Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2007

A SÍNDROME DA BALA PERDIDA

Adésio Alves Machado

A "bala perdida" está atormentando a vida do carioca, sem que haja, das autoridades competentes, iniciativas eficazes, saneadoras ou preventivas, a esse ato de violência em nossa cidade. As próprias religiões tradicionais também não vêm a público trazer uma palavra de alento, muito menos de esclarecimento do porquê da "bala perdida". Restringe-se a medidas paliativas, ou seja, aquelas atuantes nos eleitos, não nas causas.
Malgrado toda cultura acumulada, o homem, apesar de já ter enfrentado tantos desafios - ir à Lua, daqui a pouco vai a Marte, além de outros feitos notáveis nos vários setores da vida -, não consegue explicação para porfia bem menor, ocorrências comezinhas, se encaradas dentro de um entendimento espírita.
A dor e o sofrimento das pessoas envolvidas em tais eventos são mais do que respeitáveis, são importantes para nós, tocam-nos profundamente a sensibilidade, porque a dor do próximo já não é só dele, é do espírita também. Dói muito vermos pessoas, irmãs queridas em humanidade, sofrerem tanto por ignorância espiritual. Resulta daí sabermos, pelo fato de buscarmos a verdade, que todo desespero é resultado da falta de conhecimento, da ausência de uma estruturação religiosa capacitada a trazer conforto, consolação e resignação nessas horas, principalmente. Esses assuntos, como suas explicações lógicas, acham-se na Doutrina Espírita, só nela, e são oferecidas aos seus profitentes. Quanto a serem compreendidas e praticadas, é outra coisa.
Para o homem sem melhor conhecimento espiritual, a "bala perdida" decorre da atuação de forças cegas como o acaso, o azar, a má sorte ou então "coisas da fatalidade". Falta a essas pessoas uma concepção firme e racional de suas próprias condições de vida, apesar de alimentarem, muitas vezes, convicções espiritualistas e crença na imortalidade.
Elas não sabem por que vive, qual o objetivo, o sentido da vida, como se deve viver, que tipo de fé alimentar em Deus, e o que Dele aguardar.
Fosse a vida uma só, entre o berço e o túmulo, e sendo a Justiça Divina perfeita e iniludível, a "bala perdida" ficaria incompreendida, seria ilógica, porque existe um vazio muito grande em se desejando conciliar "uma só existência" e a "Justiça de Deus" lacuna perfeitamente preenchida pelo Espiritismo e a reencarnação, esta, base fundamental de suas estruturas postulares.
Explicações para fatos como "bala perdida", sem respaldo na Justiça Divina, é cair naquilo que disse Jesus: "...cego guiando cego, ambos cairão no fosso". Não há como desvincular a Justiça Divina de todos os acontecimentos aqui na Terra, como em toda a vida universal. Deus não desconhece o que se passou, passa-se e passará com suas criaturas no transcurso de suas existências, aqui ou lá. Assim sendo, o infrator da Lei de Amor experienciará sempre o resultado de suas ações, hoje ou amanhã, nesta vida ou noutra, pelos canais reencarnatórios.
O que para os olhos e juízo do homem da Terra são terríveis coincidências, ainda mais quando o fato o atinge dolorosamente, na realidade vemos aí a dinâmica da Justiça Divina, cobrando o que se lhe é devido. Sem essa compreensão os atributos de Deus seriam um engodo... e não são.
Colocasse o homem as vistas na vida espiritual, soubesse racionalmente da sua condição de espírito. imortal em processo de aperfeiçoamento moral, e cuja meta finalista é a perfeição, fatos como os da "bala perdida" não causariam tantos males nas pessoas envolvidas com ela, não provocariam tantas emoções em tantas pessoas.
Não olvidemos onde se encontra o verdadeiro mal. Para a maioria absoluta, no fato em si, quando na verdade se encontra nas conseqüências. Se estas forem boas, o fato, apesar de toda aparência má, será bom. O inverso também é verdadeiro. O fato bom oferece, muitas vezes, conseqüências dolorosas, trágicas. Toda a aparência boa dele era enganosa. Quem não conhece casamentos suntuosos, por exemplo, com toda aparência de felicidade, que acabaram em tragédias lamentáveis? Jesus precisa ser muito estudado em suas anunciações. Duas delas, que se encaixam perfeitamente no evento "bala-perdida", são as seguintes: "Há necessidade do escândalo, mas ai do homem por quem o escândalo venha". (Mateus 5:29/ 30) e "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" (Mateus 11:15). Quem compreende tais citações, correlacioná-las, compreenderá esta síndrome do carioca.
Se Deus, que é toda previdência, providência e presciência além de todo poderoso em graus infinitos. permite que tais acontecimentos prevaleçam, é porque eles são necessários, visam o nosso progresso, o ajuste do faltoso com a Lei, e, conseqüentemente, a nossa felicidade, afirma-nos a lógica.
André Luiz, no livro "O Espírito da Verdade", edição FEB, diz-nos que, "Antes de sermos bons ou maus para com os outros, somos bons ou maus para nós mesmos"; os Espíritos Nobres nos asseveram que. "colheremos de conformidade com o nosso plantio"; a voz popular fala na "lei do retorno" e também "aqui se faz aqui se paga"; Jesus assinalou, em Mateus 16:27 "(...) dará a cada um segundo as suas obras". Raciocinemos; não deterá essas afirmações uma verdade?
Resumindo: a dor que fizemos, deliberadamente, o outro sofrer, é a dor que vamos suportar, na mesma intensidade, sem necessariamente ser dentro das mesmas circunstâncias. Nesta reencarnação ou noutra, não há como fugir, esquivar-se deste mecanismo da Lei de Ação e Reação, sempre acionada por Deus, e só Ele.
Ter fé, acreditar, efetivamente, é uma carência nossa, entretanto, mais imprescindível é Saber. Nesses acontecimentos, pois, de "bala perdida", de perdidas elas não têm nada. Vão ao endereço certo, "nunca batem na porta errada". Se isto acontecesse, ter-se-ia a negação dos atributos divinos, Deus não seria o que é, “Inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas Quando o homem aprender essas verdades, será feliz, porque deixar-se-á conduzir pela Lei de Amor e Perdão vivenciada por Jesus”.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 19:09

