Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

CELIBATO, MONOGAMIA E POLIGAMIA

Que requisitos deve preencher uma pessoa que se propõe a ser um “condutor de almas”, assim entendido aquele que se dedica a ensinar os valores espirituais eternos, que tornam a criatura melhor e a aproximam do Criador?

Na atualidade, ainda se acredita que tais pessoas devam revestir a aura de pureza ou “santidade” e ser submetidas aos rigores do celibatarismo, em renúncia a muitos prazeres da vida, inclusive às alegrias do casamento, da prole. Onde, porém, encontrar, na Terra – planeta de provas e expiações – ministros religiosos com tais predicados, em número suficiente para encetar tarefa de tamanha envergadura, perante bilhões de almas em evolução, ainda encarceradas nas teias da ignorância?

Jesus, em seu ministério de amor e libertação, jamais preconizou tal exigência como condição absoluta para os trabalhadores do bem, tanto que escolheu como seus seguidores diretos pessoas comuns como nós, de todas as classes sociais, solteiros ou casados. Ao tratar da Lei de Reprodução, no Livro Terceiro, capítulo IV, questões698 a 701, de O Livro dos Espíritos, Kardec também questionou os Espíritos superiores sobre o celibato, a monogamia e a poligamia, recebendo dos mentores celestes respostas lógicas e consistentes.

A palavra celibato provém do latim cælibatus, definido literalmente como “não casado”, nome utilizado para designar uma pessoa que se mantém solteira, mas que não está compromissada com a castidade ou impedida de ter relações sexuais. Comumente, porém, a palavra é associada à condição da pessoa que optou pela abstinência [jejum] sexual, que decidiu não se casar para assumir outro compromisso, como acontece, por exemplo, no caso de certos religiosos. O celibato, especialmente no Ocidente, no seio do catolicismo, é um cânone ao qual deve aderir, obrigatoriamente, todo aquele que opta pela carreira eclesiástica. Muitos religiosos, sobretudo quando são jovens, não raro influenciados pela família, pela sociedade, acreditam que terão condições de suportar uma vida de castidade, mas depois de ordenados não se adaptam aos hábitos monásticos. Ocorre que o celibato obrigatório, em oposição às leis naturais, nem sempre contempla as necessidades íntimas de cada um. É que a pessoa pode, eventualmente, ter vocação para ser um excelente religioso, mas não suportar a vida celibatária.

Não são poucos os religiosos, sobretudo do sexo masculino, que abandonam a carreira eclesiástica para se casarem.Autodenominam--se “padres casados”, e muitos deles continuam ministrando ofícios religiosos, à margem do Clero. São também chamados de “egressos” e, pelo que consta, em sua grande maioria, dão exemplos de conduta cristã em família. De acordo com o site da “Associação Rumos – Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados”, com sede em Brasília (DF), a entidade “não é um grupo de contestação contra a Igreja Católica Romana ou qualquer autoridade eclesiástica”. O objetivo da instituição é buscar o “diálogo com as instituições, Organismos Religiosos e Sociais, dentro de uma perspectiva ecumênica”, bem assim obter o “reconhecimento do ministério dos padres casados, a implantação do celibato opcional na Igreja Católica Romana e a valorização do papel da mulher na Igreja”.1 Segundo seus organizadores, os padres casados estão em toda parte. Formam um exército de pelo menos 100 mil homens, 5% deles no Brasil. [...] Por terem contraído matrimônio, com ou sem a necessária dispensa do compromisso do celibato concedida unicamente pelo papa, esses homens foram excluídos do ministério sacerdotal, não por vontade própria, mas por imposição de uma disciplina multissecular.2 Reportagem publicada em conhecida revista de circulação nacional alerta que o conflito com o celibato na Igreja Católica é um dos grandes desafios do sacerdócio. Perturba os padres há séculos e continua sendo um dos problemas mais sérios do Vaticano.3

Existem aqueles que realmente estão em condições espirituais de subjugar o instinto sexual pelo exercício do amor universal. Essas pessoas, voluntariamente, vivenciam a castidade e optam pela abstinência do sexo para se dedicarem mais intensamente ao cumprimento de tarefas nobres, seja no campo intelectual, seja no assistencial ou religioso, sem que com isso tenham descompensações graves na área afetiva, capazes de lhes tirarem o equilíbrio, apesar das severas tentações que muitas vezes experimentam.

