Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

PRECE A SANTA JOANA DÁRC

Santa Joana D’Arc, meu modelo e meu Guia.
Venho à sua presença pedir-lhe auxilio e coragem.
Com a mais profunda fé, com todas as forças do meu coração,
Quando tudo corre mal, como agora acontece,
E meu caminho só dificuldades e subida me oferece,
Quando tenho pouco e muito que pagar,
Quando preciso sorrir mas tenho vontade de chorar,
Quando a dor se torna insuportável e,
Quase não tenho mais forças para resistir,
Permita que eu possa descansar, mas que eu não desista.
Lembre-se que atrás das sombras da dúvida geralmente,
Vem o triunfo e não o fracasso de que tenho tanto medo.
Dai-me sabedoria bastante para sentir que deve estar bem perto
O bem que tanto desejo e que julgo tão distante.
Dai-me animo para lutar por mais que tenha de lutar
Para não cair quando tudo está ainda pior.
Devo insistir sem fraqueza, devo insistir sempre até vencer.
A vós Santa Joana D’Arc, agradeço a assistência que está me dando.
Desejo de toda a minha alma pela minha submissão aos vossos conselhos
Merecer a sua proteção em todos os momentos bons e maus de minha vida
Amém.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:49

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A MORTE NÃO EXISTE

Caríssimos, é com grande alegria que venho hoje falar-vos a respeito do momento em que o Espírito se liberta da matéria. Para vós é um momento doloroso onde prevalece a dúvida e o medo, porém, se atentardes às instruções que a Doutrina Espírita vos trouxe, podereis ter da morte a verdadeira compreensão e gozar de uma maior tranqüilidade.
Vós sois Espíritos imortais que se encontram, momentaneamente, cativos à matéria, por uma necessidade de aprendizado e evolução, caminho único a todos os Espíritos, pois sabeis que é em contato com a matéria que desenvolveis vossas aptidões e faculdades espirituais que deveis exercitar e estabelecer em vós, para conviver com pessoas que agem e pensam de maneira contrária a vós, no mundo material, e assim ter a tranqüilidade que vos permitirá uma convivência mais harmoniosa.
Diante disto, ressalto-vos a necessidade de viverdes em sociedade, enfrentando as dificuldades inerentes a este convívio. Tereis de usar a inteligência para superar os obstáculos e a paciência para trabalhar as vossas diferenças. Aquele que se isola não vive de acordo com a Lei, mas alimenta sentimentos que são entraves para o progresso do homem: o orgulho e o egoísmo. Não podeis pensar somente no vosso bem-estar. Viveis neste mundo para desenvolver, em vós, sentimentos que vos permitirão alcançar a verdadeira felicidade e não encontrareis esta felicidade senão no mundo espiritual, que é verdadeiro mundo.
Deveis pensar em vossos irmãos, em suas necessidades, e o que podeis fazer para amenizar os seus sofrimentos, pois, sois parte de uma mesma humanidade que vive em um mundo onde prevalece o atraso e o sofrimento. Estendei as vossas mãos, cumpri com vossos deveres e compromissos perante a família, o trabalho, a sociedade. Assim estareis cumprindo com a vontade de Deus.
Se temeis a morte é porque não a compreendeis. A morte, meus irmãos, não existe para o Espírito. Apenas o corpo morre no momento em que há o rompimento do laço entre Espírito e a carne. Então, useis a razão, que vos permite compreender que se o Espírito prevalece ao corpo, certamente é nele que está a verdadeira vida, é nele que se encontra toda vossa história. Alimenteis, pois, a vossa alma para que ao regressardes para a verdadeira morada o façais sem medo.
A morte é o momento em que o homem começa a ter consciência de que existe algo além deste mundo em que vive, porque compreende que no instante do desencarne todos os seus bens materiais não podem dar a ele a sustentação, a tranqüilidade e a certeza de que necessita.
Já é chegada a hora de terdes da vida uma visão mais correta e próxima da Verdade. Não vos iludis com o bem-estar passageiro que o mundo vos oferece, porque somente os bens espirituais vos sustentarão no momento em que tiverdes que regressar ao Pai. Busqueis instruir-vos com os ensinamentos deixados pelo Mestre Jesus e sabereis que a verdadeira vida vai muito além do que podeis imaginar e o que chamas de morte não é mais do que a passagem deste mundo em que viveis, para o vosso verdadeiro mundo, o mundo onde ireis habitar até o momento em que, pela vontade do Pai, regressareis à matéria novamente.
Que vossos Espíritos estejam fortalecidos na Verdade para que tenhais da vida a verdadeira compreensão e crieis condições de ter, no mundo espiritual, a paz e a tranqüilidade por ter cumprido com vossos compromissos. Que Jesus vos ampare hoje e sempre”.
Espírito: Um amigo espiritual.Grupo Espírita Bezerra de MenezesSão José do Rio Preto - SPData: 04.01.2002
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:42

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A MORTE NÃO EXISTE

Caríssimos, é com grande alegria que venho hoje falar-vos a respeito do momento em que o Espírito se liberta da matéria. Para vós é um momento doloroso onde prevalece a dúvida e o medo, porém, se atentardes às instruções que a Doutrina Espírita vos trouxe, podereis ter da morte a verdadeira compreensão e gozar de uma maior tranqüilidade.
Vós sois Espíritos imortais que se encontram, momentaneamente, cativos à matéria, por uma necessidade de aprendizado e evolução, caminho único a todos os Espíritos, pois sabeis que é em contato com a matéria que desenvolveis vossas aptidões e faculdades espirituais que deveis exercitar e estabelecer em vós, para conviver com pessoas que agem e pensam de maneira contrária a vós, no mundo material, e assim ter a tranqüilidade que vos permitirá uma convivência mais harmoniosa.
Diante disto, ressalto-vos a necessidade de viverdes em sociedade, enfrentando as dificuldades inerentes a este convívio. Tereis de usar a inteligência para superar os obstáculos e a paciência para trabalhar as vossas diferenças. Aquele que se isola não vive de acordo com a Lei, mas alimenta sentimentos que são entraves para o progresso do homem: o orgulho e o egoísmo. Não podeis pensar somente no vosso bem-estar. Viveis neste mundo para desenvolver, em vós, sentimentos que vos permitirão alcançar a verdadeira felicidade e não encontrareis esta felicidade senão no mundo espiritual, que é verdadeiro mundo.
Deveis pensar em vossos irmãos, em suas necessidades, e o que podeis fazer para amenizar os seus sofrimentos, pois, sois parte de uma mesma humanidade que vive em um mundo onde prevalece o atraso e o sofrimento. Estendei as vossas mãos, cumpri com vossos deveres e compromissos perante a família, o trabalho, a sociedade. Assim estareis cumprindo com a vontade de Deus.
Se temeis a morte é porque não a compreendeis. A morte, meus irmãos, não existe para o Espírito. Apenas o corpo morre no momento em que há o rompimento do laço entre Espírito e a carne. Então, useis a razão, que vos permite compreender que se o Espírito prevalece ao corpo, certamente é nele que está a verdadeira vida, é nele que se encontra toda vossa história. Alimenteis, pois, a vossa alma para que ao regressardes para a verdadeira morada o façais sem medo.
A morte é o momento em que o homem começa a ter consciência de que existe algo além deste mundo em que vive, porque compreende que no instante do desencarne todos os seus bens materiais não podem dar a ele a sustentação, a tranqüilidade e a certeza de que necessita.
Já é chegada a hora de terdes da vida uma visão mais correta e próxima da Verdade. Não vos iludis com o bem-estar passageiro que o mundo vos oferece, porque somente os bens espirituais vos sustentarão no momento em que tiverdes que regressar ao Pai. Busqueis instruir-vos com os ensinamentos deixados pelo Mestre Jesus e sabereis que a verdadeira vida vai muito além do que podeis imaginar e o que chamas de morte não é mais do que a passagem deste mundo em que viveis, para o vosso verdadeiro mundo, o mundo onde ireis habitar até o momento em que, pela vontade do Pai, regressareis à matéria novamente.
Que vossos Espíritos estejam fortalecidos na Verdade para que tenhais da vida a verdadeira compreensão e crieis condições de ter, no mundo espiritual, a paz e a tranqüilidade por ter cumprido com vossos compromissos. Que Jesus vos ampare hoje e sempre”.
Espírito: Um amigo espiritual.Grupo Espírita Bezerra de MenezesSão José do Rio Preto - SPData: 04.01.2002
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:42