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A SÍNDROME DA BALA PERDIDA

Adésio Alves Machado

A "bala perdida" está atormentando a vida do carioca, sem que haja, das autoridades competentes, iniciativas eficazes, saneadoras ou preventivas, a esse ato de violência em nossa cidade. As próprias religiões tradicionais também não vêm a público trazer uma palavra de alento, muito menos de esclarecimento do porquê da "bala perdida". Restringe-se a medidas paliativas, ou seja, aquelas atuantes nos eleitos, não nas causas.
Malgrado toda cultura acumulada, o homem, apesar de já ter enfrentado tantos desafios - ir à Lua, daqui a pouco vai a Marte, além de outros feitos notáveis nos vários setores da vida -, não consegue explicação para porfia bem menor, ocorrências comezinhas, se encaradas dentro de um entendimento espírita.
A dor e o sofrimento das pessoas envolvidas em tais eventos são mais do que respeitáveis, são importantes para nós, tocam-nos profundamente a sensibilidade, porque a dor do próximo já não é só dele, é do espírita também. Dói muito vermos pessoas, irmãs queridas em humanidade, sofrerem tanto por ignorância espiritual. Resulta daí sabermos, pelo fato de buscarmos a verdade, que todo desespero é resultado da falta de conhecimento, da ausência de uma estruturação religiosa capacitada a trazer conforto, consolação e resignação nessas horas, principalmente. Esses assuntos, como suas explicações lógicas, acham-se na Doutrina Espírita, só nela, e são oferecidas aos seus profitentes. Quanto a serem compreendidas e praticadas, é outra coisa.
Para o homem sem melhor conhecimento espiritual, a "bala perdida" decorre da atuação de forças cegas como o acaso, o azar, a má sorte ou então "coisas da fatalidade". Falta a essas pessoas uma concepção firme e racional de suas próprias condições de vida, apesar de alimentarem, muitas vezes, convicções espiritualistas e crença na imortalidade.
Elas não sabem por que vive, qual o objetivo, o sentido da vida, como se deve viver, que tipo de fé alimentar em Deus, e o que Dele aguardar.
Fosse a vida uma só, entre o berço e o túmulo, e sendo a Justiça Divina perfeita e iniludível, a "bala perdida" ficaria incompreendida, seria ilógica, porque existe um vazio muito grande em se desejando conciliar "uma só existência" e a "Justiça de Deus" lacuna perfeitamente preenchida pelo Espiritismo e a reencarnação, esta, base fundamental de suas estruturas postulares.
Explicações para fatos como "bala perdida", sem respaldo na Justiça Divina, é cair naquilo que disse Jesus: "...cego guiando cego, ambos cairão no fosso". Não há como desvincular a Justiça Divina de todos os acontecimentos aqui na Terra, como em toda a vida universal. Deus não desconhece o que se passou, passa-se e passará com suas criaturas no transcurso de suas existências, aqui ou lá. Assim sendo, o infrator da Lei de Amor experienciará sempre o resultado de suas ações, hoje ou amanhã, nesta vida ou noutra, pelos canais reencarnatórios.
O que para os olhos e juízo do homem da Terra são terríveis coincidências, ainda mais quando o fato o atinge dolorosamente, na realidade vemos aí a dinâmica da Justiça Divina, cobrando o que se lhe é devido. Sem essa compreensão os atributos de Deus seriam um engodo... e não são.
Colocasse o homem as vistas na vida espiritual, soubesse racionalmente da sua condição de espírito. imortal em processo de aperfeiçoamento moral, e cuja meta finalista é a perfeição, fatos como os da "bala perdida" não causariam tantos males nas pessoas envolvidas com ela, não provocariam tantas emoções em tantas pessoas.
Não olvidemos onde se encontra o verdadeiro mal. Para a maioria absoluta, no fato em si, quando na verdade se encontra nas conseqüências. Se estas forem boas, o fato, apesar de toda aparência má, será bom. O inverso também é verdadeiro. O fato bom oferece, muitas vezes, conseqüências dolorosas, trágicas. Toda a aparência boa dele era enganosa. Quem não conhece casamentos suntuosos, por exemplo, com toda aparência de felicidade, que acabaram em tragédias lamentáveis? Jesus precisa ser muito estudado em suas anunciações. Duas delas, que se encaixam perfeitamente no evento "bala-perdida", são as seguintes: "Há necessidade do escândalo, mas ai do homem por quem o escândalo venha". (Mateus 5:29/ 30) e "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" (Mateus 11:15). Quem compreende tais citações, correlacioná-las, compreenderá esta síndrome do carioca.
Se Deus, que é toda previdência, providência e presciência além de todo poderoso em graus infinitos. permite que tais acontecimentos prevaleçam, é porque eles são necessários, visam o nosso progresso, o ajuste do faltoso com a Lei, e, conseqüentemente, a nossa felicidade, afirma-nos a lógica.
André Luiz, no livro "O Espírito da Verdade", edição FEB, diz-nos que, "Antes de sermos bons ou maus para com os outros, somos bons ou maus para nós mesmos"; os Espíritos Nobres nos asseveram que. "colheremos de conformidade com o nosso plantio"; a voz popular fala na "lei do retorno" e também "aqui se faz aqui se paga"; Jesus assinalou, em Mateus 16:27 "(...) dará a cada um segundo as suas obras". Raciocinemos; não deterá essas afirmações uma verdade?
Resumindo: a dor que fizemos, deliberadamente, o outro sofrer, é a dor que vamos suportar, na mesma intensidade, sem necessariamente ser dentro das mesmas circunstâncias. Nesta reencarnação ou noutra, não há como fugir, esquivar-se deste mecanismo da Lei de Ação e Reação, sempre acionada por Deus, e só Ele.
Ter fé, acreditar, efetivamente, é uma carência nossa, entretanto, mais imprescindível é Saber. Nesses acontecimentos, pois, de "bala perdida", de perdidas elas não têm nada. Vão ao endereço certo, "nunca batem na porta errada". Se isto acontecesse, ter-se-ia a negação dos atributos divinos, Deus não seria o que é, “Inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas Quando o homem aprender essas verdades, será feliz, porque deixar-se-á conduzir pela Lei de Amor e Perdão vivenciada por Jesus”.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 19:09

