espíritas é a evolução integral do homem espiritual, embora não sejam alheios às necessidades do homem material.
O espírita não aceita pagamentos por "favores" conseguidos por seu intermédio. Ele cumpre à risca o "Daí de graça o que de graça recebestes." Tudo isso porque existe dentro dele a vontade insaciável de ajudar aos irmãos menos favorecidos. E é com este procedimento que vamos mais e mais correligionários engrossando a fileira dos trabalhadores que dão o seu testemunho a esta seara cristã.
Sempre que ouvir, caro leitor, referências que dividam o Espiritismo em "baixo" ou "alto", de "mesa branca" ou "escura" procure esclarecer, lembrando que os rituais, imagens e alegorias são objetos do plano material e que não têm razão de existir em uma doutrina que oferece ensinamentos profundos, porém acessíveis a todos os níveis culturais. Acrescente que o Espiritismo é filosofia que proporciona a maneira exata de encarar a vida, respondendo-nos os porquês de nossos problemas, é ciência que vem mostrar quem é a causa primária de tudo e é religião quando ensina que "Fora da caridade não há salvação".
Acreditamos não ser demais registrar aqui que: "O Espiritismo cresce porque leva o homem ao estudo, ao raciocínio e á prática dos ensinamentos evangélicos e que: O Espiritismo é fortaleza, segurança, equilíbrio, paz, convicção, orientação, prudência, serenidade, solidariedade, trabalho e, para os que o negam, (ou confundem com outras doutrinas) convinha, por obrigação e dever de todos, estudá-lo para poderem falar de um assunto com conhecimento próprio e inclusive contradizê-lo".
Pretender esconder os benefícios que o Espiritismo tem dado para o aperfeiçoamento e progresso do homem é a mesma coisa que querer esconder a luz solar com uma peneira.
Poderemos voltar um pouco à história e lembrar que Moisés, no cumprimento de sua tarefa, conseguiu abrandar os rudes costumes do homens da época, fazendo reinar entre eles a lei da justiça. Jesus com sua bondade trouxe através da exemplificação ensinamentos que calaram fundo nos corações humanos. O Espiritismo, sendo a Terceira Revelação, vem nos trazer a verdade do Espírito. Ele é a semente latente que brota no solo arado pelo rude "Olho por olho, dente por dente" e adubado pelas leis do Amor do Mestre dos mestres para esclarecer a Humanidade sequiosa por estes ensinamentos.
Porém, caro leitor, se você não conseguir esclarecer todos aqueles que vivem dividindo a Doutrina Consoladora não se preocupe com sua integridade. Acredite em Kardec que certa feita disse: "O Espiritismo sobreviverá com os homens, sem os homens e apesar dos homens".
Livro: "Reflexos das Atitudes" Ed. Espírita Mensagem de Esperança
Boletim Informativo Mensal do Grupo Espírita Redenção
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 16:11

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Quarta-feira, 9 de Março de 2011

A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS

 

Gratificante que esse tema, até pouco tempo tão deslembrado, esteja agora visitando e instigando a mente de tantas pessoas, não necessariamente espíritas, mas, ao menos, espiritualistas, querendo saber o que acontece com os animais depois que morrem...

De minha parte e dentro do que conheço do Espiritismo, respondo a esse questionamento retrocedendo no tempo, partindo da criação dos seres vivos:

– Deus, “[...] a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”, (1) cria sem cessar. Uma de suas criações é o Princípio Inteligente (PI), representado pela mônada (2) que verte do “Princípio Inteligente Universal” e que, contemplada com a eternidade(!), enceta longa rota evolutiva, estagiando inicialmente no mineral, a seguir no vegetal, depois no animal, daí ao hominal e, finalmente, no angelical;

– para essa extensa fieira de experiências, a fim de atuar sobre a matéria, o Princípio Inteligente utiliza “o concurso de uma força, a que se conveio em chamar fluido vital” e em todo ele estará revestido “de um invólucro invisível, intangível e imponderável [...]”. Esse invólucro denomina-se “perispírito” (apesar de sua materialidade, é bastante eterizado). É formado de matéria cósmica primitiva – o fluido universal; (3)

