Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

...


Feliz Natal

Que este Natal seja o início de novos tempos onde se cultive, bons sentimentos e se tenha uma colheita farta de amor, fraternidade, união e muita paz.

Que o amor de Cristo ilumine sua vida e dos seus familiares, trazendo-lhes felicidade e prosperidade no ano vindouro.

Que nosso senhor te abençoe.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:59

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Feliz Natal

Que este Natal seja o início de novos tempos onde se cultive, bons sentimentos e se tenha uma colheita farta de amor, fraternidade, união e muita paz.

Que o amor de Cristo ilumine sua vida e dos seus familiares, trazendo-lhes felicidade e prosperidade no ano vindouro.

Que nosso senhor te abençoe.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:59

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MEDITANDO O NATAL

Na exaltação do Natal do Senhor, acalentemos nossa fé em Jesus, sem nos esquecermos da fé que Jesus deposita em nós.
Não desceria o Senhor da comunhão com os Anjos, sem positiva confiança nos homens.
É por isso que, da Manjedoura de Simplicidade e Alegria à Cruz da Renunciação e da Morte, vemo-lo preocupado na recuperação das criaturas.
Convida pescadores humildes ao seu ministério salvador e transforma-os em advogados da redenção humana.
Vai ao encontro de Madalena, possuída pelos adversários do bem, e converte-a em mensageira de luz.
Chama Zaqueu, mergulhado no conforto da posse material, e faz dele o administrador consciente e justo.
Não conhece qualquer desânimo, ante a negação de Pedro, e nele edifica o apóstolo fiel que lhe defenderia o Evangelho até ao martírio e à cruciificação.
Não se agasta com as dúvidas de Tomé e eleva-o à condição de missionário valoroso, que lhe sustenta a Causa, até ao sacrifício.
Não se sente ofendido aos golpes da incompreensão de Saulo, o perseguidor, e visita-o, às portas de Damasco, investindo-o na posição de emissário de Sua Graça, coroado de claridades eternas ...
A fé e o otimismo do Cristo começaram na descida à estrebaria singela e continuam, até hoje, amparando-nos e redimindo-nos, dia a dia ...
Assinalando, assim, os júbilos do Natal, recordemos a confiança do Mestre e afeiçoemo-nos à sua obra de amor e luz, tomando por marco de partida a nossa própria existência.
O Senhor nos conclama à tarefa que o Evangelho nos assinala ...
Nos primeiros três séculos de Cristianismo, os discípulos que lhe ouviram a Celeste Revelação levantaram-se e serviram-no com sangue e sofrimento, aflição e lágrimas.
Que nós outros estejamos agora dispostos a consagrar-lhe igualmente as nossas vidas, considerando o crédito moral que a atitude d'Ele para conosco significa ...
Aprendamos, trabalhemos e sirvamos, até que um dia, qual aconteceu ao velho Simeão, da Boa Nova, possamos exclamar ante a Presença Divina:
- "Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra, porque, em verdade, meus olhos já viram a salvação."
EMMANUEL
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:58

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MEDITANDO O NATAL

Na exaltação do Natal do Senhor, acalentemos nossa fé em Jesus, sem nos esquecermos da fé que Jesus deposita em nós.
Não desceria o Senhor da comunhão com os Anjos, sem positiva confiança nos homens.
É por isso que, da Manjedoura de Simplicidade e Alegria à Cruz da Renunciação e da Morte, vemo-lo preocupado na recuperação das criaturas.
Convida pescadores humildes ao seu ministério salvador e transforma-os em advogados da redenção humana.
Vai ao encontro de Madalena, possuída pelos adversários do bem, e converte-a em mensageira de luz.
Chama Zaqueu, mergulhado no conforto da posse material, e faz dele o administrador consciente e justo.
Não conhece qualquer desânimo, ante a negação de Pedro, e nele edifica o apóstolo fiel que lhe defenderia o Evangelho até ao martírio e à cruciificação.
Não se agasta com as dúvidas de Tomé e eleva-o à condição de missionário valoroso, que lhe sustenta a Causa, até ao sacrifício.
Não se sente ofendido aos golpes da incompreensão de Saulo, o perseguidor, e visita-o, às portas de Damasco, investindo-o na posição de emissário de Sua Graça, coroado de claridades eternas ...
A fé e o otimismo do Cristo começaram na descida à estrebaria singela e continuam, até hoje, amparando-nos e redimindo-nos, dia a dia ...
Assinalando, assim, os júbilos do Natal, recordemos a confiança do Mestre e afeiçoemo-nos à sua obra de amor e luz, tomando por marco de partida a nossa própria existência.
O Senhor nos conclama à tarefa que o Evangelho nos assinala ...
Nos primeiros três séculos de Cristianismo, os discípulos que lhe ouviram a Celeste Revelação levantaram-se e serviram-no com sangue e sofrimento, aflição e lágrimas.
Que nós outros estejamos agora dispostos a consagrar-lhe igualmente as nossas vidas, considerando o crédito moral que a atitude d'Ele para conosco significa ...
Aprendamos, trabalhemos e sirvamos, até que um dia, qual aconteceu ao velho Simeão, da Boa Nova, possamos exclamar ante a Presença Divina:
- "Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra, porque, em verdade, meus olhos já viram a salvação."
EMMANUEL
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:58