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Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

DEPOIMENTO DE UM SUICIDA

Agradeço por terem-me dado esta oportunidade para que pudesse estar aqui. Os dois planos me concederam esta chance.
Agradecido, venho trazer a minha história de vida.
Fui uma pessoa que pouco acreditava, minto, não acreditava em nada que se relacionasse com Deus.
Deus, este criador, Pai para muitos, Onipotente para outros, enfim, este ser Supremo que tudo criou "perfeitamente"...
Como somos teimosos em não acreditar nas coisas que nos levam para este lado, o "espiritual"... Lado este que aprendemos, geralmente, com o sofrimento. Sim, sofrimentos que nós próprios criamos. Incansáveis, apanhamos da vida, dia-a-dia. E não assimilamos nada. Muito pouco é por nós aproveitados.
Digo hoje, amigos, por experiência própria, que joguei fora muitas oportunidades de evoluir porque era cético, ou melhor, um burro de grandes orelhas.
Hoje venho para esta reunião, expressar o quanto eu estava errado em meus conceitos, no meu mundinho de pessoas cujas interferências não me ajudaram e, mais do que isso, me atrapalhou bastante. Não culpo ninguém pelos meus erros, que não foram poucos. Fui um fraco, achando que aqueles que se diziam "amigos", assim o eram. Na verdade, eram meus próprios inimigos, naquela realidade, naquele momento em que eu vivia. Influenciado, acabei viciando-me em drogas. E dei fim aos sonhos que, inconscientemente, tinha. Por "ene" motivos, não foram realizados.
Deixei-me levar pela fraqueza, a cabeça não funcionava, o corpo não obedecia e, aos poucos, fui definhando até me sentir como um animal, o próprio animal perdido. Foi quando, desesperado, suicidei-me, achando que era o cara mais esperto do planeta. Eis que aqui estou hoje, lúcido, claro, autorizado pelos meus anjos guardiãs a dar este depoimento, sabendo que este papel se estenderá a várias mãos e que será de grande valia daquelas que querem respostas para o alívio de suas doenças.
Fico satisfeito de aqui estar, hoje, já amadurecido e compreendendo melhor este ser que se chama Deus, ou o nome que quiserem dar Àquele que tudo fez perfeito e que nós, com nossas imperfeições, medos, desejos, anseios, estragamos em várias encarnações.
Acreditem que são criação do Supremo. Assim, cada um de vocês é um grande projeto em desenvolvimento.
Um forte abraço.
Aníbal
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:20

