Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010

AVERSÕES

Os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena.
Mas, também pode acontecer sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um mútuo antagonismo, que aí lhes serve de provação.
Não são os da consangüinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais prendem os Espíritos, antes, durante e depois de suas encarnações.
Do item 8, do Cap. XIV, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo".

Somos defrontados, em todos os departamentos da família humana, pelas ocorrências da aversão inata.
Pais e filhos, irmãos e parentes outros, não raro, se repelem, desde os primeiros contactos.
Claramente verificáveis os fenômenos da hostilidade, entre adultos e crianças, trazidos pelo imperativo do berço à intimidade do dia-a-dia.
Pais existem nutrindo antipatia pelos próprios rebentos, desde que esses rebentos lhes surgem no lar, e existem filhos que se inimizam com os próprios pais, tão logo senhoreiam o campo mental, nos labores da encarnação.
Arraigado no labirinto de existências menos felizes, decerto que o problema das reações negativas, culpas, remorsos, inibições, vinganças e tantos outros está presente no quadro familiar, em que o ódio acumulado em estâncias do pretérito se exterioriza, por meio de manifestações catalogáveis na patologia da mente.
Nessa base de raciocínio, determinada criança terá sofrido essa ou aquela humilhação da parte dos pais ou tutores e se desenvolveu abafando propósitos de desforço, com o que intoxicou a si mesma, no curso do tempo, e certos pais haverão sentido inesperada animosidade por esse ou aquele filho recém-nato, alimentando ciúme contra ele, embora sufocando tal sentimento, com benéficas atitudes de convenção.
Não muito raro, os cadastros policiais registam infanticídios em que pais ou mães aniquilam o corpo daqueles mesmos Espíritos aos quais favoreceram com a encarnação na Terra.
Indubitavelmente, o tratamento psicológico, visando à cura mental e à sublimação da personalidade, é o caminho ideal para semelhantes pacientes; urge entender, porém, que médicos e analistas humanitários conseguirão efetuar prodígios de compreensão e de amor, liberando enfermos dessa espécie; no entanto, o estudo da reencarnação é igualmente chamado a funcionar, nos alicerces da obra de salvamento.
Quantos milhares de existências terminam anualmente, no mundo, pelos golpes da criminalidade? Claro está que as vítimas não foram arrebatadas para céus ou infernos teológicos.
Se compenetradas, quanto às leis de amor e perdão que dissipam as algemas do ódio, promovem-se a trabalho digno na Espiritualidade, às vezes até mesmo em auxílio aos próprios algozes.
Na maioria das circunstâncias, todavia, persistem no caminho daqueles que lhes dilapidaram a vida profunda, transformando-se em perseguidores magoados ou vingativos, jungidos mentalmente aos antigos ofensores, e finalmente reconduzidos, pelos princípios cármicos, ao renascimento junto deles, a fim de sanarem, no clima da convivência, os complexos de crueldade que ainda se lhes destilem do ser.
Quando isso aconteça, o apostolado de reajuste há-de iniciar-se nos pais, porquanto, despertos para a lógica e para o entendimento, são convocados pela sabedoria da vida ao apaziguamento e à renovação.
Observemos, no entanto, que em semelhantes domínios da alma o apoio da fé religiosa se erguerá em socorro e terapêutica.
É indispensável amar e desculpar, compreender e servir, tantas vezes quantas se façam necessárias, de modo a que sofrimento e dissensão desapareçam e a fim de que, nas bases da compreensão e da bondade de hoje, as crianças de hoje se levantem na condição de Espíritos reajustados, perante as Leis do Universo, garantindo aos adultos, nas trilhas das reencarnações porvindouras, a redenção de seus próprios destinos.

Emmanuel
Psicografia : Francisco Cândido Xavier Livro : Vida e Sexo
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:01

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Terça-feira, 17 de Agosto de 2010

A CONTROVÉRSIA SOBRE A REENCARNAÇÃO

 

Temos visto opiniões de várias pessoas, seguidoras de outros segmentos religiosos, combatendo a reencarnação, entretanto percebemos que lhes falta a lógica e a razão, agem mais por fanatismo religioso.

Vamos buscar a lógica da reencarnação.

