Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

COLOQUE UM ESPELHO NA ALMA

Autor Desconhecido
Vá tranqüilo no barulho desta vida frenética, e pense em quanta paz pode existir no silêncio.
Com dignidade, sem se comprometer, faça de tudo para mover-se de acordo com quem está próximo da verdade; de um modo claro e sereno escute aos outros; o ignorante nos surpreende, pois também ele tem uma história para contar.
Evite quem é agressivo ou quem fala muito alto, porque eles oprimem teu espírito. Não se compare aos outros, você pode se tornar presunçoso ou invejoso.
Coloque um espelho na alma... haverá sempre alguém que estará acima ou abaixo de você.
Dedique-se ao seu trabalho por mais humilde que ele seja, é a única coisa verdadeira no alternado jogo da sorte.
Seja cauteloso nos afazeres, o mundo é pleno de enganos. Não seja cego perante a verdadeira honestidade; há muita gente que luta por altos ideais e há heroísmo em qualquer lugar.
Seja você mesmo e, acima de tudo, não finja afeto, não seja cínico no amor, porque apesar das tristezas e desilusões, o amor é como um prado, sempre verde.
Aceite a passagem dos anos e abandone sem arrependimentos as inquietações da juventude.
Habitue seu espírito a ser forte, porque ele lhe sustenta nas adversidades inesperadas e não faz dramas por coisas que não existem. Os medos nascem somente do seu cansaço ou da solidão. Seja doce para consigo mesmo.
Coloque um espelho na alma.
Você é filho do universo; não menos que as árvores ou as estrelas, tem o direito de estar no mundo e, compreendendo ou não, saiba que o universo é justo do modo mesmo como é; portanto esteja em paz com Deus, seja qual for o seu modo de idealizá-Lo e esteja em paz com a sua alma, qualquer que sejam os seus problemas. Desejos, hipocrisia, ingratidão e sonhos, tudo se esvai em fumaça. O mundo é ainda belo.
Coloque um espelho na alma e lute para ser feliz
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 16:55

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COLOQUE UM ESPELHO NA ALMA

Autor Desconhecido
Vá tranqüilo no barulho desta vida frenética, e pense em quanta paz pode existir no silêncio.
Com dignidade, sem se comprometer, faça de tudo para mover-se de acordo com quem está próximo da verdade; de um modo claro e sereno escute aos outros; o ignorante nos surpreende, pois também ele tem uma história para contar.
Evite quem é agressivo ou quem fala muito alto, porque eles oprimem teu espírito. Não se compare aos outros, você pode se tornar presunçoso ou invejoso.
Coloque um espelho na alma... haverá sempre alguém que estará acima ou abaixo de você.
Dedique-se ao seu trabalho por mais humilde que ele seja, é a única coisa verdadeira no alternado jogo da sorte.
Seja cauteloso nos afazeres, o mundo é pleno de enganos. Não seja cego perante a verdadeira honestidade; há muita gente que luta por altos ideais e há heroísmo em qualquer lugar.
Seja você mesmo e, acima de tudo, não finja afeto, não seja cínico no amor, porque apesar das tristezas e desilusões, o amor é como um prado, sempre verde.
Aceite a passagem dos anos e abandone sem arrependimentos as inquietações da juventude.
Habitue seu espírito a ser forte, porque ele lhe sustenta nas adversidades inesperadas e não faz dramas por coisas que não existem. Os medos nascem somente do seu cansaço ou da solidão. Seja doce para consigo mesmo.
Coloque um espelho na alma.
Você é filho do universo; não menos que as árvores ou as estrelas, tem o direito de estar no mundo e, compreendendo ou não, saiba que o universo é justo do modo mesmo como é; portanto esteja em paz com Deus, seja qual for o seu modo de idealizá-Lo e esteja em paz com a sua alma, qualquer que sejam os seus problemas. Desejos, hipocrisia, ingratidão e sonhos, tudo se esvai em fumaça. O mundo é ainda belo.
Coloque um espelho na alma e lute para ser feliz
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 16:55

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Sábado, 18 de Outubro de 2008