Mencione-se como exemplo Francisco Cândido Xavier e Madre Teresa de Calcutá, entre tantos outros missionários das mais diversas atividades humanas, inclusive nas áreas científica e filosófica, os quais renunciaram à vida conjugal em benefício da Humanidade. Nesses missionários, não se estancou o fluxo das energias criadoras do sexo, que foram direcionadas para outros objetivos nobres. Qualquer pessoa, principalmente o jovem solteiro, o homem ou a mulher solitários, o viúvo, independente de sua evolução, pode canalizar suas energias criadoras para o esporte, para as artes, para a caridade, para o trabalho edificante, como forma de atenuar as labaredas dos instintos que ainda se hospedam no animal racional.

Apesar de ser um ardoroso defensor da castidade, o apóstolo Paulo deu a entender que o celibato não era para todos, indistintamente, tanto que ressalvou, na 1a Epístola aos Coríntios (7:9): “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se”. O celibato imposto é uma distorção que tem levado muitos religiosos a abandonar as fileiras do sacerdócio. Outros, apesar de permanecerem reclusos nos conventos e nas igrejas, pelos mais diversos motivos, tornam-se infelizes e estão sujeitos a desregramentos sexuais lamentáveis, com grande desprestígio para o movimento religioso a que se vincularam e em prejuízo deles próprios, conduta que provoca desarmonias e perturbações de toda ordem.

Desse modo, o celibatarismo em si não é um ato meritório, podendo sê-lo, entretanto, quando a opção é tomada em prol da Humanidade, com a finalidade de ser útil ao próximo, sem ideias egoístas, como fez Padre Germano, que honrou a batina até o fim, servindo aos pobres e aos humildes.4

Essa constatação, porém, não exclui os efeitos positivos do ascetismo consciente, no plano individual, muitas vezes escolhido pelo Espírito antes da encarnação como forma de conquistar a autodisciplina ou como forma de resgatar débitos do pretérito: [...] Todo sacrifício pessoal, tendo em vista o bem e sem qualquer ideia egoísta, eleva o homem acima da sua condição material.5

Em outro extremo, encontramos a poligamia que, como o nome indica, é a união conjugal de uma pessoa com várias outras, pertencendo ao gênero do qual é espécie a poliginia e a poliandria.A poliginia serve para designar a união de um homem com muitas mulheres. No mesmo padrão, temos a poliandria, que é a união de uma mulher com vários homens. A monogamia, por seu lado, expressa a cultura em que o homem e a mulher têm apenas um cônjuge. No Planeta, mais especificamente na África e no Oriente, ainda existem povos que cultuam a poligamia, cuja extinção vem ocorrendo gradualmente, com o passar dos milênios, o que caracteriza o fim de um ciclo de etapas do progresso humano.

Embora em alguns casos imposta sob rótulos religiosos, trata-se de uma cultura protegida, em determinados países, pela legislação transitória dos homens, costume proveniente das eras remotas, em que prevalecia o estado de natureza, e também das sociedades patriarcais e matriarcais da Antiguidade, em que se exacerbavam os instintos animais, favorecendo a promiscuidade sexual. Por fim, o casamento monogâmico deve fundar-se na afeição dos seres que se unem, o que já não ocorre na poligamia, em que não existe afeição real, mas apenas sensualidade. A monogamia, portanto, é a união mais em consonância com a lei do progresso, porque estimula o aperfeiçoamento dos laços de sentimento entre o casal. Para servir a Deus, entretanto, não importa se somos adeptos dessa ou daquela religião. O que interessa mesmo é o cultivo sincero da conduta ética em sintonia com os ensinos do Cristo que se refletem no pensamento atribuído a Gandhi: “Sê tu a mudança que queres ver no mundo”.