– nos três primeiros estágios citados, a pouco e pouco cada PI irá se individualizando, percorrendo infinitos ciclos evolutivos, num e noutro plano da vida (o espiritual e o material), durante os quais será mantido, monitorado e guiado por Inteligências Siderais, responsáveis pela vida, por delegação divina;

– nesses três reinos o PI gradativamente irá sendo equipado, por aqueles Protetores, de instinto e “automatismos fisiológicos”, (4) representando poderosos equipamentos para possibilitar-lhe a sobrevivência, nos rudes crivos que terá de superar, até humanizar-se, quando então, ainda com tais condicionamentos automáticos (que possibilitam o metabolismo), estará equipado de livre-arbítrio, inteligência contínua e consciência;

– à medida que ocorre a sua individualização, na extensa rota de experiências, no reino animal, o PI já é uma alma, “porém inferior à do homem”;(5) assim sendo, é lícito deduzir que revestindo essa alma há um corpo astral – o perispírito –, sutil, mas ainda material (como já registramos) e sempre mais grosseiro que o do homem.

Tratando-se agora dos três reinos e, em particular, da morte dos animais, Kardec perguntou (6) e obteve respostas claras, não passíveis de segunda interpretação.

Resumindo essas respostas:

– minerais só têm força mecânica (não têm vitalidade);

NOTA: Quer me parecer que essa força é a que mantém a agregação do átomo, que acompanhará as várias vestimentas físicas do PI em toda a vasta fieira de experiências terrenas.

– vegetais são dotados de vitalidade e têm vida orgânica (nascem, crescem, reproduzem e morrem), além de serem dotados de instinto rudimentar;

– animais têm instinto apurado e inteligência fragmentária, além de linguagem própria de cada espécie; têm um princípio independente, que sobrevive após a morte; esse princípio independente, individualizado, algo semelhante a uma alma rudimentar, inferior à humana, dá-lhes limitada liberdade de ação (apenas nos atos da vida material); assim, pois, não têm livre-arbítrio; essa “alma”, não sendo humana, não é um Espírito errante (aquele que, no intervalo das encarnações, pensa e age pelo livre-arbítrio);

– ao morrer, cada animal é classificado pelos Espíritos disso encarregados; enquanto aguardam breve retorno às lides terrenas, via reencarnação, são mantidos em vida latente e sem contato, uns com os outros; ao serem reconduzidos à nova existência terrena são alocados em habitats de suas respectivas espécies.

Aqui encerro o meu (incompleto) resumo do que consta em O Livro dos Espíritos.

Respeitáveis autores espíritas, desencarnados, aduziram informações sobre  esse tema. André Luiz, em particular, narra que vários animais são encontrados na Espiritualidade, como por exemplo aves, cães, cavalos, íbis viajores, muares. Alguns são “escalados” para tarefas diversificadas (cães e cavalos, na maioria das vezes, como se vê, respectivamente, em duas obras: (7) Nosso Lar, cap. 33 e Os Mensageiros, cap. 28).

No capítulo XII da citada obra Evolução em Dois Mundos, André Luiz narra que, após a morte, os animais têm dilatado o seu “período de vida latente” no plano espiritual, caindo em pesada letargia, qual hibernação, de onde serão genesicamente atraídos às famílias da sua espécie, às quais se ajustam.

Essa informação considero-a fundamental para o entendimento de como os animais vivem no plano espiritual, tendo Kardec registrado que, após a morte, os animais são classificados e impedidos de se relacionarem com outras criaturas;

André Luiz, agora, diz a mesma coisa, de outra forma, ao mencionar que os animais que não são destacados para alguma tarefa entram em hibernação e logo reencarnam.

Depreendo, assim, que na Espiritualidade os animais não utilizados em vários serviços não têm vida consciente, mas vegetativa, o que responde à pergunta de como vivem lá: sem qualquer relacionamento, uns com os outros. Assim, não havendo ação de predadores inexistem presas; mantidos em hibernação, não se alimentam, não brigam, não reproduzem, não se deslocam.