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

ANIVERSÁRIO DE JESUS

Você anda pelas ruas e as cores lhe falam do Natal. Dourado, verde, vermelho. São bolas coloridas, laços vistosos de fitas, arranjos maravilhosamente dispostos nas vitrinas das lojas.
As luzes iluminam as fachadas das casas e transformam as alamedas em estradas de sol, em plena noite.
Tudo traduz alegria. Os apelos comerciais falam de presentes e de ofertas. É a época que antecede o Natal.
As preocupações giram em torno da compra de presentes.
As inquietações maiores têm a ver com o que dar aos afetos, aos amigos, conhecidos e clientes.
É uma época especial. O próprio ar parece envolto em suave aroma, tornando-se mais leve. Na acústica da alma, as baladas melodiosas da paz se apresentam em concerto.
É, sim, o Natal que chega de novo. Você já parou para pensar por que existe o Natal?
Em meio a tantas coisas a providenciar, você se deu conta o que irá comemorar?
Não esqueça que Natal é o aniversário de Jesus. Não se esqueça de Lhe preparar uma festa especial.
Uma festa que requer só um pouco de tempo e disposição. Uma festa que se faz na intimidade da alma e que se traduz na alegria que você propicia a alguém, em nome Dele, o aniversariante.
Por isso, quando passar pela rua, carregando pacotes, olhe ao seu redor. Descubra nas esquinas, na frente das vitrinas iluminadas, vários pares de olhos infantis ansiosos.
Eles também sonham, com a única diferença que quase nunca os sonhos deles se realizam.
Descubra nesses olhares perdidos nas terras dos sonhos, os desejos e ansiedades e aproxime-se.
Fale com eles. Converse. Ouça-os. É possível que você não disponha de recursos para lhes concretizar os anseios, mas fale com eles, em nome de Jesus.
Sorria, pergunte pela família, demonstre interesse. Alongue o braço. Esboce um gesto de carinho. É Natal.
Lembre ainda que, enquanto você anda de um lado para o outro, entrando e saindo das lojas, consultando preços e catálogos, existem muitos que se encontram imobilizados em leitos de enfermidade e solidão.
Busque-os também. Visite-os, em nome Dele, do Divino Amor que um dia caminhou pelas vias terrenas e que ainda hoje, prossegue, meigo e doce, nas vielas do mundo, procurando alguém como você.
Alguém que disponha de uns minutos, que O ouça e O interprete para outro alguém com um tempinho, um carinho, um simples olá. Especialmente porque esta é a época do Natal.
* * *
Não perca o tesouro das horas nem a oportunidade de socorrer ao próximo.
Você pode, ainda hoje, estender o agasalho a quem a noite pede perdão por ser longa e fria. Pode aliviar o suplício dos companheiros que a doença consome ou dizer a frase calmante para os que quase enlouquecem no sofrimento.
Se você se dispuser a isso, sentirá que verdadeiramente está vivendo o espírito do Natal, e iluminará a sua vida de amor, transformando os seus dias em um perene dia de Natal.
Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do cap. 25 do livro O espírito da verdade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.Em 08.12.2008.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 15:21