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A VISÃO DO HOMEM ACERCA DA ERRATICIDADE

Ismael Ramos das Neves
Reformador/Fevereiro 2005 79 41


É ainda muito deficiente o conhecimento das criaturas humanas acerca da vida nos domínios da erraticidade, e, para que possamos fazer uma abordagem mais ampla sobre o assunto, comecemos recordando o que nos diz Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, no capítulo VIII, quando o Codificador nos fala dos Espíritos errantes, ou seja, daqueles seres extracorpóreos que desencarnaram na Terra e aguardam uma nova encarnação.
A erraticidade é constituída, dessa forma, pela presença dos bilhões de Espíritos desencarnados que habitam as regiões vinculadas ao orbe terreno, estejam eles nos círculos sombrios da perturbação e do remorso ou fulgurem nas mais iluminadas colônias espirituais.
Não queremos, de modo nenhum, menosprezar o esforço de milhares de estudiosos que investigam os domínios da vida extra-física, nem podemos esquecer o manancial dos conhecimentos que os Gênios Tutelares da Humanidade, através de centenas de mensageiros da luz, transmitiram, em todas as épocas, ao pensamento humano, sendo nosso dever destacar que a própria Doutrina Espírita, revelada pelos Espíritos Superiores e codificada por Allan Kardec, tem vínculos com o conhecimento oculto das grandes Escolas do Oriente e guarda identificação com a mensagem de Jesus, o Cristo de Deus.
Importa considerar, porém, que os homens, em sua grande maioria, não se têm interessado pelo conhecimento espiritual, preferindo conceber a vida extra-física como sendo um reino de fantasias e criando uma mentalidade supersticiosa, com um falso misticismo, como se Deus tivesse preferências por algum dos seus filhos ou como se a estrutura das igrejas humanas pudesse suprir as omissões em que vivem milhões de religiosos. Quando o fenômeno da morte física, inexoravelmente, lhes desafia a visão fantasiosa, eles se debatem ante o desespero, sem compreenderem que são almas eternas e que o túmulo é apenas uma transição para uma vida mais dinâmica, onde cada Espírito vai encontrar-se com a realidade de si mesmo.
O conhecimento da vida extrafísica encontra-se, em sentido oculto, na própria Bíblia e em todos os outros livros que se constituem roteiro dos grandes grupos religiosos da Terra. Muitas vezes, o simbolismo escondeu a essência de grandes verdades, porque o raciocínio da criatura humana não tinha condições de suportar o fulgor da Luz Divina. Por essa razão é que, durante muitos séculos, a vida religiosa se restringiu a grupos fechados, como a Escola dos Essênios e de outros agrupamentos de instrutores da Sabedoria Antiga.
Quando ocorreu o cumprimento das profecias de Isaías e demais profetas, Jesus, o Messias Prometido, chega à Terra, e um Emissário sublime proclama: “Eis que vos trago Boa Nova de grande alegria, que será para todo povo.”
A Era do Evangelho desdobrou a todos os seres humanos a oportunidade de perceberem que, além da Terra, a vida se desdobra infinitamente e que Deus é Nosso Pai.
Hoje, no século XXI da Era Cristã, a Ciência Espírita, com o testemunho de centenas de pesquisadores, autentica os fenômenos da comunicação dos Espíritos e nos desdobra uma visão mais ampla da realidade em que eles vivem.
A fenomenologia mediúnica, que precedeu à revelação da Doutrina dos Espíritos, aparece, historicamente, como fase preparatória para que a Codificação de Allan Kardec lançasse as bases de uma Filosofia Transcendental, que deu ao homem uma visão mais iluminada cerca da idéia de Deus e, explicando imortalidade da alma e a comunicação os Espíritos, fez luz na análise dos complexos questionamentos relacionados com a origem o destino do homem, bem como sobre a razão de ser de suas dores ante a Augusta Justiça de Nosso Pai, graças ao conhecimento da bendita Lei da Reencarnação.
Os fenômenos mediúnicos prosseguem, dando cumprimento à profecia de Joel, citada em Atos dos Apóstolos (2:17-18), e, através da própria mediunidade, decorridas várias décadas da publicação de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, eis que através do médium Francisco Cândido Xavier, o mundo contemporâneo começa a perceber, de modo mais claro, a erraticidade, consoante as descrições encontradas no livro Nosso Lar, ditadas pelo Espírito André Luiz, descrições essas que se desdobram em numerosos outros livros, de autoria do citado Espírito comunicante e através do mesmo medianeiro, que foi Chico Xavier.
A vida dos Espíritos errantes tem-se constituído tema de centenas de livros psicografados ou de autores encarnados, ampliando a bibliografia espiritista e alargando os horizontes dos investigadores do mundo extra-corpóreo, através da transcomunicação, que se evidencia, no mundo contemporâneo, como sendo a presença dos Espíritos diretamente nos aparelhos de comunicação, como o rádio, o telefone, o computador e todos os demais mecanismos suscetíveis de registrar as suas mensagens.
Ante o desdobramento e o dinamismo que esta nova fase da pesquisa mediúnica proporciona aos investigadores do mundo psíquico, lembramos que sempre ocorreram na Terra os fenômenos de escrita direta e de voz direta. A propósito, registramos um fenômeno ocorrido no Festim de Baltazar, consoante está narrado no Velho Testamento, quando a mão do Espírito comunicante escreveu diretamente sobre a parede, sem a necessidade da participação do homem físico; e, na apoteose gloriosa da Natividade de Jesus, segundo o texto bíblico, os Espíritos Celestes enunciaram, pela voz direta, na quietude das cercanias de Belém de Judá, ante a Manjedoura singela, o enunciado sublime:
“Glória a Deus, nas alturas; Boa Vontade para com os Homens, na Terra.”
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 10:46

