Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011

COMEMORAÇÃO DE ANIVERSÁRIO


Como você costuma comemorar o seu aniversário?
Quando se é criança, aniversário tem gosto de brigadeiro e sabor de brincadeiras. Espera-se o dia com muita ansiedade.
As mães já estão habituadas a responder, durante meses, a mesma pergunta: É hoje o dia do meu aniversário?
E, em verdade, embora as crianças queiram muito comemorar, para elas o mais importante são os amigos. É claro que elas adoram abrir os pacotes de presentes. Aliás, rasgam o papel com muita pressa, pois querem logo ver o que está dentro.
Elas gostam de cachorro quente, brigadeiro e sorvete. Mas, o que mais apreciam são as brincadeiras com os amigos.
Tão verdadeiro é isso que, normalmente, quem fica ao redor da mesa de doces e salgados são os adultos. A criançada está correndo no jardim, no pátio, gritando, pulando, rindo.
Costuma-se dizer que algumas datas são marcantes. O calendário terrestre estabeleceu, por exemplo, o aniversário de quinze anos como especial. Particularmente para as meninas.
Não mais que o de vinte e um anos, porque os jovens conquistam a sua liberdade. É a maioridade.
E que se dizer da marca dos cinquenta anos? Meio século de conquistas, de atividades. Idade de reflexão, de ponderação.
Na medida em que os anos vão se somando, os aniversários passam a ter outro sabor. Sabor de saudade, de lembrança, de recordações, de amigos que já não estão ao seu lado.
Há os que apreciam festas ruidosas, com música, dança e muitas pessoas ao redor. Há os que preferem comemorações mais íntimas, com os amigos mais chegados.
A atriz Jamie Lee Curtis instituiu uma tradição de aniversário envolvendo a sua mãe, a também atriz Janet Leigh.
Todos os anos, até a morte de sua mãe, em 2004, no aniversário de Jamie, ela telefonava para a mãe às oito horas e trinta e seis minutos, e imitava um obstetra:
Muito bem, Janet. Vamos. Continue a fazer força. Respire fundo. Lá vai!
Às oito horas e trinta e sete minutos, Jamie imitava o choro de um recém-nascido e agradecia à mãe por ter feito tanta força.
Toda vez, conta a atriz, sua mãe ria e chorava ao mesmo tempo.
E sempre que alguém comemora um aniversário, Jamie pergunta: Já ligou para sua mãe e agradeceu?

*   *   *

Todos os que estamos vivendo na Terra devemos ser muito gratos pela vida. Nosso primeiro agradecimento a Deus, que por amor nos criou.
Depois a nossos pais que nos geraram. A nossa mãe que nos embalou com sua sinfonia rítmica, mantendo-nos próximos ao seu coração, durante toda a gestação.
E depois de termos nascido, nos amamentou, cuidou, ensinou, esquecendo-se de si mesma.
Por isso, não aguarde o seu aniversário. Hoje mesmo, agora, diga para sua mãe: Obrigado, mãe, por tantas coisas, pela minha vida. Obrigado por ter me transformado nesse ser completo que vive, ama, sente, trabalha e é feliz.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Comemoração, de Seleções Reader's Digest, de abril de 2000.
Em 02.09.2011.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 17:54

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Domingo, 2 de Janeiro de 2011

OPORTUNIDADE E TEMPO – ANO NOVO

Todos querem iniciar mais um ano com esperanças renovadas. É um momento de alegria e confraternização.

As rogativas, em geral, são para que se tenha muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender.

Mas será que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?

Se Deus nos dá saúde, o que normalmente ocorre é que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Sejam com os excessos na alimentação, bebidas alcoólicas, tabaco, ou outras drogas não menos prejudiciais à saúde.

Não nos damos conta de que a nossa saúde depende de nós.

Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.

Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.

Tudo continua sendo como na véspera. Os doentes continuam doentes, os que estão no cárcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.