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DEPOIMENTO DE UM SUICIDA

Agradeço por terem-me dado esta oportunidade para que pudesse estar aqui. Os dois planos me concederam esta chance.
Agradecido, venho trazer a minha história de vida.
Fui uma pessoa que pouco acreditava, minto, não acreditava em nada que se relacionasse com Deus.
Deus, este criador, Pai para muitos, Onipotente para outros, enfim, este ser Supremo que tudo criou "perfeitamente"...
Como somos teimosos em não acreditar nas coisas que nos levam para este lado, o "espiritual"... Lado este que aprendemos, geralmente, com o sofrimento. Sim, sofrimentos que nós próprios criamos. Incansáveis, apanhamos da vida, dia-a-dia. E não assimilamos nada. Muito pouco é por nós aproveitados.
Digo hoje, amigos, por experiência própria, que joguei fora muitas oportunidades de evoluir porque era cético, ou melhor, um burro de grandes orelhas.
Hoje venho para esta reunião, expressar o quanto eu estava errado em meus conceitos, no meu mundinho de pessoas cujas interferências não me ajudaram e, mais do que isso, me atrapalhou bastante. Não culpo ninguém pelos meus erros, que não foram poucos. Fui um fraco, achando que aqueles que se diziam "amigos", assim o eram. Na verdade, eram meus próprios inimigos, naquela realidade, naquele momento em que eu vivia. Influenciado, acabei viciando-me em drogas. E dei fim aos sonhos que, inconscientemente, tinha. Por "ene" motivos, não foram realizados.
Deixei-me levar pela fraqueza, a cabeça não funcionava, o corpo não obedecia e, aos poucos, fui definhando até me sentir como um animal, o próprio animal perdido. Foi quando, desesperado, suicidei-me, achando que era o cara mais esperto do planeta. Eis que aqui estou hoje, lúcido, claro, autorizado pelos meus anjos guardiãs a dar este depoimento, sabendo que este papel se estenderá a várias mãos e que será de grande valia daquelas que querem respostas para o alívio de suas doenças.
Fico satisfeito de aqui estar, hoje, já amadurecido e compreendendo melhor este ser que se chama Deus, ou o nome que quiserem dar Àquele que tudo fez perfeito e que nós, com nossas imperfeições, medos, desejos, anseios, estragamos em várias encarnações.
Acreditem que são criação do Supremo. Assim, cada um de vocês é um grande projeto em desenvolvimento.
Um forte abraço.
Aníbal
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:20

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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2007