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ANIVERSÁRIO DE JESUS

Você anda pelas ruas e as cores lhe falam do Natal. Dourado, verde, vermelho. São bolas coloridas, laços vistosos de fitas, arranjos maravilhosamente dispostos nas vitrinas das lojas.
As luzes iluminam as fachadas das casas e transformam as alamedas em estradas de sol, em plena noite.
Tudo traduz alegria. Os apelos comerciais falam de presentes e de ofertas. É a época que antecede o Natal.
As preocupações giram em torno da compra de presentes.
As inquietações maiores têm a ver com o que dar aos afetos, aos amigos, conhecidos e clientes.
É uma época especial. O próprio ar parece envolto em suave aroma, tornando-se mais leve. Na acústica da alma, as baladas melodiosas da paz se apresentam em concerto.
É, sim, o Natal que chega de novo. Você já parou para pensar por que existe o Natal?
Em meio a tantas coisas a providenciar, você se deu conta o que irá comemorar?
Não esqueça que Natal é o aniversário de Jesus. Não se esqueça de Lhe preparar uma festa especial.
Uma festa que requer só um pouco de tempo e disposição. Uma festa que se faz na intimidade da alma e que se traduz na alegria que você propicia a alguém, em nome Dele, o aniversariante.
Por isso, quando passar pela rua, carregando pacotes, olhe ao seu redor. Descubra nas esquinas, na frente das vitrinas iluminadas, vários pares de olhos infantis ansiosos.
Eles também sonham, com a única diferença que quase nunca os sonhos deles se realizam.
Descubra nesses olhares perdidos nas terras dos sonhos, os desejos e ansiedades e aproxime-se.
Fale com eles. Converse. Ouça-os. É possível que você não disponha de recursos para lhes concretizar os anseios, mas fale com eles, em nome de Jesus.
Sorria, pergunte pela família, demonstre interesse. Alongue o braço. Esboce um gesto de carinho. É Natal.
Lembre ainda que, enquanto você anda de um lado para o outro, entrando e saindo das lojas, consultando preços e catálogos, existem muitos que se encontram imobilizados em leitos de enfermidade e solidão.
Busque-os também. Visite-os, em nome Dele, do Divino Amor que um dia caminhou pelas vias terrenas e que ainda hoje, prossegue, meigo e doce, nas vielas do mundo, procurando alguém como você.
Alguém que disponha de uns minutos, que O ouça e O interprete para outro alguém com um tempinho, um carinho, um simples olá. Especialmente porque esta é a época do Natal.
* * *
Não perca o tesouro das horas nem a oportunidade de socorrer ao próximo.
Você pode, ainda hoje, estender o agasalho a quem a noite pede perdão por ser longa e fria. Pode aliviar o suplício dos companheiros que a doença consome ou dizer a frase calmante para os que quase enlouquecem no sofrimento.
Se você se dispuser a isso, sentirá que verdadeiramente está vivendo o espírito do Natal, e iluminará a sua vida de amor, transformando os seus dias em um perene dia de Natal.
Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do cap. 25 do livro O espírito da verdade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.Em 08.12.2008.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 15:21

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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

ENTÃO É NATAL...