Como se nota na literatura espírita, as referências sobre animais na Espiritualidade reportam-se, na maioria das vezes, a animais que podem ser denominados biológica e espiritualmente “superiores”.

Raríssimas são as notas sobre aves, peixes, insetos ou sobre as incontáveis espécies extintas no Planeta.

Igualmente escassas, as anotações sobre a fantástica transição do animal (quais espécies animais?) para o hominal – o “elo perdido”, dos biólogos...

Sem nos esquecermos da instigante citação, feita de relance por André Luiz, em Nosso Lar, em se referindo à existência, na Espiritualidade, dos “parques de estudo e experimentação”.

O fato é que existem, sim, tais anotações, porém, o espaço disponível para meu texto não comportaria mais informações sobre a espiritualidade dos animais.

Reformador Fev.08

 

(1)KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. 90. ed. Rio de Janeiro: FEB. Questão 1.

(2)Mônada: organismo muito simples, que poderia ser considerado uma unidade orgânica. “Mônada celeste” seria a célula espiritual, manifestando-se em “o princípio inteligente (PI) em suas primeiras manifestações”, ou seja, na primeira fase de evolução do ser vivo, “os germes sagrados dos primeiros homens”.

(3)DELANNE, Gabriel. A evolução anímica. 12. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. “Introdução”, p. 15-16.

(4)XAVIER, Francisco C.; VIEIRA, Waldo. Evolução em dois mundos. Pelo Espírito André Luiz. Ed. Especial. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Primeira Parte, cap. 4, p. 39.

(5)KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. 90.ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Questão 597/597-a.

(6)______. Parte segunda, cap. XI, “Dos três reinos”.

(7)Ambas as obras de André Luiz, autor espiritual, com psicografia de Francisco Cândido Xavier. Ed. FEB

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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 19:42

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NA DIFUSÃO DO ESPIRITISMO

“E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos se não desfalecermos.” — Paulo.
(GÁLATAS, 6:9.)