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A VISÃO DO HOMEM ACERCA DA ERRATICIDADE

Ismael Ramos das Neves
Reformador/Fevereiro 2005 79 41


É ainda muito deficiente o conhecimento das criaturas humanas acerca da vida nos domínios da erraticidade, e, para que possamos fazer uma abordagem mais ampla sobre o assunto, comecemos recordando o que nos diz Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, no capítulo VIII, quando o Codificador nos fala dos Espíritos errantes, ou seja, daqueles seres extracorpóreos que desencarnaram na Terra e aguardam uma nova encarnação.
A erraticidade é constituída, dessa forma, pela presença dos bilhões de Espíritos desencarnados que habitam as regiões vinculadas ao orbe terreno, estejam eles nos círculos sombrios da perturbação e do remorso ou fulgurem nas mais iluminadas colônias espirituais.
Não queremos, de modo nenhum, menosprezar o esforço de milhares de estudiosos que investigam os domínios da vida extra-física, nem podemos esquecer o manancial dos conhecimentos que os Gênios Tutelares da Humanidade, através de centenas de mensageiros da luz, transmitiram, em todas as épocas, ao pensamento humano, sendo nosso dever destacar que a própria Doutrina Espírita, revelada pelos Espíritos Superiores e codificada por Allan Kardec, tem vínculos com o conhecimento oculto das grandes Escolas do Oriente e guarda identificação com a mensagem de Jesus, o Cristo de Deus.
Importa considerar, porém, que os homens, em sua grande maioria, não se têm interessado pelo conhecimento espiritual, preferindo conceber a vida extra-física como sendo um reino de fantasias e criando uma mentalidade supersticiosa, com um falso misticismo, como se Deus tivesse preferências por algum dos seus filhos ou como se a estrutura das igrejas humanas pudesse suprir as omissões em que vivem milhões de religiosos. Quando o fenômeno da morte física, inexoravelmente, lhes desafia a visão fantasiosa, eles se debatem ante o desespero, sem compreenderem que são almas eternas e que o túmulo é apenas uma transição para uma vida mais dinâmica, onde cada Espírito vai encontrar-se com a realidade de si mesmo.
O conhecimento da vida extrafísica encontra-se, em sentido oculto, na própria Bíblia e em todos os outros livros que se constituem roteiro dos grandes grupos religiosos da Terra. Muitas vezes, o simbolismo escondeu a essência de grandes verdades, porque o raciocínio da criatura humana não tinha condições de suportar o fulgor da Luz Divina. Por essa razão é que, durante muitos séculos, a vida religiosa se restringiu a grupos fechados, como a Escola dos Essênios e de outros agrupamentos de instrutores da Sabedoria Antiga.
Quando ocorreu o cumprimento das profecias de Isaías e demais profetas, Jesus, o Messias Prometido, chega à Terra, e um Emissário sublime proclama: “Eis que vos trago Boa Nova de grande alegria, que será para todo povo.”
A Era do Evangelho desdobrou a todos os seres humanos a oportunidade de perceberem que, além da Terra, a vida se desdobra infinitamente e que Deus é Nosso Pai.
Hoje, no século XXI da Era Cristã, a Ciência Espírita, com o testemunho de centenas de pesquisadores, autentica os fenômenos da comunicação dos Espíritos e nos desdobra uma visão mais ampla da realidade em que eles vivem.
A fenomenologia mediúnica, que precedeu à revelação da Doutrina dos Espíritos, aparece, historicamente, como fase preparatória para que a Codificação de Allan Kardec lançasse as bases de uma Filosofia Transcendental, que deu ao homem uma visão mais iluminada cerca da idéia de Deus e, explicando imortalidade da alma e a comunicação os Espíritos, fez luz na análise dos complexos questionamentos relacionados com a origem o destino do homem, bem como sobre a razão de ser de suas dores ante a Augusta Justiça de Nosso Pai, graças ao conhecimento da bendita Lei da Reencarnação.
Os fenômenos mediúnicos prosseguem, dando cumprimento à profecia de Joel, citada em Atos dos Apóstolos (2:17-18), e, através da própria mediunidade, decorridas várias décadas da publicação de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, eis que através do médium Francisco Cândido Xavier, o mundo contemporâneo começa a perceber, de modo mais claro, a erraticidade, consoante as descrições encontradas no livro Nosso Lar, ditadas pelo Espírito André Luiz, descrições essas que se desdobram em numerosos outros livros, de autoria do citado Espírito comunicante e através do mesmo medianeiro, que foi Chico Xavier.
A vida dos Espíritos errantes tem-se constituído tema de centenas de livros psicografados ou de autores encarnados, ampliando a bibliografia espiritista e alargando os horizontes dos investigadores do mundo extra-corpóreo, através da transcomunicação, que se evidencia, no mundo contemporâneo, como sendo a presença dos Espíritos diretamente nos aparelhos de comunicação, como o rádio, o telefone, o computador e todos os demais mecanismos suscetíveis de registrar as suas mensagens.
Ante o desdobramento e o dinamismo que esta nova fase da pesquisa mediúnica proporciona aos investigadores do mundo psíquico, lembramos que sempre ocorreram na Terra os fenômenos de escrita direta e de voz direta. A propósito, registramos um fenômeno ocorrido no Festim de Baltazar, consoante está narrado no Velho Testamento, quando a mão do Espírito comunicante escreveu diretamente sobre a parede, sem a necessidade da participação do homem físico; e, na apoteose gloriosa da Natividade de Jesus, segundo o texto bíblico, os Espíritos Celestes enunciaram, pela voz direta, na quietude das cercanias de Belém de Judá, ante a Manjedoura singela, o enunciado sublime:
“Glória a Deus, nas alturas; Boa Vontade para com os Homens, na Terra.”
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 10:46

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