Nós, e somente nós podemos construir um ano melhor, já que um feliz ano novo não se deseja, se constrói.

Poderemos almejar por um ano bom se desde agora começarmos um investimento sólido, já que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.

Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova direção à nossa estrada particular.

Se começarmos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.

Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas mãos no trabalho de construção de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.

Só há um caminho para se chegar à felicidade. E esse caminho foi mostrado por quem realmente tem autoridade, por já tê-lo trilhado. Esse alguém nós conhecemos como Jesus de Nazaré, o Cristo.

No ensinamento "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo" está a chave da felicidade verdadeira.

Jesus nos coloca como ponto de referência. Por isso recomenda que amemos o próximo como a nós mesmos nos amamos.

Quem se ama preserva a saúde. Quem se ama não bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o espírito com a ira, a inveja, o ciúme etc.

Quem ama a Deus acima de todas as coisas, respeita sua criação e suas leis. Respeita seus semelhantes porque sabe que todos foram criados por ele e que ele a todos nos ama.

Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, não tem outra saída senão construí-lo.

Importa que saibamos que o novo período de tempo que se inicia, como tantos outros que já passaram, será repleto de oportunidades. Aproveitá-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de nós.

***

O rio das oportunidades passa com suas águas sem que retornem nas mesmas circunstâncias ou situação.

Assim, o dia hoje logo passará e o chamaremos ontem, como o amanhã será em breve hoje, que se tornará ontem igualmente.

E, sem que nos dermos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de ano passado e assim sucessivamente.

Que todos possam aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na construção do amanhã feliz que desejamos, pois a eternidade é feita de segundos.•.

Autor: Equipe da Redação do Momento Espírita, com base no livro Repositório de sabedoria, verbetes: oportunidade e tempo.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 11:49

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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

UMA VERSÃO DIFERENTE

É muito natural, hoje em dia, a discussão acerca do abortamento. Um assunto como esse não poderia merecer menor atenção das pessoas, pela seriedade com que se apresenta.
Quando tratamos dessas questões, poderíamos ir um pouco mais fundo em nosso raciocínio, perguntando-nos se, em algum momento de nossas vidas, já não cometemos algum tipo de abortamento.
Talvez a primeira resposta que nos venha à mente é a de que nunca cometemos um abortamento. Pelo menos, não no que se refira à interrupção da gestação de um corpo.
Mas se pensarmos de forma mais abrangente, podemos dizer que provocamos um aborto toda vez que, por um motivo ou outro, impedimos que boas idéias se manifestem.
Quando impedimos que uma pessoa expresse seus sentimentos, suas opiniões.
Ou se não contribuímos com o que temos de bom para alguém, estamos abortando as oportunidades que as situações nos oferecem.
Se pensarmos bem, esses fatos ocorrem com freqüência em nossas vidas.
Se estamos ceifando idéias, reprimindo fatos, matando bons pensamentos, estamos provocando o abortamento das boas coisas.
Quando, no lar, não permitimos que as idéias dos demais familiares sejam expressadas; quando não permitimos que um filho ou irmão nos conte algum fato; quando não damos a devida atenção às suas conversas, podemos estar cometendo um abortamento dos mais sérios, porque impedimos que a boa desenvoltura, o interesse, a confiança da criança se manifeste.
Talvez esses fatos não nos pareçam importantes, mas se não colaboramos para o bom entendimento familiar, através do diálogo, valorizando as boas idéias, as opiniões, andamos pelas vias do egoísmo, praticando o abortamento das oportunidades de crescimento e harmonia.
Devemos meditar acerca do assunto, e examinar se não estamos cometendo muitos abortamentos desse tipo.
As boas idéias, as grandes realizações sempre exigiram um tempo para acontecer, um tempo que se faz natural para que as coisas amadureçam e venham a frutificar no tempo certo.
É assim que se dá com a formação da vida física, que requer um tempo determinado para que o corpo se forme e possa vir à luz.
Dê uma chance às boas idéias, às opiniões construtivas, para que a vida se faça pelas boas realizações de cada dia, na construção conjunta de um futuro melhor, como Deus que nos renova a cada dia a certeza de que viver é para sempre.
*
Amar ao próximo como a si mesmo, e fazer pelos outros o que gostaríamos que os outros fizessem por nós é a expressão máxima da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo.
Não podemos encontrar guia mais seguro a tal respeito do que fazer ao próximo aquilo que para nós desejamos.
Quando permitimos e respeitamos o espaço das pessoas que convivem conosco, ouvindo com atenção as suas idéias e respeitando suas opiniões, estamos no rumo certo para a destruição do egoísmo.

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita. Texto baseado no item 4 do cap. XI, de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb. Em 11.04.2008
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:01

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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

O PONTO NEGRO

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
- Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto, e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam. Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins, e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção, e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros! Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio e uma das netas perguntou à avó:
- Vózinha, como é que a senhora agüentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
- É simples minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avó fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional, e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
**********************************
Você sabia que os benfeitores da humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo?
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com as faltas alheias.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.
Autor:Equipe de Redação do Momento Espírita
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 22:39

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O PONTO NEGRO

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
- Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto, e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam. Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins, e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção, e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros! Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio e uma das netas perguntou à avó:
- Vózinha, como é que a senhora agüentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
- É simples minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avó fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional, e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
**********************************
Você sabia que os benfeitores da humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo?
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com as faltas alheias.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.
Autor:Equipe de Redação do Momento Espírita
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 22:39

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

ANIVERSÁRIO DE JESUS

Você anda pelas ruas e as cores lhe falam do Natal. Dourado, verde, vermelho. São bolas coloridas, laços vistosos de fitas, arranjos maravilhosamente dispostos nas vitrinas das lojas.
As luzes iluminam as fachadas das casas e transformam as alamedas em estradas de sol, em plena noite.
Tudo traduz alegria. Os apelos comerciais falam de presentes e de ofertas. É a época que antecede o Natal.
As preocupações giram em torno da compra de presentes.
As inquietações maiores têm a ver com o que dar aos afetos, aos amigos, conhecidos e clientes.
É uma época especial. O próprio ar parece envolto em suave aroma, tornando-se mais leve. Na acústica da alma, as baladas melodiosas da paz se apresentam em concerto.
É, sim, o Natal que chega de novo. Você já parou para pensar por que existe o Natal?
Em meio a tantas coisas a providenciar, você se deu conta o que irá comemorar?
Não esqueça que Natal é o aniversário de Jesus. Não se esqueça de Lhe preparar uma festa especial.
Uma festa que requer só um pouco de tempo e disposição. Uma festa que se faz na intimidade da alma e que se traduz na alegria que você propicia a alguém, em nome Dele, o aniversariante.
Por isso, quando passar pela rua, carregando pacotes, olhe ao seu redor. Descubra nas esquinas, na frente das vitrinas iluminadas, vários pares de olhos infantis ansiosos.
Eles também sonham, com a única diferença que quase nunca os sonhos deles se realizam.
Descubra nesses olhares perdidos nas terras dos sonhos, os desejos e ansiedades e aproxime-se.
Fale com eles. Converse. Ouça-os. É possível que você não disponha de recursos para lhes concretizar os anseios, mas fale com eles, em nome de Jesus.
Sorria, pergunte pela família, demonstre interesse. Alongue o braço. Esboce um gesto de carinho. É Natal.
Lembre ainda que, enquanto você anda de um lado para o outro, entrando e saindo das lojas, consultando preços e catálogos, existem muitos que se encontram imobilizados em leitos de enfermidade e solidão.
Busque-os também. Visite-os, em nome Dele, do Divino Amor que um dia caminhou pelas vias terrenas e que ainda hoje, prossegue, meigo e doce, nas vielas do mundo, procurando alguém como você.
Alguém que disponha de uns minutos, que O ouça e O interprete para outro alguém com um tempinho, um carinho, um simples olá. Especialmente porque esta é a época do Natal.
* * *
Não perca o tesouro das horas nem a oportunidade de socorrer ao próximo.
Você pode, ainda hoje, estender o agasalho a quem a noite pede perdão por ser longa e fria. Pode aliviar o suplício dos companheiros que a doença consome ou dizer a frase calmante para os que quase enlouquecem no sofrimento.
Se você se dispuser a isso, sentirá que verdadeiramente está vivendo o espírito do Natal, e iluminará a sua vida de amor, transformando os seus dias em um perene dia de Natal.
Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do cap. 25 do livro O espírito da verdade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.Em 08.12.2008.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 15:21