Moura Rêgo
Aproximando-se o período natalino, parece que todos querem refletir uma imagem na qual não se amoldam.É mesmo como diz o ditado popular: “Por fora bela viola, por dentro, pão bolorento”. Já adivinho, muitos a fecharem essa página, insultados como meu despautério, porém, se se despirem dos preconceitos enxergarão a verdade.
Vou tentar em poucas linhas demonstrar esse meu pensamento e para tal, usarei a letra de uma canção muito conhecida que tem como autores, dizem, John Lennon e Yoko Ono, atribuição errônea, já que se trata de canção da produção de Irving Berlin, composta em 1942, e seu título é, em inglês, White Christmas, ou seja, Natal Branco, cuja versão que escutamos sempre na voz da cantora Simone, trás como título Então é Natal.
Sanados esses erros vamos lá:“Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.”
Quantos hão de se perguntar o que fizeram? E olhem que não me refiro senão a nós mesmos, Espíritas.
Entra ano e sai ano, continuamos as mesmas pessoas com os mesmos pensamentos e falando em progresso ou evolucionismo... Como?
Se a época natalina evoca essa sensação de benignidade, não se traduz esta na verdade de muitos de nossos atos, ou pensamentos, sendo assim, é a nossa ação que nos envolve no manto da hipocrisia, do qual, urge, saiamos rapidamente.
“Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.”Seria engraçadíssimo se não fosse tão entristecedor, vermos tantos de nós a entoar certas canções, sem nem mesmo saber a que elas se reportam.
Entre nós espíritas há muitos que acreditam piamente que haja, Jesus, nascido tal como conta a história, na verdade não é assim que a banda toca.
Um pouco de História antiga:
As comemorações festivas da passagem do natal vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte.
A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império. A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção.
Mais um cadinho de história:
Segundo o Evangelho de São Lucas, Maria deu à luz a seu filho em um estábulo, como demonstrado a seguir: "E deu à luz seu primogênito e O envolveu em panos, colocando-O numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
"Mas parece que as declarações do Evangelho cristão de Mateus passaram, pelo menos aos olhos do público em geral, desapercebidas, a respeito da afirmativa de Mateus no sentido que o menino Jesus nascera numa casa de Belém, ou segundo o texto: "E como Jesus houvesse nascido em Belém da Judéia, nos dias do Rei Herodes, eis que uns Magos vieram do Oriente a Jerusalém dizendo: ‘Onde está aquele que nasceu Rei dos Judeus? Pois vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo…’ E quando entraram na casa, viram o menino com sua mãe Maria e, prostrando-se, O adoraram."Havia ainda, nos primeiros tempos do cristianismo, uma terceira versão a respeito do local exato do nascimento de Jesus, bastante baseada em uma informação que não consta das atuais crônicas cristãs, já que estas foram modificadas com o passar dos tempos.
No Concílio de Nicéia, realizado no ano de 325, Eusébio, o primeiro historiador Eclesiástico, pôs em debate o assunto referente ao lugar do nascimento de Jesus, determinado a pôr um fim definitivo às controvérsias. Eusébio declarou que Jesus não havia nascido numa casa ou num estábulo, mas em uma caverna. Declarou ainda que no tempo de Constantino, do local da caverna, se havia construído um magnífico templo para que os cristãos pudessem venerar o local onde nascera o Salvador. No Evangelho apócrifo denominado Protevangelion, escrito por São Jaime, irmão de Jesus, encontramos uma referência à caverna, no seguinte e importante trecho: "Porém, de pronto, a nuvem se desfez em uma luz vivíssima na caverna, de modo que seus olhos a ela não puderam resistir".
Tertuliano, no ano 200, e São Jerônimo, no ano de 375, entre outros eminentes Patriarcas da Igreja Cristã, afirmaram que Jesus nasceu numa caverna e todos os pagãos da Palestina indicam, em sua terra, a caverna na qual nasceu o Infante cristão.
Por outra parte, o Cônego Farrar diz: "É tradição muito antiga que o verdadeiro lugar de nascimento do cristo foi uma caverna, e como tal era a todos mostrada, em sua época tão primitiva quanto a de Justino Mártir, no ano de 150.
"Prosseguindo:
Não se tendo como certa nem a localidade onde ocorreu o nascimento do Rabi, há se ficar bem entendido que houve uma necessidade da igreja romana em assim dar a saber, e para tal toda uma estorinha foi contada com o fito principal de prodigalizar aquele que sendo o filho de Deus era, no entendimento da crença cristã, também um deus, tal como no ditado de hoje em dia quando escutamos: “Filho de peixe, peixinho é.”
Na verdade também não é assim.
Se para os peixes, seus filhos sejam peixinhos o julgamento esteja correto, para homens, Espíritos moralizáveis, a trajetória é diferente.
Há que se cumprir, toda uma extensa gama de progressos, até que, por nosso próprio trabalho e denodo, consigamos o mérito de sermos reconhecidos como seres moralizados.
Ora, se animais, tal como ensina a doutrina espírita, “progridem por força das coisas”, ao homem, um Espírito encarnado, toda essa caminhada pela senda do intelecto e da moral, é proposição da qual não se possa fugir.
Esta, entre várias, já nos basta como diferença a ser relacionada, não?
Voltando então à letra da canção; Vê-se, que não seja somente do velho e do novo, e que não seja também, apenas nessa data em que se deva estender de amor à todos, mas sempre, a toda hora, a qualquer instante.
Por quê afirmo isso com tanta certeza?
Porque retiro essa certeza, em molde absoluto, da afirmação de um grande homem, e do mais sábios dos filósofos, Yoshua Ben David, ou Yoshua Bem Yussef, ou popularmente conhecido como Jesus. Disse ele: “Amarás o teu próximo como se fosse a ti mesmo. Estão nesse mandamento, todas as doutrinas e todos os profetas.”
Compreendem a importância deste mandame?
Não é só para “inglês ver”, meus amigos, é para que seja cumprido extenuantemente e perseverantemente.
Mas, vivendo atribulado o espírito, mormente em mundos como este, no qual reencarnamos seguidas vezes, a carne, (matéria), ainda nos é um obstáculo de peso a ser transposto.
É dessa forma e por estar ainda dependente da matéria, que alguns, e não poucos homens, frustram todo o seu projeto reencarnatório, entravando o seu progresso e conduzindo a outros às vielas que os vão atrasar na marcha do progresso.
Se é certo que não haja arrastamento irresistível, por certo a ignorância em que vicejem as florações conscienciais desses tantos, serão a pedra de toque, ou o escolho maior onde terão fulcro suas “penas eternas”.
“Então bom Natal, e um ano novo também. Que seja feliz quem, souber o que é o bem.”
Que todo aquele que leia a este possa, entretendo uma visão, mesmo que difusa, das revoluções que se alastram pelo planeta, ter um pensamento de esperança lançado ao espaço. Não só no natal, mas no ano novo, carnaval, sete de setembro, e por que não no onze de setembro? Afinal, este pensamento em prol da união, do amor e da caridade recíprocos é que deve nortear o volume energético que irá sutilizar a psicoesfera planetária, fazendo menos denso nosso mundo, e facilitando nossa estada por aqui.
Se, nosso estágio moral ainda não nos permite conhecermos o Bem em toda sua majestade, que o que nos e dado de conhecer desse bem, seja o propulsor desse pensamento.
“Então é Natal, pro enfermo e pro são.Pro rico e pro pobre, num só coração. Então bom Natal, pro branco e pro negro. Amarelo e vermelho, pra paz afinal.”
Que não sejam, as rimas dessa última estrofe, tidas como imagens de retórica vã. São elas o mais importante dos elos que irá unir num significado muito mais abrangente, a todos os seres viventes neste, ou em qualquer mundo dessa infindável multiplicidade de mundos, que a doutrina espírita nos mostra serem Habitados.
De tudo, por tudo, e do fundo do coração deste seu amigo de sempre, de minha família e em nome da Sala Filosofia Espírita, é que faço saber destas minhas conjecturas,Muita paz.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:51

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Moura Rêgo
Aproximando-se o período natalino, parece que todos querem refletir uma imagem na qual não se amoldam.É mesmo como diz o ditado popular: “Por fora bela viola, por dentro, pão bolorento”. Já adivinho, muitos a fecharem essa página, insultados como meu despautério, porém, se se despirem dos preconceitos enxergarão a verdade.
Vou tentar em poucas linhas demonstrar esse meu pensamento e para tal, usarei a letra de uma canção muito conhecida que tem como autores, dizem, John Lennon e Yoko Ono, atribuição errônea, já que se trata de canção da produção de Irving Berlin, composta em 1942, e seu título é, em inglês, White Christmas, ou seja, Natal Branco, cuja versão que escutamos sempre na voz da cantora Simone, trás como título Então é Natal.
Sanados esses erros vamos lá:“Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.”
Quantos hão de se perguntar o que fizeram? E olhem que não me refiro senão a nós mesmos, Espíritas.
Entra ano e sai ano, continuamos as mesmas pessoas com os mesmos pensamentos e falando em progresso ou evolucionismo... Como?
Se a época natalina evoca essa sensação de benignidade, não se traduz esta na verdade de muitos de nossos atos, ou pensamentos, sendo assim, é a nossa ação que nos envolve no manto da hipocrisia, do qual, urge, saiamos rapidamente.
“Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.”Seria engraçadíssimo se não fosse tão entristecedor, vermos tantos de nós a entoar certas canções, sem nem mesmo saber a que elas se reportam.
Entre nós espíritas há muitos que acreditam piamente que haja, Jesus, nascido tal como conta a história, na verdade não é assim que a banda toca.
Um pouco de História antiga:
As comemorações festivas da passagem do natal vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte.
A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império. A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção.
Mais um cadinho de história:
Segundo o Evangelho de São Lucas, Maria deu à luz a seu filho em um estábulo, como demonstrado a seguir: "E deu à luz seu primogênito e O envolveu em panos, colocando-O numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
"Mas parece que as declarações do Evangelho cristão de Mateus passaram, pelo menos aos olhos do público em geral, desapercebidas, a respeito da afirmativa de Mateus no sentido que o menino Jesus nascera numa casa de Belém, ou segundo o texto: "E como Jesus houvesse nascido em Belém da Judéia, nos dias do Rei Herodes, eis que uns Magos vieram do Oriente a Jerusalém dizendo: ‘Onde está aquele que nasceu Rei dos Judeus? Pois vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo…’ E quando entraram na casa, viram o menino com sua mãe Maria e, prostrando-se, O adoraram."Havia ainda, nos primeiros tempos do cristianismo, uma terceira versão a respeito do local exato do nascimento de Jesus, bastante baseada em uma informação que não consta das atuais crônicas cristãs, já que estas foram modificadas com o passar dos tempos.
No Concílio de Nicéia, realizado no ano de 325, Eusébio, o primeiro historiador Eclesiástico, pôs em debate o assunto referente ao lugar do nascimento de Jesus, determinado a pôr um fim definitivo às controvérsias. Eusébio declarou que Jesus não havia nascido numa casa ou num estábulo, mas em uma caverna. Declarou ainda que no tempo de Constantino, do local da caverna, se havia construído um magnífico templo para que os cristãos pudessem venerar o local onde nascera o Salvador. No Evangelho apócrifo denominado Protevangelion, escrito por São Jaime, irmão de Jesus, encontramos uma referência à caverna, no seguinte e importante trecho: "Porém, de pronto, a nuvem se desfez em uma luz vivíssima na caverna, de modo que seus olhos a ela não puderam resistir".
Tertuliano, no ano 200, e São Jerônimo, no ano de 375, entre outros eminentes Patriarcas da Igreja Cristã, afirmaram que Jesus nasceu numa caverna e todos os pagãos da Palestina indicam, em sua terra, a caverna na qual nasceu o Infante cristão.
Por outra parte, o Cônego Farrar diz: "É tradição muito antiga que o verdadeiro lugar de nascimento do cristo foi uma caverna, e como tal era a todos mostrada, em sua época tão primitiva quanto a de Justino Mártir, no ano de 150.
"Prosseguindo:
Não se tendo como certa nem a localidade onde ocorreu o nascimento do Rabi, há se ficar bem entendido que houve uma necessidade da igreja romana em assim dar a saber, e para tal toda uma estorinha foi contada com o fito principal de prodigalizar aquele que sendo o filho de Deus era, no entendimento da crença cristã, também um deus, tal como no ditado de hoje em dia quando escutamos: “Filho de peixe, peixinho é.”
Na verdade também não é assim.
Se para os peixes, seus filhos sejam peixinhos o julgamento esteja correto, para homens, Espíritos moralizáveis, a trajetória é diferente.
Há que se cumprir, toda uma extensa gama de progressos, até que, por nosso próprio trabalho e denodo, consigamos o mérito de sermos reconhecidos como seres moralizados.
Ora, se animais, tal como ensina a doutrina espírita, “progridem por força das coisas”, ao homem, um Espírito encarnado, toda essa caminhada pela senda do intelecto e da moral, é proposição da qual não se possa fugir.
Esta, entre várias, já nos basta como diferença a ser relacionada, não?
Voltando então à letra da canção; Vê-se, que não seja somente do velho e do novo, e que não seja também, apenas nessa data em que se deva estender de amor à todos, mas sempre, a toda hora, a qualquer instante.
Por quê afirmo isso com tanta certeza?
Porque retiro essa certeza, em molde absoluto, da afirmação de um grande homem, e do mais sábios dos filósofos, Yoshua Ben David, ou Yoshua Bem Yussef, ou popularmente conhecido como Jesus. Disse ele: “Amarás o teu próximo como se fosse a ti mesmo. Estão nesse mandamento, todas as doutrinas e todos os profetas.”
Compreendem a importância deste mandame?
Não é só para “inglês ver”, meus amigos, é para que seja cumprido extenuantemente e perseverantemente.
Mas, vivendo atribulado o espírito, mormente em mundos como este, no qual reencarnamos seguidas vezes, a carne, (matéria), ainda nos é um obstáculo de peso a ser transposto.
É dessa forma e por estar ainda dependente da matéria, que alguns, e não poucos homens, frustram todo o seu projeto reencarnatório, entravando o seu progresso e conduzindo a outros às vielas que os vão atrasar na marcha do progresso.
Se é certo que não haja arrastamento irresistível, por certo a ignorância em que vicejem as florações conscienciais desses tantos, serão a pedra de toque, ou o escolho maior onde terão fulcro suas “penas eternas”.
“Então bom Natal, e um ano novo também. Que seja feliz quem, souber o que é o bem.”
Que todo aquele que leia a este possa, entretendo uma visão, mesmo que difusa, das revoluções que se alastram pelo planeta, ter um pensamento de esperança lançado ao espaço. Não só no natal, mas no ano novo, carnaval, sete de setembro, e por que não no onze de setembro? Afinal, este pensamento em prol da união, do amor e da caridade recíprocos é que deve nortear o volume energético que irá sutilizar a psicoesfera planetária, fazendo menos denso nosso mundo, e facilitando nossa estada por aqui.
Se, nosso estágio moral ainda não nos permite conhecermos o Bem em toda sua majestade, que o que nos e dado de conhecer desse bem, seja o propulsor desse pensamento.
“Então é Natal, pro enfermo e pro são.Pro rico e pro pobre, num só coração. Então bom Natal, pro branco e pro negro. Amarelo e vermelho, pra paz afinal.”
Que não sejam, as rimas dessa última estrofe, tidas como imagens de retórica vã. São elas o mais importante dos elos que irá unir num significado muito mais abrangente, a todos os seres viventes neste, ou em qualquer mundo dessa infindável multiplicidade de mundos, que a doutrina espírita nos mostra serem Habitados.
De tudo, por tudo, e do fundo do coração deste seu amigo de sempre, de minha família e em nome da Sala Filosofia Espírita, é que faço saber destas minhas conjecturas,Muita paz.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:51

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Domingo, 21 de Dezembro de 2008

OFERTA DE NATAL

Senhor!
Enquanto as melodias do Natal nos enternecem, recordamos também, ante a céu iluminado, a estrela divina que te assinalou o berço na palha singela!...
De novo, alcançam-nos os ouvidos as vozes angélicas:
- Glória a Deus nas Altura, paz na Terra, boa vantade para com os homens! ...
E lembramo-nos do tópico inesquecível da narrativa de Lucas (Evangelho de Lucas, 2: 8-11 ):
"Havia na região da manjedoura pastores que viviam nos campos e velavam pelos rebanhos durante a noite; e um anjo do Senhor desceu onde eles se achavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles, pelo que se fizeram tomados de assombro... O anjo, porém, lhes disse: não temais! eis que vos trago boas novas de grande alegria, que serão para todo o povo ... É que hoje vos nasceu, na cidade de David, o Salvador, que é o Cristo, o Senhor."
Desde o momento em que os pastores maravilhados se movimentaram para ver-te, na hora da alva, começaste, por misericórdia tua, à receber os testemunhos de afeição dos filhos da Terra.
Todavia, muito antes que te homenageassem com o ouro, o incenso e a mirra, expressando a admiração e a reverência do mundo, o teu cetro invisível se dignou acolher, em primeiro lugar as pequeninas dádivas dos últimos!
Só tu sabes, Senhor, os nomes daqueles que algo te ofertaram, em nome do amor puro, nos instantes da estrebaria:
A primeira frase de bênção ...
A luz da candeia que principiou a brilhar quando se apagaram as irradiações do firmamento ...
Os panos que te livraram do frio ...
A manta humilde que te garantiu o leito improvisado ...
Os primeiros braços que te enlaçaram ao colo para que José e Maria repousassem ...
A primeira tigela de leite.
O socorro aos pais cansados.
Os utensílios de empréstimo para que te não faltasse assistência...
A bondade que manteve a ordem, ao redor da manjedoura, preservando-a de possíveis assaltos.
Hoje, Senhor, Que quase vinte séculos transcorreram sobre o teu nascimento, nós, os pequeninos obreiros desencarnados, com a honra de cooperarem com o Evangelho Redivivo, pedimos vênia, para algo ofertar-te ... Nada possuindo de nós, trazemos-te as páginas simples que tu mesmo nos inspiraste, os pensamentos de gratidão e de amor que nos saíram do coração, em forma, de letras, em louvor de tua infinita bondade!
Recebe-os, Ó Divino Benfeitor, com a benevolência com que acolheste as primeiras palavras de respeito e os primeiros gestos de carinho com que as criaturas rudes e anônimas te afagam na gloriosa descida à Terra! ... E que nós - espíritos milenários fatigados do erro, mas renovados na esperança - possamos rever-te a figura sublime, nos recessos do coração, e repetir como o velho Simeão, após acariciar-te na longa vigília do Templo:
- «Agora, Senhor, despede em paz os teus servos, segundo a tua palavra, porque os nossos olhos viram a salvação! ... "
EMMANUEL
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 16:20

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OFERTA DE NATAL

Senhor!
Enquanto as melodias do Natal nos enternecem, recordamos também, ante a céu iluminado, a estrela divina que te assinalou o berço na palha singela!...
De novo, alcançam-nos os ouvidos as vozes angélicas:
- Glória a Deus nas Altura, paz na Terra, boa vantade para com os homens! ...
E lembramo-nos do tópico inesquecível da narrativa de Lucas (Evangelho de Lucas, 2: 8-11 ):
"Havia na região da manjedoura pastores que viviam nos campos e velavam pelos rebanhos durante a noite; e um anjo do Senhor desceu onde eles se achavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles, pelo que se fizeram tomados de assombro... O anjo, porém, lhes disse: não temais! eis que vos trago boas novas de grande alegria, que serão para todo o povo ... É que hoje vos nasceu, na cidade de David, o Salvador, que é o Cristo, o Senhor."
Desde o momento em que os pastores maravilhados se movimentaram para ver-te, na hora da alva, começaste, por misericórdia tua, à receber os testemunhos de afeição dos filhos da Terra.
Todavia, muito antes que te homenageassem com o ouro, o incenso e a mirra, expressando a admiração e a reverência do mundo, o teu cetro invisível se dignou acolher, em primeiro lugar as pequeninas dádivas dos últimos!
Só tu sabes, Senhor, os nomes daqueles que algo te ofertaram, em nome do amor puro, nos instantes da estrebaria:
A primeira frase de bênção ...
A luz da candeia que principiou a brilhar quando se apagaram as irradiações do firmamento ...
Os panos que te livraram do frio ...
A manta humilde que te garantiu o leito improvisado ...
Os primeiros braços que te enlaçaram ao colo para que José e Maria repousassem ...
A primeira tigela de leite.
O socorro aos pais cansados.
Os utensílios de empréstimo para que te não faltasse assistência...
A bondade que manteve a ordem, ao redor da manjedoura, preservando-a de possíveis assaltos.
Hoje, Senhor, Que quase vinte séculos transcorreram sobre o teu nascimento, nós, os pequeninos obreiros desencarnados, com a honra de cooperarem com o Evangelho Redivivo, pedimos vênia, para algo ofertar-te ... Nada possuindo de nós, trazemos-te as páginas simples que tu mesmo nos inspiraste, os pensamentos de gratidão e de amor que nos saíram do coração, em forma, de letras, em louvor de tua infinita bondade!
Recebe-os, Ó Divino Benfeitor, com a benevolência com que acolheste as primeiras palavras de respeito e os primeiros gestos de carinho com que as criaturas rudes e anônimas te afagam na gloriosa descida à Terra! ... E que nós - espíritos milenários fatigados do erro, mas renovados na esperança - possamos rever-te a figura sublime, nos recessos do coração, e repetir como o velho Simeão, após acariciar-te na longa vigília do Templo:
- «Agora, Senhor, despede em paz os teus servos, segundo a tua palavra, porque os nossos olhos viram a salvação! ... "
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