SÓRDIDOS PORÕES

A civilização dita cristã do Ocidente ainda não compreendeu que Jesus é o exemplo da centralidade mais admirável que se conhece. Em todo o Seu ministério jamais houve lugar para a exclusão, para a exceção. Ele sempre se caracterizou pela proposta de solidariedade humana e pela igualdade dos direitos humanos.
A Sua mensagem renovadora tem uma direção certa: a transformação moral da criatura para melhor, sempre e incessantemente. Nesse sentido, ninguém se pode considerar indene ao crescimento interior ou excluído da oportunidade.
Jamais o Mestre preferiu aquele que tem mais ou que pensa ser mais, preterindo aqueloutros detestados, marginalizados, esquecidos.
À semelhança dos profetas antigos, Ele veio resgatar os mais sofridos, os mais perseguidos, os mais desesperados. Não há lugar em Sua palavra para qualquer tipo de preconceito. Ele próprio pertenceu a um lugar de excluídos, conforme anotou João no comentário feito por Natanael, quando convidado por Filipe para conhecê-lO: – Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? (João, 1:46.)
Não poucas vezes Ele sofreu o opróbrio, a humilhação, o acinte, a perseguição sistemática.
Conhecendo, portanto, a hediondez da perversidade e injustiça humana, Ele colocou no centro aqueles que são empurrados para a periferia, para a marginalidade, fazendo com eles um pacto de amor. É esse amor que viceja em toda a mensagem neotestamentária, renovando as esperanças do mundo e apontando um rumo de segurança onde predomine a vera fraternidade.
Os indivíduos que se apresentam como sendo mais poderosos, mais possuidores, também não foram rejeitados, porquanto Ele sabia que esses, igualmente, são infelizes, refugiando-se no terror, na opressão, na vingança, na exploração do seu próximo, através de cujos artifícios se sentem seguros nos tronos de mentira em que se sentam.
Os opressores, os perseguidores são pessoas que perderam a direção de si mesmas, tornando os corações empedrados, por não se permitirem a doçura que tanto desejam e de que sentem irresistível falta. Invejam-na em quem a tem, e por isso, através da projeção do seu conflito, perseguem-no implacavelmente, com violência, como se a houvessem roubado do seu sacrário íntimo.
Jesus respeitou todas as vidas, concedendo o direito de cidadania igualitária a todos quantos adotassem o reino de Deus e se empenhassem pelo conseguir.
Os modernos cristãos, conforme ocorreu com muitos outros no passado, não compreenderam esse ensinamento, que registraram no cérebro, mas não insculpiram nos sentimentos. São capazes de abordar o tema da solidariedade com lágrimas, no entanto, não saem do pedestal em que se encastelam para proporcionar centralidade ao seu próximo, arrancando-o da periferia marginalizadora.
Não obstante as gloriosas conquistas culturais, científicas e tecnológicas, o ser humano ainda mantém o seu próximo em muitos porões de exclusão, que são habitados pelos que se fizeram ou foram tornados marginais: crianças que se prostituem por imposição da crueldade moral, geradora da miséria socio-econômica, pela escravidão do indivíduo que não tem escolha e perdeu a liberdade de decisão e de movimento, e os que vivem nas ruas do mundo, desconsiderados e sem quaisquer direitos, perfeitamente descartáveis pela sociedade hedonista. Suas dores, suas necessidades são propositalmente ignoradas, e não raro, tidos como lixo social, são assassinados, exilados, expulsos dos seus guetos, porque enxovalham a sociedade que os excluiu.
Trata-se de hediondez da modernidade, que somente pensa no crescimento horizontal do seu poder e da sua libertinagem, esquecendo-se do ser humano em si mesmo, que é o grande investimento da vida.
Nesse lixo social, encontram-se também muitas jóias perdidas: homens e mulheres de bem e de valor, que derraparam nas ruelas da existência e não tiveram resistência para enfrentar e vencer as vicissitudes, enveredando pelo alcoolismo, pela toxicomania, pela perversão de conduta nos vícios sexuais, vivendo nos escuros porões que lhes servem de refúgio.
Perdida a dignidade humana, eles relutam para permanecer nesses sítios de vergonha e sombras, sendo denominados criminosos, mesmo que crime algum hajam cometido.
Rotulados de lixo, criminosos, excluídos, gentalha, perdem a identidade e não se encorajam a recuperar a sua humanidade, que lhes foi tirada e nunca devolvida.
Afirma-se que esses irmãos da agonia se recusam a sair dos porões onde se encontram, e que, ao serem retirados, fogem de retorno aos mesmos lugares onde se entregam aos disparates da vergonha moral. Talvez haja razão com a exceção, jamais com a totalidade.
Ocorre, muitas vezes, que se encontram enfermos, sem autoconfiança, sem nenhuma auto-estima, e autopunem-se, após haverem sido torturados, estuprados, pervertidos. A sua terapia de recuperação é lenta, quanto o foi a imposição da degradação, da perda de sentido existencial.
É impressionante observar como poucos cristãos dão-se conta do que está ocorrendo à sua volta e poderá atingir o seu castelo de refúgio e de ilusão.
Mesmo quando vêm à superfície as denúncias contra a dignidade violada do seu próximo e ele aparece como fantasma apavorante, esses cristãos cerram os olhos para não o ver e tapam os ouvidos, a fim de não escutar o clamor da sua voz, porque isso os perturba e inquieta, tirando-lhes alguns momentos de sono.
...E confessam a crença em Deus, a Quem dizem amar, em Jesus, que tomam por modelo teórico, mas não lhe seguem os ensinamentos libertadores.
Perfumados e bem-vestidos, evitam o contato com eles, nunca se permitem ir aos porões, temem-nos e abandonam-nos, quando os deveriam visitar e amar, procurando conviver com eles, trazendo-os à luz do dia da compreensão.
Eles ficam nos seus porões e os cristãos nos seus esconderijos de luxo e de proteção com medo deles, aqueles a quem Jesus procurou trazer para o centro, retirando-os do abismo escuro em que se refugiavam.
Felizmente, nem todos os cristãos se escondem do seu próximo retido nos porões. Eles denunciam a sua existência, tentam arrancá-los dos sórdidos lugares onde jazem, esquecidos e perseguidos, recordando-se de Jesus, e imitando-O.
Raia uma luz na treva em favor dos excluídos, ainda muito débil, é certo, mas que se expandirá como o rosto brilhante da manhã após a noite renitente, que vai devorada pela claridade.
O novo Cristianismo propõe que se acabem com os porões, que se recicle o lixo social mediante os mecanismos do amor, que se tragam para o centro da comunidade todos aqueles que têm sido excluídos, de forma que a sociedade se torne verdadeiramente digna do Mestre e Senhor, que é Modelo e Guia para todos através dos evos...
Joanna de Ângelis
(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco,
no dia 13 de julho de 2000, em Paramirim, Bahia)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:45