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ANIVERSÁRIO DE JESUS

Você anda pelas ruas e as cores lhe falam do Natal. Dourado, verde, vermelho. São bolas coloridas, laços vistosos de fitas, arranjos maravilhosamente dispostos nas vitrinas das lojas.
As luzes iluminam as fachadas das casas e transformam as alamedas em estradas de sol, em plena noite.
Tudo traduz alegria. Os apelos comerciais falam de presentes e de ofertas. É a época que antecede o Natal.
As preocupações giram em torno da compra de presentes.
As inquietações maiores têm a ver com o que dar aos afetos, aos amigos, conhecidos e clientes.
É uma época especial. O próprio ar parece envolto em suave aroma, tornando-se mais leve. Na acústica da alma, as baladas melodiosas da paz se apresentam em concerto.
É, sim, o Natal que chega de novo. Você já parou para pensar por que existe o Natal?
Em meio a tantas coisas a providenciar, você se deu conta o que irá comemorar?
Não esqueça que Natal é o aniversário de Jesus. Não se esqueça de Lhe preparar uma festa especial.
Uma festa que requer só um pouco de tempo e disposição. Uma festa que se faz na intimidade da alma e que se traduz na alegria que você propicia a alguém, em nome Dele, o aniversariante.
Por isso, quando passar pela rua, carregando pacotes, olhe ao seu redor. Descubra nas esquinas, na frente das vitrinas iluminadas, vários pares de olhos infantis ansiosos.
Eles também sonham, com a única diferença que quase nunca os sonhos deles se realizam.
Descubra nesses olhares perdidos nas terras dos sonhos, os desejos e ansiedades e aproxime-se.
Fale com eles. Converse. Ouça-os. É possível que você não disponha de recursos para lhes concretizar os anseios, mas fale com eles, em nome de Jesus.
Sorria, pergunte pela família, demonstre interesse. Alongue o braço. Esboce um gesto de carinho. É Natal.
Lembre ainda que, enquanto você anda de um lado para o outro, entrando e saindo das lojas, consultando preços e catálogos, existem muitos que se encontram imobilizados em leitos de enfermidade e solidão.
Busque-os também. Visite-os, em nome Dele, do Divino Amor que um dia caminhou pelas vias terrenas e que ainda hoje, prossegue, meigo e doce, nas vielas do mundo, procurando alguém como você.
Alguém que disponha de uns minutos, que O ouça e O interprete para outro alguém com um tempinho, um carinho, um simples olá. Especialmente porque esta é a época do Natal.
* * *
Não perca o tesouro das horas nem a oportunidade de socorrer ao próximo.
Você pode, ainda hoje, estender o agasalho a quem a noite pede perdão por ser longa e fria. Pode aliviar o suplício dos companheiros que a doença consome ou dizer a frase calmante para os que quase enlouquecem no sofrimento.
Se você se dispuser a isso, sentirá que verdadeiramente está vivendo o espírito do Natal, e iluminará a sua vida de amor, transformando os seus dias em um perene dia de Natal.
Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do cap. 25 do livro O espírito da verdade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.Em 08.12.2008.
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