Mas, primeiramente, devemos falar que para alguns nos ensinos de Jesus não encontramos nada a respeito, assim sendo não há como aceitar tal princípio. A isto temos duas respostas. A primeira, supondo-se que se realmente Jesus não tivesse dito nada a respeito devemos convir que isto seria um argumento fraco, pois o próprio Jesus disse: “Muitas coisas ainda tenho para dizer-vos mas não as podeis compreender agora” (João 16, 12), assim podemos afirmar, com a absoluta certeza, que mesmo que não ele tivesse dito nada sobre isto não quer dizer necessariamente que não exista, pois ele mesmo afirma não ter dito tudo que deveria dizer. Segundo, na realidade ele confirmou a reencarnação quando disse que João Batistas era o Elias que estava para vir: “ E se quiserdes aceitá-lo, ele é o Elias que há de vir. Quem tem ouvidos, ouça”. (Mateus 11, 14-15).

Não queremos que nossos argumentos tenham base somente no Evangelho, queremos, mais que tudo, demonstrar que a lógica nos obriga a aceitar a reencarnação.

Vemos que apesar destas pessoas se dizerem espiritualistas, na verdade dão ao corpo físico maior importância que ao espírito eterno que habita este corpo, agem, portanto como verdadeiros materialistas, pois é nele que esperam voltar um dia, quando da ressurreição dos mortos em que acreditam.

Devemos, também, deixar bem claro que nossos argumentos serão compreendidos somente por aqueles que acreditam, sem dúvida alguma, na imortalidade da alma, porque fora disto não há o que argumentar.

Segundo a crença destas pessoas a alma, ou espírito, é criado no momento da concepção, ou seja, somente a partir do início da formação embrionária do corpo físico é que Deus cria o espírito que irá habitar aquele novo corpo. Isto eqüivaleria dizer que Deus, na criação dos espíritos, estaria subordinado à vontade humana, pois os espíritos só poderiam ser criados quando um casal humano, numa relação sexual, iniciasse a formação embrionária de um novo ser. Não dá para aceitar tamanho disparate deste.

Mesmo não aceitando isto, vamos, para continuar nossa linha de raciocínio, admitir que seja da forma como pensam. Se assim for, teremos que admitir Deus totalmente parcial, que não age com igualdade ao criar os espíritos, porque a uns dá a inteligência, a outros a “burrice”, uns a sabedoria em determinadas áreas do conhecimento humano, a outros nada devem aprender tudo, uns um perfeito corpo físico, a outros um corpo deformado, uns a mais completa riqueza, a outros a miséria e pobreza, e assim por diante, fiquemos por aqui, pois a lista seria enorme, com isto tudo ainda teimam em afirmar ser Deus plenamente justo. Mas que justiça é essa em que um Pai dá tratamento diferenciado a seus filhos? Por outro lado, somente aceitamos esta inconcebível justiça divina quando tais coisas não acontece com os nossos próprios filhos, para os filhos dos outros é tudo normal, é tudo muito justo. O nosso egoísmo nos deixa cegos, não conseguimos compreender que tais coisas são absurdas vindo de um Deus, pois o mais miserável pai humano que tivesse em suas mãos o poder de dar a seus filhos tudo o que eles quisessem não os colocariam em situações tão opostas perante a vida.

Vejamos um outro ponto. Se nossos espíritos são criados juntamente com o corpo físico, como dizem, então não entendemos porque algumas crianças desde bem cedo já manifestam precocemente, em seu comportamento, tendências para a maldade. Será que foi Deus que as colocou nesta vida com este caráter de maus? É possível isso? Ficaria dificílimo a salvação destas crianças, não? Por que vemos certas crianças sem a mínima afinidade para com o pai ou a mãe ou até mesmo para com os dois? Será também isto obra de Deus? Mas que Deus é este que já desde cedo coloca no coraçãozinho de uma criança um tremendo ódio pelos próprios pais? Porque os filhos se tornam tão diferente uns dos outros, se tem a mesma educação, supondo-se que nenhum conhecimento possuíam ao nascer, eram, vamos dizer, espíritos “zero km”? A não ser a esdrúxula explicação: é mistério de Deus, e os mistérios de Deus são insondáveis. É uma explicação que não explica nada a não ser continuar deixando Deus em atitudes de desigualdade e injustiça perante suas criaturas.

Temos, ainda, que o lugar onde nascemos é Deus quem nos coloca, não é mesmo? Assim por que faz alguém nascer num lugar onde todo o meio contribui para que ele se torne um mau elemento, seria também isto justo?

Para completar estas pessoas dizem que ao morrermos iremos para o céu ou para o inferno, ambos para toda a eternidade. Que para merecermos o céu basta nos arrependermos de nossos pecados ou aceitar Jesus como salvador. Mais uma vez não conseguem se aperceberem do absurdo disso.