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SÓRDIDOS PORÕES

A civilização dita cristã do Ocidente ainda não compreendeu que Jesus é o exemplo da centralidade mais admirável que se conhece. Em todo o Seu ministério jamais houve lugar para a exclusão, para a exceção. Ele sempre se caracterizou pela proposta de solidariedade humana e pela igualdade dos direitos humanos.
A Sua mensagem renovadora tem uma direção certa: a transformação moral da criatura para melhor, sempre e incessantemente. Nesse sentido, ninguém se pode considerar indene ao crescimento interior ou excluído da oportunidade.
Jamais o Mestre preferiu aquele que tem mais ou que pensa ser mais, preterindo aqueloutros detestados, marginalizados, esquecidos.
À semelhança dos profetas antigos, Ele veio resgatar os mais sofridos, os mais perseguidos, os mais desesperados. Não há lugar em Sua palavra para qualquer tipo de preconceito. Ele próprio pertenceu a um lugar de excluídos, conforme anotou João no comentário feito por Natanael, quando convidado por Filipe para conhecê-lO: – Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? (João, 1:46.)
Não poucas vezes Ele sofreu o opróbrio, a humilhação, o acinte, a perseguição sistemática.
Conhecendo, portanto, a hediondez da perversidade e injustiça humana, Ele colocou no centro aqueles que são empurrados para a periferia, para a marginalidade, fazendo com eles um pacto de amor. É esse amor que viceja em toda a mensagem neotestamentária, renovando as esperanças do mundo e apontando um rumo de segurança onde predomine a vera fraternidade.
Os indivíduos que se apresentam como sendo mais poderosos, mais possuidores, também não foram rejeitados, porquanto Ele sabia que esses, igualmente, são infelizes, refugiando-se no terror, na opressão, na vingança, na exploração do seu próximo, através de cujos artifícios se sentem seguros nos tronos de mentira em que se sentam.
Os opressores, os perseguidores são pessoas que perderam a direção de si mesmas, tornando os corações empedrados, por não se permitirem a doçura que tanto desejam e de que sentem irresistível falta. Invejam-na em quem a tem, e por isso, através da projeção do seu conflito, perseguem-no implacavelmente, com violência, como se a houvessem roubado do seu sacrário íntimo.
Jesus respeitou todas as vidas, concedendo o direito de cidadania igualitária a todos quantos adotassem o reino de Deus e se empenhassem pelo conseguir.
Os modernos cristãos, conforme ocorreu com muitos outros no passado, não compreenderam esse ensinamento, que registraram no cérebro, mas não insculpiram nos sentimentos. São capazes de abordar o tema da solidariedade com lágrimas, no entanto, não saem do pedestal em que se encastelam para proporcionar centralidade ao seu próximo, arrancando-o da periferia marginalizadora.
Não obstante as gloriosas conquistas culturais, científicas e tecnológicas, o ser humano ainda mantém o seu próximo em muitos porões de exclusão, que são habitados pelos que se fizeram ou foram tornados marginais: crianças que se prostituem por imposição da crueldade moral, geradora da miséria socio-econômica, pela escravidão do indivíduo que não tem escolha e perdeu a liberdade de decisão e de movimento, e os que vivem nas ruas do mundo, desconsiderados e sem quaisquer direitos, perfeitamente descartáveis pela sociedade hedonista. Suas dores, suas necessidades são propositalmente ignoradas, e não raro, tidos como lixo social, são assassinados, exilados, expulsos dos seus guetos, porque enxovalham a sociedade que os excluiu.
Trata-se de hediondez da modernidade, que somente pensa no crescimento horizontal do seu poder e da sua libertinagem, esquecendo-se do ser humano em si mesmo, que é o grande investimento da vida.
Nesse lixo social, encontram-se também muitas jóias perdidas: homens e mulheres de bem e de valor, que derraparam nas ruelas da existência e não tiveram resistência para enfrentar e vencer as vicissitudes, enveredando pelo alcoolismo, pela toxicomania, pela perversão de conduta nos vícios sexuais, vivendo nos escuros porões que lhes servem de refúgio.
Perdida a dignidade humana, eles relutam para permanecer nesses sítios de vergonha e sombras, sendo denominados criminosos, mesmo que crime algum hajam cometido.
Rotulados de lixo, criminosos, excluídos, gentalha, perdem a identidade e não se encorajam a recuperar a sua humanidade, que lhes foi tirada e nunca devolvida.
Afirma-se que esses irmãos da agonia se recusam a sair dos porões onde se encontram, e que, ao serem retirados, fogem de retorno aos mesmos lugares onde se entregam aos disparates da vergonha moral. Talvez haja razão com a exceção, jamais com a totalidade.
Ocorre, muitas vezes, que se encontram enfermos, sem autoconfiança, sem nenhuma auto-estima, e autopunem-se, após haverem sido torturados, estuprados, pervertidos. A sua terapia de recuperação é lenta, quanto o foi a imposição da degradação, da perda de sentido existencial.
É impressionante observar como poucos cristãos dão-se conta do que está ocorrendo à sua volta e poderá atingir o seu castelo de refúgio e de ilusão.
Mesmo quando vêm à superfície as denúncias contra a dignidade violada do seu próximo e ele aparece como fantasma apavorante, esses cristãos cerram os olhos para não o ver e tapam os ouvidos, a fim de não escutar o clamor da sua voz, porque isso os perturba e inquieta, tirando-lhes alguns momentos de sono.
...E confessam a crença em Deus, a Quem dizem amar, em Jesus, que tomam por modelo teórico, mas não lhe seguem os ensinamentos libertadores.
Perfumados e bem-vestidos, evitam o contato com eles, nunca se permitem ir aos porões, temem-nos e abandonam-nos, quando os deveriam visitar e amar, procurando conviver com eles, trazendo-os à luz do dia da compreensão.
Eles ficam nos seus porões e os cristãos nos seus esconderijos de luxo e de proteção com medo deles, aqueles a quem Jesus procurou trazer para o centro, retirando-os do abismo escuro em que se refugiavam.
Felizmente, nem todos os cristãos se escondem do seu próximo retido nos porões. Eles denunciam a sua existência, tentam arrancá-los dos sórdidos lugares onde jazem, esquecidos e perseguidos, recordando-se de Jesus, e imitando-O.
Raia uma luz na treva em favor dos excluídos, ainda muito débil, é certo, mas que se expandirá como o rosto brilhante da manhã após a noite renitente, que vai devorada pela claridade.
O novo Cristianismo propõe que se acabem com os porões, que se recicle o lixo social mediante os mecanismos do amor, que se tragam para o centro da comunidade todos aqueles que têm sido excluídos, de forma que a sociedade se torne verdadeiramente digna do Mestre e Senhor, que é Modelo e Guia para todos através dos evos...
Joanna de Ângelis
(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco,
no dia 13 de julho de 2000, em Paramirim, Bahia)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:45