Difundamos sempre o Bem — falando, escrevendo e, sobretudo, esforçando-nos por sua exemplificação na vida cotidiana — mesmo que o mal resida ainda em nós, retendo-nos nas faixas da insegurança.
Divulgando-o, em todas as suas faces, esta¬remos não só consolidando o “pouco” já adquirido, mas, também, induzindo os que nos ouvem, nos lêem e nos observam, a que amem o Bem e ao Bem procurem afeiçoar-se.
Falemos, escrevamos e exemplifiquemos o Bem, segundo nossas possibilidades, ainda que se não tenha ele instalado em nossa alma, de forma definitiva.
Falemos de tudo que edifica.
Da Alegria — ainda que, muita vez, seja¬mos surpreendidos pelo desalento injustificável...
Do Altruísmo — embora observando que o egoísmo ainda se não ausentou de nossa realidade espiritual...
Do Desprendimento — como recurso à felicidade maior, mesmo que sintamos, em nós, o apego aos bens perecíveis...
Da Simplicidade — ainda que a ostentação, interior e exterior, fale de nossa condição...
Da Humildade — por sublime virtude evangélica, notando, embora, que o orgulho ainda é um companheiro semimorto nos escaninhos do nosso pensamento
Do Equilíbrio — por norma de engrandecimento moral; mesmo verificando que ainda não apresentamos condições para vivê-lo integral e plenamente...
Utilizemos as energias de que dispomos para exemplificar o Bem junto aos nossos semelhantes, como precioso recurso de aproximação fraterna, embora ainda não o possamos praticar da maneira preceituada pelo Evangelho do Reino e pela Doutrina Espírita.
*
A orientação do doutor de Tarso é oportuna e convincente, inclusive sob o ponto de vista da lei de Causa e Efeito, da qual o Espiritismo se fez também arauto: “E não nos cansemos de fazer o Bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.
Sim, companheiros de Ideal Espírita, difundam os sempre as coisas que edificam e constroem para a Eternidade.
Não consintamos que a nossa boca ou as nossas mãos se prestem à inglória tarefa de, pela palavra e pela pena, expandir o mal.
Nossas imperfeições não nos dão o direito de apologizarmos o mal, em qualquer de suas expressões; apesar delas, sentimos o imperativo de enaltecer da vida, que é tão sublime e bela em seus objetivos, o lado bom, a fim de, que, servindo-nos ainda da inspiração de Paulo, não tenhamos a boca “cheia de maldição e de amargura”.
Emmanuel, iluminado Instrutor, no sentido mais exato que a palavra encerra, acentua, em educativa mensagem, que “a disciplina antecede a espontaneidade” — frase que, em nosso entendimento, pode ser assim traduzida: Até que atinjamos posição espiritual em que a atividade no Bem se realize com naturalidade, cabe-nos o imperativo de praticá-lo, contrariando, inclusive, nossos impulsos e sentimentos.
A evolução é fruto de constante esforço. Quem se entrega ao erro, ao erro se escraviza; quem dele sai, reintegra-se no equilíbrio, renova-se para a Luz.
*
Difundamos e pratiquemos, incansavelmente, tudo quanto, pelo conhecimento já adquirido, constitui a razão de ser de nossas lutas e aspirações atuais — e que, no Grande Porvir, será luminosa e definitiva realidade em nosso caminho.
Usemos a palavra e a pena em favor do que é bom, do que ajuda, harmoniza e constrói; no entanto, é imprescindível não esqueçamos o imperativo da aplicação do que difundimos.
Todo o nosso empenho deve ser no sentido de nunca desmentirmos o que pregamos, muito embora nem sempre isto seja possível, dada a fragilidade de nossas conquistas espirituais.
Eventuais desacertos e enganos, consequen¬tes da instabilidade que ainda assinala nossa posição evolutiva, não devem nem podem justificar, em hipótese alguma, transformemo-nos em semeadores do desânimo e do egoísmo, da avareza e da ostentação, do orgulho e do desequilíbrio.
Nosso dever imperioso, na difusão do Espiritismo, consiste em fazermos que nossas mãos e bocas veiculem sempre, em quaisquer circunstâncias de nossa vida, a frase de esclarecimento e de consolação. Falando, escrevendo e praticando, na medida de nossos recursos, o Infinito Bem, contribuiremos para que a Doutrina Espírita, sob o radioso pálio do Evangelho do Senhor, cumpra, por divino emissário da Esperança e da Caridade, seus objetivos junto ao coração humano.

Fonte: Reformador – agosto, 1964
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 15:30

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Terça-feira, 1 de Março de 2011

A QUEM AMAMOS ?

Esta historia é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa, após a terrível guerra do Vietnã.
Ele ligou para seus pais, em São Francisco, e lhes disse:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a lhes pedir.
- Claro meu filho, peça o que quiser!
- Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.
- Claro meu filho, nos adoraríamos conhecê-lo!!!!
- Entretanto, ha algo que vocês precisam saber. Ele foi ferido na ultima batalha que participamos. Pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior é que ele não tem nenhum lugar para onde ir. Pôr isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar onde ele possa morar e viver tranqüilamente!
- Não, eu quero que ele venha morar conosco!
- Filho, disse o pai, você não sabe o que está nos pedindo. Alguém com tanta dificuldade, seria um grande fardo para nós. Temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver pôr si mesmo...
Neste momento, o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele.
Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema da policia de São Francisco.
O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A policia acreditava em suicídio.
Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para identificar o corpo do filho.
Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram algo que desconheciam...
O filho deles tinha apenas um braço e uma perna.

PONTO DE REFLEXÃO
Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis. De preferência, ficamos longe destas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou "espertas" como nós acreditamos que somos. Ainda bem que existe alguém que não nos trata assim. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos acolhe dentro de uma só família. Esta noite, antes de nos recolhermos, façamos uma pequena prece para que DEUS nos de a força que precisamos para aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos, a compreender aqueles que são diferentes de nós. Ha um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração. Você não sabe como ele acontece ou quando surge. Mas, você sabe que este sentimento especial aflora Aí você percebe que a AMIZADE e o presente mais precioso de Deus. Amigos são como jóias raras. Eles fazem você sorrir e lhe encorajam para o sucesso. Eles nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo E estão sempre com o coração aberto para nós.

Autor desconhecido
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 05:27

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