A PRECE

Na fria atmosfera de vossa Terra, glacial e refratária a vida espiritual, não sabeis quanto é mantida pela prece freqüente a relação magnética entre o vosso espírito e os guias, que esperam a petição para transmiti-la. Oraríes mais ainda se soubésseis que rica benção espiritual a prece traz. O laço se aperta por um freqüente uso, a intimidade pela associação mutua. Os vossos sábios eruditos discutiram muito sobre o valor da prece. A ignorância deles os fez tatear em um labirinto de opiniões confusas. Nada souberam; como poderiam sabê-lo? Anjos mensageiros sempre prontos a ajudar o espírito que grita pelo seu Deus, eles experimentaram medir os efeitos da prece, comparar os resultados, mas essas coisas escapam à ciência humana, por serem espirituais e variarem conforme o caso.
Muitas vezes a petição articulada que não parece ter sido ouvida, traz a alma, que ora, abundantes bênçãos. O apelo intimo do ser oprimido, que se atira no espaço, e o grito arrancado por uma dor amarga produzem um alivio desconhecido até então. A alma é aliviada; não sabeis por quê. Seria preciso ver, como nós os guias trabalhando para derramarem na alma aflita o bálsamo de consolação, e saberíeis então donde vem essa estranha paz, que nos faz penetrar no espírito a certeza de que existe um Deus misericordioso. A prece executou a sua obra, atraiu um amigo invisível, e o coração intumescido, macerado, é reconfortado por uma angélica simpatia.
A simpatia magnética, tal qual podemos rodear aqueles que estão em comunhão conosco, é um dos efeitos benditos da ardente invocação que uma alma humana dirige ao se Deus.
Os homens deveriam tomar a resolução de orar com mais freqüência, de ter uma vida de prece. Não essa vida de devoção mórbida, que consiste em abandonar o dever e em consumir as horas preciosas de tirocínio, para atrofiar-se indolentemente a fim de se submergir em investigações prejudiciais, para se perder em imaginaria contemplação ou em súplicas impostas. A vida de prece é inteiramente outra. A prece real é o grito espontâneo do coração à procura dos amigos invisíveis. A invenção de uma prece cochichada aos ouvidos de um Deus sempre presente, e disposto a responder a um pedido caprichoso, modificando leis inalteráveis, tem desacreditado a idéia de prece. Não penseis desse modo. A prece, impulso da alma para seu Deus, não se ostenta exteriormente, não tem nenhuma preparação formal. Petição inarticulada levam-na os agentes desvelados de altura em altura até a um poder que possa responder a ela.
A verdadeira prece é a voz sempre pronta da alma comunicando com a alma; o apelo aos invisíveis amigos com os quais ela tem costume de conversar; a centelha ao longo da linha magnética, que transmite uma súplica e, rápida como o pensamento, traz uma resposta. É unir uma alma sofredora a um Espírito que pode tranqüilizar e curar.
Essa prece não requer palavras, nem atitude, nem forma; é mais verdadeira sem formalidades nem aparatos, e só necessidade de sentir-se próxima de um guia, de ser levada a comunhão. Para atingir essa meta, ela deve ser habitual; de outro modo; como membro muito tempo privado de uso, ela ficaria paralisada. Assim, aqueles dentre vós que vivem em espírito penetram nos mistérios ocultos; podemo-nos aproximar deles.

Trecho retirado do livro “ Ensinos Espiritualistas” de W. Stainton Moses de 1873.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 05:08

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A PRECE

Na fria atmosfera de vossa Terra, glacial e refratária a vida espiritual, não sabeis quanto é mantida pela prece freqüente a relação magnética entre o vosso espírito e os guias, que esperam a petição para transmiti-la. Oraríes mais ainda se soubésseis que rica benção espiritual a prece traz. O laço se aperta por um freqüente uso, a intimidade pela associação mutua. Os vossos sábios eruditos discutiram muito sobre o valor da prece. A ignorância deles os fez tatear em um labirinto de opiniões confusas. Nada souberam; como poderiam sabê-lo? Anjos mensageiros sempre prontos a ajudar o espírito que grita pelo seu Deus, eles experimentaram medir os efeitos da prece, comparar os resultados, mas essas coisas escapam à ciência humana, por serem espirituais e variarem conforme o caso.
Muitas vezes a petição articulada que não parece ter sido ouvida, traz a alma, que ora, abundantes bênçãos. O apelo intimo do ser oprimido, que se atira no espaço, e o grito arrancado por uma dor amarga produzem um alivio desconhecido até então. A alma é aliviada; não sabeis por quê. Seria preciso ver, como nós os guias trabalhando para derramarem na alma aflita o bálsamo de consolação, e saberíeis então donde vem essa estranha paz, que nos faz penetrar no espírito a certeza de que existe um Deus misericordioso. A prece executou a sua obra, atraiu um amigo invisível, e o coração intumescido, macerado, é reconfortado por uma angélica simpatia.
A simpatia magnética, tal qual podemos rodear aqueles que estão em comunhão conosco, é um dos efeitos benditos da ardente invocação que uma alma humana dirige ao se Deus.
Os homens deveriam tomar a resolução de orar com mais freqüência, de ter uma vida de prece. Não essa vida de devoção mórbida, que consiste em abandonar o dever e em consumir as horas preciosas de tirocínio, para atrofiar-se indolentemente a fim de se submergir em investigações prejudiciais, para se perder em imaginaria contemplação ou em súplicas impostas. A vida de prece é inteiramente outra. A prece real é o grito espontâneo do coração à procura dos amigos invisíveis. A invenção de uma prece cochichada aos ouvidos de um Deus sempre presente, e disposto a responder a um pedido caprichoso, modificando leis inalteráveis, tem desacreditado a idéia de prece. Não penseis desse modo. A prece, impulso da alma para seu Deus, não se ostenta exteriormente, não tem nenhuma preparação formal. Petição inarticulada levam-na os agentes desvelados de altura em altura até a um poder que possa responder a ela.
A verdadeira prece é a voz sempre pronta da alma comunicando com a alma; o apelo aos invisíveis amigos com os quais ela tem costume de conversar; a centelha ao longo da linha magnética, que transmite uma súplica e, rápida como o pensamento, traz uma resposta. É unir uma alma sofredora a um Espírito que pode tranqüilizar e curar.
Essa prece não requer palavras, nem atitude, nem forma; é mais verdadeira sem formalidades nem aparatos, e só necessidade de sentir-se próxima de um guia, de ser levada a comunhão. Para atingir essa meta, ela deve ser habitual; de outro modo; como membro muito tempo privado de uso, ela ficaria paralisada. Assim, aqueles dentre vós que vivem em espírito penetram nos mistérios ocultos; podemo-nos aproximar deles.

Trecho retirado do livro “ Ensinos Espiritualistas” de W. Stainton Moses de 1873.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 05:08

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