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SÓRDIDOS PORÕES

A civilização dita cristã do Ocidente ainda não compreendeu que Jesus é o exemplo da centralidade mais admirável que se conhece. Em todo o Seu ministério jamais houve lugar para a exclusão, para a exceção. Ele sempre se caracterizou pela proposta de solidariedade humana e pela igualdade dos direitos humanos.
A Sua mensagem renovadora tem uma direção certa: a transformação moral da criatura para melhor, sempre e incessantemente. Nesse sentido, ninguém se pode considerar indene ao crescimento interior ou excluído da oportunidade.
Jamais o Mestre preferiu aquele que tem mais ou que pensa ser mais, preterindo aqueloutros detestados, marginalizados, esquecidos.
À semelhança dos profetas antigos, Ele veio resgatar os mais sofridos, os mais perseguidos, os mais desesperados. Não há lugar em Sua palavra para qualquer tipo de preconceito. Ele próprio pertenceu a um lugar de excluídos, conforme anotou João no comentário feito por Natanael, quando convidado por Filipe para conhecê-lO: – Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? (João, 1:46.)
Não poucas vezes Ele sofreu o opróbrio, a humilhação, o acinte, a perseguição sistemática.
Conhecendo, portanto, a hediondez da perversidade e injustiça humana, Ele colocou no centro aqueles que são empurrados para a periferia, para a marginalidade, fazendo com eles um pacto de amor. É esse amor que viceja em toda a mensagem neotestamentária, renovando as esperanças do mundo e apontando um rumo de segurança onde predomine a vera fraternidade.
Os indivíduos que se apresentam como sendo mais poderosos, mais possuidores, também não foram rejeitados, porquanto Ele sabia que esses, igualmente, são infelizes, refugiando-se no terror, na opressão, na vingança, na exploração do seu próximo, através de cujos artifícios se sentem seguros nos tronos de mentira em que se sentam.
Os opressores, os perseguidores são pessoas que perderam a direção de si mesmas, tornando os corações empedrados, por não se permitirem a doçura que tanto desejam e de que sentem irresistível falta. Invejam-na em quem a tem, e por isso, através da projeção do seu conflito, perseguem-no implacavelmente, com violência, como se a houvessem roubado do seu sacrário íntimo.
Jesus respeitou todas as vidas, concedendo o direito de cidadania igualitária a todos quantos adotassem o reino de Deus e se empenhassem pelo conseguir.
Os modernos cristãos, conforme ocorreu com muitos outros no passado, não compreenderam esse ensinamento, que registraram no cérebro, mas não insculpiram nos sentimentos. São capazes de abordar o tema da solidariedade com lágrimas, no entanto, não saem do pedestal em que se encastelam para proporcionar centralidade ao seu próximo, arrancando-o da periferia marginalizadora.
Não obstante as gloriosas conquistas culturais, científicas e tecnológicas, o ser humano ainda mantém o seu próximo em muitos porões de exclusão, que são habitados pelos que se fizeram ou foram tornados marginais: crianças que se prostituem por imposição da crueldade moral, geradora da miséria socio-econômica, pela escravidão do indivíduo que não tem escolha e perdeu a liberdade de decisão e de movimento, e os que vivem nas ruas do mundo, desconsiderados e sem quaisquer direitos, perfeitamente descartáveis pela sociedade hedonista. Suas dores, suas necessidades são propositalmente ignoradas, e não raro, tidos como lixo social, são assassinados, exilados, expulsos dos seus guetos, porque enxovalham a sociedade que os excluiu.