Suponhamos uma pessoa passe toda a vida no crime, e um pouco antes de morrer se arrepende de tudo, aí segundo pensam, vai para o céu. Onde estaria a justiça divina se isto acontecesse? De que adiantaria passarmos todos os dias da nossa vida cultivando as virtudes se o nosso “prêmio” é o mesmo de quem não agiu desta maneira, que aberração de justiça é esta? Este mesmo raciocínio serve para os que aceitam a Jesus como salvador, se não se tornam dignos de serem chamados de seus verdadeiros discípulos, não há como receber recompensa sem que tenha feito algo para merecê-la.

Gostaria também de saber se é justo recebermos uma pena eterna pelos erros cometidos por uma passagem rápida pela vida. Se vivêssemos uns 100 anos e neles só cometêssemos erros, é perfeitamente aceitável como justo 100 anos de “inferno” não mais que isto. Mas ainda, admitem Deus, que dizem ser a suprema justiça, nos dando castigo bem maior que os nossos erros. Vejam que o tratamento do ser humano para com um criminoso é mais justo que o de Deus, pois coloca-o na prisão por um tempo em que ele possa pagar sua pena e ainda voltar a conviver em sociedade, chegando ao ponto de reduzir sua pena se ele tiver um bom comportamento dentro do estabelecimento penal.

Por tudo isto vemos que não haveria justiça Divina se as coisas funcionassem desta maneira, entretanto coloque aí a reencarnação e tudo se encaixa, passaremos a ver as coisas de outro ângulo, e somente aí é que poderemos encontrar Deus agindo na mais perfeita justiça.

As características do nosso caráter, que temos muitas vezes desde criança, é apenas um reflexo de experiências, pelas quais passamos na escala evolutiva, adquiridas em nossas vidas anteriores, assim como os conhecimentos e toda e qualquer tendência que possamos ter. Outras situações como corpo deformado e riqueza, por exemplo, seriam oportunidades de aprendizado para o nosso espírito que em vidas passadas violou as leis divinas, que agora na “prisão” de um novo corpo físico busca aprender, reparar e depurar-se para depois ser libertado e conquistar as alturas celestiais. Devemos compreender, finalmente, que sendo o nosso espírito eterno ele é mais importante que o nosso corpo físico, assim é a ele que devemos valorizar, buscando incansavelmente seu aprimoramento, sua evolução moral e espiritual, para que um dia estejamos junto ao Pai Celestial.

Dentro deste conceito todos nós, independentemente de querermos ou não, seremos, vamos dizer, arrastados pelo amor de Deus para junto Dele, passando pela necessária evolução individual a que todos nós estamos sujeitos. Todos recebem igualmente e na mesma medida as oportunidades de aprendizado e evolução, ninguém é excluído. Nós os humanos não já estamos chegando perto disto quando colocamos, neste ano, como tema da Campanha da Fraternidade: “Novo milênio sem exclusão”.

Paulo da Silva Neto Sobrinho

Bibliografia:

  • Bíblia Sagrada, Editora Vozes, Petrópolis, RJ, 8ª edição, 1989.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:31

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POR QUE SOFREMOS?

Todos nós, os seres inteligentes da Criação, somos Espíritos, encarnados ou desencarnados, isto é, os que temos o corpo físico ou os que não o temos, ou, melhor ainda, os que estamos desvestidos do corpo físico, respectivamente.
Criados por Deus, simples e ignorantes, partimos todos das mesmas condições, do mesmo ponto inicial, com idênticas oportunidades e com livre-arbítrio, sendo certo que, depois de criados, passamos a ser imortais.
Assim, passamos por experiências corporais sucessivas, em que o renascimento na carne é continuação da vida, assim como a morte do corpo físico, que se decompõe e se transforma, não impede que o Espírito prossiga vivendo, em outro nível de vibração, razão pela qual não é difícil concluir que o Espírito ou a Alma, o verdadeiro ser, o ser pensante da Criação, tem a sua individualidade preservada, sempre, e viverá eternamente.
Em cada experiência corporal, que é indiscutivelmente transitória e breve, mesmo quando centenária, tem o Espírito a ensancha de ampliar o seu conhecimento e de aperfeiçoar-se, intelectual e moralmente, avançando sempre.
Para exemplificar, quando erra e se compromete, a criatura retorna à mesma situação para aprender e reparar. O aprendizado pode se dar na Terra, um dentre tantos mundos habitados, uma verdadeira escola, onde todos nos encontramos matriculados para aprender, muito aprender. A reparação, de sua parte, é individual e personalíssima, vale dizer, não se transfere a ninguém, de modo que os erros, males e equívocos cometidos anteriormente hão de ser corrigidos pela própria criatura, sem qualquer possibilidade de delegação deste compromisso. Por isso, embora não pareça, tantas e tantas vezes, o sofrimento é a educação que disciplina e corrige.
O sofrimento, por esse modo, faz parte da vida, podendo ser físico ou moral. Encarnados ou desencarnados, no corpo físico ou fora dele, portanto, fazemos parte da vida, que é única, não obstante composta por várias existências. Com reflexão e, sobretudo, com a utilização dos ensinamentos da veneranda e abençoada Doutrina Espírita, o entendimento desse mecanismo, dessa verdadeira alavanca de crescimento e de progresso, que chamamos de sofrimento ou de dor, torna-se deveras facilitado.
Com efeito, vivemos na Terra, um planeta de provas e de expiações, de categoria inferior no Universo, que supera apenas os chamados mundos primitivos, e, o que é mais grave, onde ainda prevalecem o mal e a imperfeição.
O nosso sofrimento pode se originar de existências passadas, remotas ou não, ou mesmo da presente reencarnação, e está fortemente vinculado à sensibilidade de cada um, variando, portanto, e muito, de pessoa para pessoa.
A reencarnação, verdadeira bênção da oportunidade, permite que reparemos, parcial ou integralmente, os nossos erros, males e equívocos passados, ajustando-nos ou reajustando-nos com as Leis Naturais ou Divinas, que, sendo perfeitas, não sofrem alteração, valendo para todo o Universo e para todos os seres, individualmente. Embora nem sempre se perceba claramente, há Leis imutáveis regendo a Vida, como um todo, queiramos ou não, gostemos ou não, acreditemos ou não. A atenta observação do dia-a-dia, entretanto, conduzirá a esta conclusão.
Por outro lado, nós, os encarnados, de um modo geral, convivemos com tribulações, aflições e dificuldades de variada ordem, seja porque não gozamos de boa saúde, seja porque temos dificuldades financeiras, porque estamos desempregados, porque receamos a doença, a pobreza e a violência, que campeiam cada vez mais em toda parte, porque sofremos de solidão, de desamor, ou porque temos insucesso nas tarefas que iniciamos, etc., revelando, em primeiro lugar, o nosso despreparo para os fenômenos normais da existência, em que o ser humano, ainda que não se dê conta, é o único responsável pelo que lhe acontece e pelo seu destino, sendo certo que o futuro está em suas mãos, uma vez que “a cada um será dado de conformidade com as suas obras”.
Por isso, é necessária e urgente a atenção para os ensinos da Vida, que se desdobram em nosso dia-a-dia, de que nada se modificará, se não se modificarem mentalidades e posturas.
Cabe-nos, individualmente, o dever de cumprir os nossos compromissos, de qualquer ordem, com responsabilidade, com esmero, fazendo a nossa parte e fazendo-a do melhor modo possível, qualquer que seja o campo da atividade humana, conscientizando-nos de que vivemos em regime de interdependência, ou seja, em que todos dependemos uns dos outros, para o equilíbrio e a harmonia das relações sociais, sem a aflição, contudo, de querer consertar os outros ou modificar o mundo.
O sofrimento pode ser conduzido pelo conhecimento e pela força de vontade, assim como pode ser sensivelmente diminuído e, às vezes, até mesmo eliminado, pelo uso da razão.
Com efeito, o uso do raciocínio indica que o ódio, o ciúme, a raiva, a rebeldia, o rancor, a irritação, a violência, etc., só ampliam o sofrimento, criando desarmonia, ou ainda mais desarmonia, na intimidade de cada um, e, com isso, no mínimo, prejudicando a saúde física e mental de quem nutre tais sentimentos.
Logo, parece ser muito mais razoável e sensato enfrentar as dificuldades e padecimentos com resignação, coragem e bom ânimo, a fim de poder removê-los, usando o conhecimento, principalmente o conhecimento sobre nós mesmos, para bem compreender o que se passa e, assim, vencer o sofrimento, avançando contínua e permanentemente.
Também será importante que não agravemos o nosso sofrimento ou a nossa dor, o que facilmente acontece quando se utiliza do tabaco, das bebidas alcoólicas e das drogas, inúmeras vezes responsáveis pelo conduzimento do indivíduo à loucura e ao suicídio e, na melhor das hipóteses, responsáveis pelas graves enfermidades que se instalam em seus usuários, de que são exemplos, entre outros, o câncer de variada espécie, o infarto do miocárdio e outros males cardíacos, além de outras tantas e inúmeras doenças que carcomem a criatura, física e moralmente.
Neste passo, convém salientar que o maior antídoto para o sofrimento e a dor é o Amor, sem qualquer dúvida, a Lei Maior da Vida.
A ausência de amor a Deus, ao próximo ou a si mesmo, produz insatisfação, desajuste, desequilíbrio, fatores de doenças e sofrimentos.
Como bem o salienta Joanna de Ângelis, Espírito, no livro Plenitude, “A vida é impossível sem o amor, dinâmico, que induz à ação construtiva, responsável pelo progresso”, acrescentando que “O Bem anula o mal e suas conseqüências”, para enfatizar ainda e oportunamente que “As ações meritórias fazem cessar o sofrimento: silêncio ante as ofensas, perdão às agressões e esquecimento do mal”.
Assim sendo, destas ligeiras considerações sobre assunto tão complexo e extenso, pode-se concluir claramente a razão pela qual o ensino máximo de Jesus de Nazaré, o Cristo, modelo e guia da Humanidade, nosso mestre e amigo de todas as horas, está consubstanciado na célebre, concisa e absolutamente perfeita sentença, aconselhando que todos nós: “Amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”.

(Jornal Mundo Espírita de Junho de 2000)
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:03

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Sábado, 14 de Agosto de 2010

NÃO DESISTIR JAMAIS

Você já pensou em abandonar algum compromisso, alguma atividade antes de acabá-la, só porque estava difícil demais?
Já se viu desistindo de resolver um grande problema, porque ele se mostrou maior do que você estava disposto a solucionar?
Talvez muitos de nós já tenhamos passado por alguma dessas situações. O de desistir de algo, de algum intento, de algo previamente planejado.
Algumas vezes o motivo é o cansaço, outros o desestímulo, ainda pode ser a falta de perspectiva... Seja qual for a causa, o resultado é sempre o mesmo: tarefa inacabada, tarefa adiada.
Nosso livre-arbítrio nos permite tal ação, mas a resposta da vida será sempre a mesma: em algum momento, nos encontraremos novamente com o compromisso, a fim de concluí-lo.
Quanto mais importante for o compromisso adiado, mais tormentos e dificuldades, e mais energia vai-nos exigir para a sua continuidade.
Será sempre mais trabalhoso retomar o compromisso mais tarde pois, ao abandoná-lo, ele não se extingue, apenas continua lá, do mesmo tamanho e tão desafiador como sempre.
Desses compromissos que, algumas vezes pensamos em adiar, abandonar, fugir, sem dúvida, o maior deles é a própria vida.
Você já se deu conta de que viver é um grande compromisso de nós para conosco mesmo e para com Deus?
Ninguém vive por acaso, por obra do acaso e de maneira aleatória.
A vida de cada um de nós é experiência de extrema importância em nossa história de Espíritos imortais.
A cada vida, um planejamento, uma programação, sob a tutela e os cuidados da Providência Divina, para que tudo ocorra da melhor maneira possível.
Dessa forma, é natural que, para nossa vida, também estejam programados embates, desafios, alguns dissabores... São os resultados do ontem refletindo no hoje.
Mas todas as experiências que a vida nos oportuniza são para aprendizado, nada ao acaso, nada tempo perdido.
Por isso, evadir-se da vida pelo caminho infeliz do suicídio é opção insensata dos que imaginamos que todos os nossos problemas se solucionarão ao darmos as costas para eles.
Os problemas não só continuarão, como estarão aguardando nossas ações para sua solução, em momento oportuno.
É ilusão imaginar que a morte irá trazer a solução dos problemas. Pelos caminhos tristes do suicídio, ela nos trará apenas a decepção para quem se iludiu, imaginando que a vida acaba com a morte do corpo, esquecendo-se que a alma permanece.
Os nossos problemas são os mais adequados para a nossa estrutura emocional e para nossas capacidades.
Ninguém no mundo está abandonado. Deus, como Pai amantíssimo, cuida de cada um de nós, com um desvelo que poucas vezes nos damos conta.
* * *
Se algum dia tal ideia infeliz lhe passou pela cabeça, liberte-se dessa infame ilusão, pois que, por esses caminhos, a morte nada lhe trará a não ser a certeza de que tudo o que você quer abandonar hoje, terá que ser retomado mais tarde, sob a injunção de maiores dificuldades e dores.
Sem dúvida, o dia de hoje, o momento atual, é o mais adequado, favorável e feliz para a solução dos seus problemas.

Redação do Momento Espírita.

PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:01

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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010

ELIAS SUBIU AO CÉU? OU NINGUÉM JAMAIS SUBIU AO CÉU?

 

 

A Bíblia diz que Elias foi para o céu eu vida.  A mesma Bíblia diz que ninguém jamais subiu ao céu? Qual é a verdade?

 

SUBIU...
"E, indo eles caminhando e conversando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho" (II Reis, 2: 11).

OU NÃO?
"Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem." (João, 3:13).
E aí? Onde está a verdade?

“’Não há confirmação irrefutável de que o homem Jesus tenha vivido’, diz Robert Funk, teólogo da Universidade de Montana e um dos bravos acadêmicos do Seminário de Jesus. ‘Existem argumentos propondo que Jesus é a somatória de várias personagens, ou que sua pessoa possa ter sido inflada até chegar à condição de mito’, diz. De fato é preciso se entregar a uma formidável devoção ao fundamentalismo para se acreditar piamente no que a Bíblia contém sobre o assunto. As Escrituras são contraditórias e incompletas. Na verdade, mais simbólicas do que documentais.” (Istoé, 20/12/2000, pág. 60). Aí não é um ateu, mas um teólogo, que reconhece as contradições das escrituras sagradas.
Observe a genealogia de Jesus registrada por Mateus e a escrita por Lucas. Se uma estiver certa, a outra estará errada. Se uma pode estar errada, a outra também pode. Como aceitar que essa palavra divina seja verdade? A palavra inspirada não poderia contradizer-se. Se se contradiz tem tanta segurança como a minha palavra ou a sua, que deve ser verificada. Eu posso pensar que estou dizendo a verdade e estar enganado. Entretanto, tenho a prova de que pelo menos um dos dois evangelistas estava enganado; e com base e muitos estudos realizados, afirmo que todas as duas genealogias são mitos.

 

http://www.joaodefreitas.com.br/elias-subiu-ao-ceu.htm

 

 

 

 

PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 04:35

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ALMAS GÊMEAS

A teoria modernamente divulgada e defendida das almas gêmeas, não encontra base de sustentação no bom-senso, nem na Doutrina Espírita.
Segundo as teorias da Nova Era, Deus teria originariamente criado uma alma para a dividir em duas metades e, tendo-as separado, elas se buscam até voltarem a encontrar-se, ficando a alma novamente completa. Estas almas, sendo gémeas, desde a criação, possuiriam características únicas semelhantes entre si, mas distintas de todas as outras, o que poria em causa o princípio do livre-arbítrio, em que cada um de nós é o único responsável pela sua própria evolução espiritual.
“…não há união particular e fatal, de duas almas. A união que há é a de todos os Espíritos, mas em graus diversos, segundo a categoria que ocupam, isto é, segundo a perfeição que tenham adquirido. Quanto mais perfeitos, tanto mais unidos. Da discórdia nascem todos os males dos humanos; da concórdia resulta a completa felicidade.” In O Evangelho segundo o Espiritismo - Item 298.
Com este tipo de pensamento, (das falsas almas gêmeas) se vêm justificando algumas atitudes precipitadas de divórcio, adultério e outras práticas que, sendo reveladoras de comportamentos exagerados, porque centrados no ego, muitas vezes filhos do orgulho e da incapacidade de doar-se, exigem ainda a aprovação da sociedade a quem este tipo de ideias seduz e liberta da censura da consciência (essa sim, FATAL) que, um dia, não poderá ser silenciada, pois todos respondemos, queiramos ou não, pelos prejuízos causados a outros.
"Em que sentido se deve entender a palavra metade, de que alguns Espíritos se servem para designar os Espíritos simpáticos?
“A expressão é inexata. Se um Espírito fosse a metade do outro, separados os dois, estariam ambos incompletos.”
a) - Podem deixar de ser simpáticos um ao outro dois Espíritos que já o sejam?
“Certamente, se um deles for preguiçoso.” In O Evangelho segundo o Espiritismo - item 299

Como se vê, embora todos nós pertençamos a famílias espirituais, comunguemos de pensamentos e sentimentos similares, teremos sempre de lutar em cada existência pelo nosso aperfeiçoamento individual, sobretudo se essa mesma família espera por nós. E quem não tem um anjo guardião (ou anjo da guarda) que é tão somente um espírito simpático, um pouco mais evoluído a orientar-nos no caminho do bem? Todavia, quando o não ouvimos, ele se cansa e vai embora. Voltará quando nos predispusermos a alterar a nossa vida.
Terminamos esta reflexão, com as belas e sábias palavras de Léon Denis, contemporâneo de Kardec:
“O espírita conhece e compreende a causa de seus males; sabe que todo sofrimento é legítimo e aceita-o sem murmurar; sabe que a morte nada aniquila, que os nossos sentimentos perduram na vida de além-túmulo e que todos os que se amaram na Terra tornam a encontrar-se, libertos de todas as misérias, longe desta lutuosa morada; conhece que só há separação para os maus. Dessas crenças resultam-lhe consolações que os indiferentes e os cépticos ignoram. Se, de uma extremidade a outra do mundo, todas as almas comungassem nessa fé poderosa, assistiríamos à maior transformação moral que a História jamais registrou.”
“Depois da Morte” Léon Denis

http://ideiaespirita.blogspot.com/2007/06/almas-gmeas.html
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:01

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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010

AUTO-ENCONTRO

A ansiosa busca de afirmação da personalidade leva o indivíduo, não raro, a encetar esforços em favor das conquistas externas, que o deixam frustrado, normalmente insatisfeito.
Transfere-se, então, de uma para outra necessidade que se lhe torna meta prioritária, e, ao ser conseguida, novo desinteresse o domina, deixando-o aturdido.
A sucessão de transferências termina por exauri-lo, ferindo-lhe os interesses reais que ficam á margem.
Realmente, a existência física é uma proposta oportuna para a aquisição de valores que contribuem para a paz e a realização do ser inteligente. Isto, porém, somente será possível quando o centro de interesse não se desviar do tema central, que é a evolução.
Para ser conseguida, faz-se imprescindível uma avaliação de conteúdos, a fim de saber-se o que realmente é transitório e o que é de largo curso e duração.
Essa demorada reflexão selecionará os objetivos reais dos aparentes, ensejando a escolha daqueles que possuem as respostas e os recursos plenificadores.
Hoje, mais do que antes essa decisão se faz urgente, por motivos óbvios, pois que, enquanto escasseiam o equilíbrio individual e coletivo, a saúde e a felicidade, multiplicam-se os desaires e as angústias ceifando os ideais de enobrecimento humano.
*
Se de fato andas pela conquista da felicidade, tenta o auto-encontro.
Utilizando-te da meditação prolongada, penetrar-te-ás, descobrindo o teu ser real, imortal, que aguarda ensejo de desdobramento e realização.
Certamente, os primeiros tentames não te concederão resultados apreciáveis.
Perceberás que a fixação da mente na interiorização será interrompida, inúmeras vezes, pelas distrações habituais do intelecto e da falta de harmonia.
Desacostumado a uma imersão, a tua tentativa se fará prejudicada pela irrupção das idéias arquivadas no inconsciente, determinantes de tua conduta inquieta, irregular, conflitiva.
*
Concordamos que a criatura é conduzida, na maior parte das vezes, pelo inconsciente, que lhe dita o pensamento e as ações, como resultado normal das próprias construções mentais anteriores.
A mudança de hábito necessita de novo condicionamento, a fim de mergulhares nesse oceano tumultuado, atingindo-lhe o limite que concede acesso às praias da harmonia, do auto descobrimento, da realização interior.
Nessa façanha verás o desmoronar de muitas e vazias ambições, que cultivas por ignorância ou má educação; o soçobrar de inúmeros engodos; o desaparecer de incontáveis conflitos que te aturdem e devastam.
Amadurecerás lentamente e te acalmarás, não te deixando mais abater pelo desânimo, nem exaltar pelo entusiasmo dos outros.
Ficarás imune à tentação do orgulho e à pedrada da inveja, à incompreensão gratuita e à inimizade perseguidora, porque somente darás atenção à necessidade de valorização do ser profundo e indestrutível que és.
Terminarás por te venceres, e essa será a tua mais admirável vitória.
Não cesses, portanto, logo comeces a busca interior, de dar-lhe prosseguimento se as dificuldades e distrações do ego se te apresentarem perturbadoras.

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos Enriquecedores.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1994.
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 16:29

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Domingo, 8 de Agosto de 2010

A FORÇA DO AMOR

Amigos e irmãos, abraço-os fervorosamente.

Nesta oportunidade, desejo compartilhar com os companheiros um fato relacionado ao suicídio que resultou numa serie de ações, desenvolvidas ao longo de 18 meses, aproximadamente, mas cujo desfecho superou todas as expectativas, mesmo as inimagináveis.

As regiões de sofrimento onde vivem os suicidas, de todas as categorias, são inúmeras e vastas nos planos do Espírito. brotam de um dia para outro, pois os excessos da Humanidade tem reduzido o tempo de reencarnação para um numero significativo de pessoas. Os atentados contra a manutenção da saúde, mental e psicológica atingem cifras realmente assustadoras.

A campanha EM DEFESA DA VIDA, conduzida pelos Espíritas, é ação que ameniza a situação. Mas algo mais intenso e abrangente, que envolva a sociedade, urge ser desenvolvido.

Assim, passamos ao nosso relato.

Localizamos em determinado nicho, em nosso plano, uma comunidade de suicidas vivendo em situação precária, em todos os aspectos. Chamava a nossa atenção que tal reduto de dor nunca reduzia de tamanho. Ao contrario, contabilizávamos um numero crescente, dia após dia. Procurando analisar a problemática por todos os seus ângulos, verificamos que no local, incrustado em espaço de difícil acesso, existia uma espécie de “escola” – se este é o nome que se pode utilizar – cujos integrantes se especializaram em indução ao suicídio: técnicas, recursos e equipamentos sofisticados eram desenvolvidos para que encarnados cometessem suicídio.

O suicida era, então, conduzido à instituição e, sob tortura, a alma sofredora fornecia elementos mentais que serviam de alimento à manutenção de diferentes desarmonias que conduzem o homem ao desespero.

Fomos surpreendidos pela existência de tal organização e estarrecidos diante do fato, de como a alienação, associada a maldade, pode desestruturar o ser humano.

Após tomar conhecimento dos detalhes, um plano de trabalho foi definido, depois que um mensageiro de elevada região veio até nós.

Durante algum tempo pelejamos para sermos adequadamente preparados, inclusive aprendendo a liberar vibrações mais sublimadas, a fim de fornecer a matéria mental e sentimentos puros que pudessem erguer um campo de força energético ao redor do local.

Almas devotas estiveram conosco permanentemente, instruindo-nos, fortificando-nos e nos revelando a excelsitute do amor. Entretanto, era preciso fazer algo mais. Desfazer a organização não representaria, em principio, maiores problemas; o desafio seria convencer os instrutores a não fazer mais aquele tipo de maldade. Várias tentativas foram enviadas, neste sentido. Orientadores esclarecidos da Vida Maior foram rejeitados e até ridicularizados. Nada conseguíamos com os dirigentes daquela instituição, voltada para a prática do suicídio.

Mas, a vitoria chegou, gloriosa, no final da tarde de domingo último, (1) quando, convidados a participar do encerramento do Congresso, aqueles dirigentes presenciaram a luminosidade do amor. Conseguiram, finalmente, ver o significado da vida, a sua importância e fundamentos.

Foram momentos de grande emoção que envolveu a todos nós, quando um nesga de luz desceu sobre os encarnados e desencarnados no exato instante em que todos, em ambos os planos da vida, se deram as mãos e cantaram em prol da paz.

A nesga de luz se alargou, cresceu, envolveu a todos. A força do amor jorrou plena e, em sublime explosão, rompeu o ar, circulou sobre a cabeça de todos, espalhou-se como poderosa onda para o além do recinto, ganhando a cidade.

Brasília se nimbou de luz, no ar, no solo, nas águas. À nossa visão estupefata e maravilhada parecia que uma nova estrela estava surgindo. Os seres da Criação, vegetais, animais e hominais, os elementos inertes, rochas e minerais, as construções humanas, prédios, edifícios, avenidas, bancos, repartições publicas e privadas, residências, tudo enfim, foi banhado por luz pura e cristalina que jorrava do alto.

Célere, a bela luminosidade espalhou do coração da Pátria para todos os recantos do Brasil, das Américas, da Europa, África, mais além, no Extremo e Médio Oriente, atingindo a todos os continentes, países e cidades. Alcançou os polos do Planeta, girou, em bailado sublime, por breves minutos ao redor da Terra e se prolongou mais além, em direção ao infinito.

Jesus tinha se aproximado do Planeta, em brevíssima visita de luz, amor e compaixão.

Jamais presenciei tanta beleza e tanta paz!

Com afeto.

Yvonne Pereira.
Mensagem recebida por Marta Antunes de Moura, na Federação Espírita Brasileira em 22 de Abril de 2010.
Reformador Ago.2010

(1) Domingo, 18 de Abril de 2010: dia do encerramento do 3º Espírita Brasileiro. Todos os presentes cantavam, emocionados, a musica pela paz.

PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 00:44

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