Reformador Nov.2010

1 Disponível em:
[Error: Irreparable invalid markup ('<http:>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

<div style="text-align: justify;">Que requisitos deve preencher uma pessoa que se propõe a ser um “condutor de almas”, assim entendido aquele que se dedica a ensinar os valores espirituais eternos, que tornam a criatura melhor e a aproximam do Criador?</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Na atualidade, ainda se acredita que tais pessoas devam revestir a aura de pureza ou “santidade” e ser submetidas aos rigores do celibatarismo, em renúncia a muitos prazeres da vida, inclusive às alegrias do casamento, da prole. Onde, porém, encontrar, na Terra – planeta de provas e expiações – ministros religiosos com tais predicados, em número suficiente para encetar tarefa de tamanha envergadura, perante bilhões de almas em evolução, ainda encarceradas nas teias da ignorância?</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Jesus, em seu ministério de amor e libertação, jamais preconizou tal exigência como condição absoluta para os trabalhadores do bem, tanto que escolheu como seus seguidores diretos pessoas comuns como nós, de todas as classes sociais, solteiros ou casados. Ao tratar da Lei de Reprodução, no Livro Terceiro, capítulo IV, questões698 a 701, de O Livro dos Espíritos, Kardec também questionou os Espíritos superiores sobre o celibato, a monogamia e a poligamia, recebendo dos mentores celestes respostas lógicas e consistentes.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">A palavra celibato provém do latim cælibatus, definido literalmente como “não casado”, nome utilizado para designar uma pessoa que se mantém solteira, mas que não está compromissada com a castidade ou impedida de ter relações sexuais. Comumente, porém, a palavra é associada à condição da pessoa que optou pela abstinência [jejum] sexual, que decidiu não se casar para assumir outro compromisso, como acontece, por exemplo, no caso de certos religiosos. O celibato, especialmente no Ocidente, no seio do catolicismo, é um cânone ao qual deve aderir, obrigatoriamente, todo aquele que opta pela carreira eclesiástica. Muitos religiosos, sobretudo quando são jovens, não raro influenciados pela família, pela sociedade, acreditam que terão condições de suportar uma vida de castidade, mas depois de ordenados não se adaptam aos hábitos monásticos. Ocorre que o celibato obrigatório, em oposição às leis naturais, nem sempre contempla as necessidades íntimas de cada um. É que a pessoa pode, eventualmente, ter vocação para ser um excelente religioso, mas não suportar a vida celibatária.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Não são poucos os religiosos, sobretudo do sexo masculino, que abandonam a carreira eclesiástica para se casarem.Autodenominam--se “padres casados”, e muitos deles continuam ministrando ofícios religiosos, à margem do Clero. São também chamados de “egressos” e, pelo que consta, em sua grande maioria, dão exemplos de conduta cristã em família. De acordo com o site da “Associação Rumos – Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados”, com sede em Brasília (DF), a entidade “não é um grupo de contestação contra a Igreja Católica Romana ou qualquer autoridade eclesiástica”. O objetivo da instituição é buscar o “diálogo com as instituições, Organismos Religiosos e Sociais, dentro de uma perspectiva ecumênica”, bem assim obter o “reconhecimento do ministério dos padres casados, a implantação do celibato opcional na Igreja Católica Romana e a valorização do papel da mulher na Igreja”.1 Segundo seus organizadores, os padres casados estão em toda parte. Formam um exército de pelo menos 100 mil homens, 5% deles no Brasil. [...] Por terem contraído matrimônio, com ou sem a necessária dispensa do compromisso do celibato concedida unicamente pelo papa, esses homens foram excluídos do ministério sacerdotal, não por vontade própria, mas por imposição de uma disciplina multissecular.2 Reportagem publicada em conhecida revista de circulação nacional alerta que o conflito com o celibato na Igreja Católica é um dos grandes desafios do sacerdócio. Perturba os padres há séculos e continua sendo um dos problemas mais sérios do Vaticano.3</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Existem aqueles que realmente estão em condições espirituais de subjugar o instinto sexual pelo exercício do amor universal. Essas pessoas, voluntariamente, vivenciam a castidade e optam pela abstinência do sexo para se dedicarem mais intensamente ao cumprimento de tarefas nobres, seja no campo intelectual, seja no assistencial ou religioso, sem que com isso tenham descompensações graves na área afetiva, capazes de lhes tirarem o equilíbrio, apesar das severas tentações que muitas vezes experimentam.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Mencione-se como exemplo Francisco Cândido Xavier e Madre Teresa de Calcutá, entre tantos outros missionários das mais diversas atividades humanas, inclusive nas áreas científica e filosófica, os quais renunciaram à vida conjugal em benefício da Humanidade. Nesses missionários, não se estancou o fluxo das energias criadoras do sexo, que foram direcionadas para outros objetivos nobres. Qualquer pessoa, principalmente o jovem solteiro, o homem ou a mulher solitários, o viúvo, independente de sua evolução, pode canalizar suas energias criadoras para o esporte, para as artes, para a caridade, para o trabalho edificante, como forma de atenuar as labaredas dos instintos que ainda se hospedam no animal racional.