Trata-se de hediondez da modernidade, que somente pensa no crescimento horizontal do seu poder e da sua libertinagem, esquecendo-se do ser humano em si mesmo, que é o grande investimento da vida.
Nesse lixo social, encontram-se também muitas jóias perdidas: homens e mulheres de bem e de valor, que derraparam nas ruelas da existência e não tiveram resistência para enfrentar e vencer as vicissitudes, enveredando pelo alcoolismo, pela toxicomania, pela perversão de conduta nos vícios sexuais, vivendo nos escuros porões que lhes servem de refúgio.
Perdida a dignidade humana, eles relutam para permanecer nesses sítios de vergonha e sombras, sendo denominados criminosos, mesmo que crime algum hajam cometido.
Rotulados de lixo, criminosos, excluídos, gentalha, perdem a identidade e não se encorajam a recuperar a sua humanidade, que lhes foi tirada e nunca devolvida.
Afirma-se que esses irmãos da agonia se recusam a sair dos porões onde se encontram, e que, ao serem retirados, fogem de retorno aos mesmos lugares onde se entregam aos disparates da vergonha moral. Talvez haja razão com a exceção, jamais com a totalidade.
Ocorre, muitas vezes, que se encontram enfermos, sem autoconfiança, sem nenhuma auto-estima, e autopunem-se, após haverem sido torturados, estuprados, pervertidos. A sua terapia de recuperação é lenta, quanto o foi a imposição da degradação, da perda de sentido existencial.
É impressionante observar como poucos cristãos dão-se conta do que está ocorrendo à sua volta e poderá atingir o seu castelo de refúgio e de ilusão.
Mesmo quando vêm à superfície as denúncias contra a dignidade violada do seu próximo e ele aparece como fantasma apavorante, esses cristãos cerram os olhos para não o ver e tapam os ouvidos, a fim de não escutar o clamor da sua voz, porque isso os perturba e inquieta, tirando-lhes alguns momentos de sono.
...E confessam a crença em Deus, a Quem dizem amar, em Jesus, que tomam por modelo teórico, mas não lhe seguem os ensinamentos libertadores.
Perfumados e bem-vestidos, evitam o contato com eles, nunca se permitem ir aos porões, temem-nos e abandonam-nos, quando os deveriam visitar e amar, procurando conviver com eles, trazendo-os à luz do dia da compreensão.
Eles ficam nos seus porões e os cristãos nos seus esconderijos de luxo e de proteção com medo deles, aqueles a quem Jesus procurou trazer para o centro, retirando-os do abismo escuro em que se refugiavam.
Felizmente, nem todos os cristãos se escondem do seu próximo retido nos porões. Eles denunciam a sua existência, tentam arrancá-los dos sórdidos lugares onde jazem, esquecidos e perseguidos, recordando-se de Jesus, e imitando-O.
Raia uma luz na treva em favor dos excluídos, ainda muito débil, é certo, mas que se expandirá como o rosto brilhante da manhã após a noite renitente, que vai devorada pela claridade.
O novo Cristianismo propõe que se acabem com os porões, que se recicle o lixo social mediante os mecanismos do amor, que se tragam para o centro da comunidade todos aqueles que têm sido excluídos, de forma que a sociedade se torne verdadeiramente digna do Mestre e Senhor, que é Modelo e Guia para todos através dos evos...
Joanna de Ângelis
(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco,
no dia 13 de julho de 2000, em Paramirim, Bahia)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 21:45

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