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Apesar de ser um ardoroso defensor da castidade, o apóstolo Paulo deu a entender que o celibato não era para todos, indistintamente, tanto que ressalvou, na 1a Epístola aos Coríntios (7:9): “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se”. O celibato imposto é uma distorção que tem levado muitos religiosos a abandonar as fileiras do sacerdócio. Outros, apesar de permanecerem reclusos nos conventos e nas igrejas, pelos mais diversos motivos, tornam-se infelizes e estão sujeitos a desregramentos sexuais lamentáveis, com grande desprestígio para o movimento religioso a que se vincularam e em prejuízo deles próprios, conduta que provoca desarmonias e perturbações de toda ordem.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Desse modo, o celibatarismo em si não é um ato meritório, podendo sê-lo, entretanto, quando a opção é tomada em prol da Humanidade, com a finalidade de ser útil ao próximo, sem ideias egoístas, como fez Padre Germano, que honrou a batina até o fim, servindo aos pobres e aos humildes.4 </div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Essa constatação, porém, não exclui os efeitos positivos do ascetismo consciente, no plano individual, muitas vezes escolhido pelo Espírito antes da encarnação como forma de conquistar a autodisciplina ou como forma de resgatar débitos do pretérito: [...] Todo sacrifício pessoal, tendo em vista o bem e sem qualquer ideia egoísta, eleva o homem acima da sua condição material.5</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Em outro extremo, encontramos a poligamia que, como o nome indica, é a união conjugal de uma pessoa com várias outras, pertencendo ao gênero do qual é espécie a poliginia e a poliandria.A poliginia serve para designar a união de um homem com muitas mulheres. No mesmo padrão, temos a poliandria, que é a união de uma mulher com vários homens. A monogamia, por seu lado, expressa a cultura em que o homem e a mulher têm apenas um cônjuge. No Planeta, mais especificamente na África e no Oriente, ainda existem povos que cultuam a poligamia, cuja extinção vem ocorrendo gradualmente, com o passar dos milênios, o que caracteriza o fim de um ciclo de etapas do progresso humano.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Embora em alguns casos imposta sob rótulos religiosos, trata-se de uma cultura protegida, em determinados países, pela legislação transitória dos homens, costume proveniente das eras remotas, em que prevalecia o estado de natureza, e também das sociedades patriarcais e matriarcais da Antiguidade, em que se exacerbavam os instintos animais, favorecendo a promiscuidade sexual. Por fim, o casamento monogâmico deve fundar-se na afeição dos seres que se unem, o que já não ocorre na poligamia, em que não existe afeição real, mas apenas sensualidade. A monogamia, portanto, é a união mais em consonância com a lei do progresso, porque estimula o aperfeiçoamento dos laços de sentimento entre o casal. Para servir a Deus, entretanto, não importa se somos adeptos dessa ou daquela religião. O que interessa mesmo é o cultivo sincero da conduta ética em sintonia com os ensinos do Cristo que se refletem no pensamento atribuído a Gandhi: “Sê tu a mudança que queres ver no mundo”.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Reformador Nov.2010</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">1 Disponível em: <http: dos.org="" sobre="" www.padrescasa="">. Acesso em 26/8/2010.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">2 Disponível em: <http: 872="" archives="" casados.org="" www.padres="">. Acesso em 26/8/2010.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">3 LIMA, Maurício. Amores proibidos. In: Revista VEJA, São Paulo, Ed. Abril, ano 32, ed. 1.584, n. 6, p.79, 10 fev. 1999.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">4 SOLER, Amalia Domingo. Fragmentos das memórias do Padre Germano. Pelo Espírito Padre Germano. Trad. Manuel Quintão. 1.reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2008.</span></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">5 KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Comentário de Kardec à q. 699.</span></div>
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 23:03

LINK DO POST | favorito
Comentar:
De
  (moderado)
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Este Blog tem comentários moderados

(moderado)
Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres

 



O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

.MAIS SOBRE MIM

.PESQUISAR NESTE BLOG

 

.Abril 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27

.POSTS RECENTES

. FÉ RACIOCINADA

. COISAS TERRÍVEIS E INGÊNU...

. CAIM FUNDOU UMA CIDADE SE...

. OS HERÓIS DA ERA NOVA

. CONFLITOS E PERFEIÇOAMENT...

. GRATIDÃO: UM NOVO OLHAR S...

. PERDÃO DE DEUS

. A FÉ: MÃE DA ESPERANÇA E ...

. NO CRISTIANISMO RENASCENT...

. EM PAUTA – A TRISTE FESTA

.arquivos

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Outubro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds