Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

SUPORTAR NOSSA CRUZ

A cruz do Cristo é a do exemplo e do sacrifício, induzindo-nos à subida espiritual, nos domínios da elevação.
A nossa, porém, será, sobretudo, nós em nós mesmo.
Agüentar-nos como temos sido nas múltiplas existências passadas.
Carregar-nos com as imperfeições e dívidas que inadvertidamente acumulamos; entretanto, agradecendo e abençoando a lixívia de suor e pranto no resgate ou na tribulação com que as extirparemos.
*
Em muitos episódios difíceis da existência, consideramos demasiadamente amargo o cálice da prova redentora que se nos destina, mas, de maneira geral, não é a medicação providencial nele contida que nos aflige e sim a nossa própria debilidade em aceita-la.
Em numerosas crises do mundo, julgamos excessivamente pesada a carga dos desenganos que nos fustigam o espírito; no entanto, não é o volume das desilusões educativas, que nos são indispensáveis, aquilo que nos faz vergar os ombros da alma e sim o nosso orgulho ferido a se nos esfoguear por dentro do coração.
*
Suportar a nossa cruz será tolerar as tendências inferiores que ainda nos caracterizam, sem acalenta-las, mas igualmente sem condenar-nos, por isso, diligenciando esgotar em serviço, em paciência, em serenidade e em abnegação a sucata de sombras que ainda transportamos habitualmente no fundo das nossas atividades de auto-aprimoramento ou reabilitação.
*
Chorar, em muitas ocasiões, mas nunca desesperarmos.
Errar ainda vezes muitas, no entanto, retificar-nos, em todos os lances da estrada, tantas vezes quantas se fizerem necessárias.
*
Reconhecer-nos no espelho da própria consciência, resignar-nos com as nódoas e cicatrizes emocionais da culpa que ainda se nos estampam na face espiritual e acatar no trabalho e no sofrimento a presença de cirurgiões divinos, cujo esforço nos regenerará os tecidos sutis da alma, preparando-nos e instruindo-nos para o Mundo Melhor.
*
Suportar nossa cruz jamais será maldize-la ou lamenta-la e sim acolher-nos imperfeitos como ainda somos, perante Deus, mas procurando, por todos os meios justos, melhorar-nos e burilar-nos, avançando sempre, mesmo que vagarosamente, milímetro por milímetro, nos caminhos de ascensão para a Vida Eterna.

Livro : “Rumo Certo” – Chico Xavier – Emmanuel
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 14:09

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SUPORTAR NOSSA CRUZ

A cruz do Cristo é a do exemplo e do sacrifício, induzindo-nos à subida espiritual, nos domínios da elevação.
A nossa, porém, será, sobretudo, nós em nós mesmo.
Agüentar-nos como temos sido nas múltiplas existências passadas.
Carregar-nos com as imperfeições e dívidas que inadvertidamente acumulamos; entretanto, agradecendo e abençoando a lixívia de suor e pranto no resgate ou na tribulação com que as extirparemos.
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Em muitos episódios difíceis da existência, consideramos demasiadamente amargo o cálice da prova redentora que se nos destina, mas, de maneira geral, não é a medicação providencial nele contida que nos aflige e sim a nossa própria debilidade em aceita-la.
Em numerosas crises do mundo, julgamos excessivamente pesada a carga dos desenganos que nos fustigam o espírito; no entanto, não é o volume das desilusões educativas, que nos são indispensáveis, aquilo que nos faz vergar os ombros da alma e sim o nosso orgulho ferido a se nos esfoguear por dentro do coração.
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Suportar a nossa cruz será tolerar as tendências inferiores que ainda nos caracterizam, sem acalenta-las, mas igualmente sem condenar-nos, por isso, diligenciando esgotar em serviço, em paciência, em serenidade e em abnegação a sucata de sombras que ainda transportamos habitualmente no fundo das nossas atividades de auto-aprimoramento ou reabilitação.
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Chorar, em muitas ocasiões, mas nunca desesperarmos.
Errar ainda vezes muitas, no entanto, retificar-nos, em todos os lances da estrada, tantas vezes quantas se fizerem necessárias.
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Reconhecer-nos no espelho da própria consciência, resignar-nos com as nódoas e cicatrizes emocionais da culpa que ainda se nos estampam na face espiritual e acatar no trabalho e no sofrimento a presença de cirurgiões divinos, cujo esforço nos regenerará os tecidos sutis da alma, preparando-nos e instruindo-nos para o Mundo Melhor.
*
Suportar nossa cruz jamais será maldize-la ou lamenta-la e sim acolher-nos imperfeitos como ainda somos, perante Deus, mas procurando, por todos os meios justos, melhorar-nos e burilar-nos, avançando sempre, mesmo que vagarosamente, milímetro por milímetro, nos caminhos de ascensão para a Vida Eterna.

Livro : “Rumo Certo” – Chico Xavier – Emmanuel
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 14:09

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

FÉ E AÇÃO

“Não basta dizer – Senhor! Senhor!” – equivale a assegurar que a fé não satisfaz, só por si, em nossa suspirada ascensão às bênçãos da vida imperecível.
Observações simples da experiência vulgar, confirmam-nos o asserto.
O edifício para erguer-se com segurança exige plano adequado, mas não basta o projeto valioso para que a obra se concretize.
O lavrador sem a preparação justa do campo, não se abalançará naturalmente à sementeira, mas não vale tão somente o amanho do solo para que a colheita farta lhe coroe a tarefa.
No levantamento da casa, é imperioso que o arquiteto mobilize com atenção os materiais e instrumentos imprescindíveis, aproveitando a cooperação de braços obedientes, a fim de que a construção se materialize e, na lavoura comum, é indispensável que o operário da gleba se consagre ao suor, dia a dia, com a sustentação da semente escolhida, para que o pão, mais tarde, lhe sirva à mesa.
Nas esferas do espírito prevalecem os mesmos princípios e vigem as mesmas leis.
*
Cada criatura renasce na carne com um plano de ação a executar nas linhas do Eterno Bem.
Não bastará se refugie na certeza da Bondade Divina, para atender às obrigações que lhe cabem.
Não é suficiente a visão do Céu para equacionar as exigências do aprimoramento a que deve afeiçoar-se na Terra.
É inadiável a consagração de cada um de nós à obra viva da própria iluminação, para que a nossa confiança não seja infortunado jardim e entorpecer-se nas trevas.
*
Compreendamos que se Jesus admitisse a fé inoperante como penhor de vitória na vida, não teria descido da Glória Celestial para sofrer o convívio humano, testemunhando no próprio sacrifício as suas grandes lições!...
E, abraçando o serviço da redenção que nos é necessária, estejamos empenhados à edificação do bem de todos, porque ajudar a todos é auxiliar a nós próprios e educar-nos, - a preço de trabalho e abnegação, - e acender em favor dos outros, com a sublimação de nós mesmos, a bênção da própria luz.
________
Maurice Maeterlinck em “Sur la vie”:
A felicidade raras vezes está ausente. Nós é que não damos pela sua presença.
(Francisco Cândido Xavier, por Emmanuel. Do livro Escrínio de Luz)
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:18

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FÉ E AÇÃO

“Não basta dizer – Senhor! Senhor!” – equivale a assegurar que a fé não satisfaz, só por si, em nossa suspirada ascensão às bênçãos da vida imperecível.
Observações simples da experiência vulgar, confirmam-nos o asserto.
O edifício para erguer-se com segurança exige plano adequado, mas não basta o projeto valioso para que a obra se concretize.
O lavrador sem a preparação justa do campo, não se abalançará naturalmente à sementeira, mas não vale tão somente o amanho do solo para que a colheita farta lhe coroe a tarefa.
No levantamento da casa, é imperioso que o arquiteto mobilize com atenção os materiais e instrumentos imprescindíveis, aproveitando a cooperação de braços obedientes, a fim de que a construção se materialize e, na lavoura comum, é indispensável que o operário da gleba se consagre ao suor, dia a dia, com a sustentação da semente escolhida, para que o pão, mais tarde, lhe sirva à mesa.
Nas esferas do espírito prevalecem os mesmos princípios e vigem as mesmas leis.
*
Cada criatura renasce na carne com um plano de ação a executar nas linhas do Eterno Bem.
Não bastará se refugie na certeza da Bondade Divina, para atender às obrigações que lhe cabem.
Não é suficiente a visão do Céu para equacionar as exigências do aprimoramento a que deve afeiçoar-se na Terra.
É inadiável a consagração de cada um de nós à obra viva da própria iluminação, para que a nossa confiança não seja infortunado jardim e entorpecer-se nas trevas.
*
Compreendamos que se Jesus admitisse a fé inoperante como penhor de vitória na vida, não teria descido da Glória Celestial para sofrer o convívio humano, testemunhando no próprio sacrifício as suas grandes lições!...
E, abraçando o serviço da redenção que nos é necessária, estejamos empenhados à edificação do bem de todos, porque ajudar a todos é auxiliar a nós próprios e educar-nos, - a preço de trabalho e abnegação, - e acender em favor dos outros, com a sublimação de nós mesmos, a bênção da própria luz.
________
Maurice Maeterlinck em “Sur la vie”:
A felicidade raras vezes está ausente. Nós é que não damos pela sua presença.
(Francisco Cândido Xavier, por Emmanuel. Do livro Escrínio de Luz)
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 20:18

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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

TAREFA ESPÍRITA

Todas as obras efetuadas realmente, em nome do Cristo, na Terra, excetuada a nossa humana participação, que habitualmente lhes desfigura a santidade e a beleza, são grandes e respeitáveis.

Sublimes foram todas as vidas asfixiadas no martírio e no sangue para que as sementes do Evangelho Redentor alcançassem a Humanidade e abençoado tem sido todo o esforço sincero na preservação dos tesouros da Boa Nova, seja ele realizado nas sombras do claustro ou no ambiente liberatório e reformista da praça pública.

Todos os cooperadores fiéis de Jesus refletem-LHE a Soberana Grandeza, merecendo, por isso, a nossa veneração.

A tarefa, porém, dos espíritas na atualidade, segundo cremos, dentro da condição de herdeiros de Sua Luz, reveste-se de considerável importância, de vez que, exumaram do tempo o Evangelho simples e puro, a despertar-lhe o coração para novo tipo de luta.

Não apenas o testemunho confessional que lhes revele o modo de sentir ou de crer...

Não somente o culto exterior, quase sempre inútil, por vezes, repleto de sugestões valiosas...

Não apenas a oratória que defina os méritos do Senhor e LHE proclame os dons Excelsos...

Não somente a arte, emoldurando-LHE as manifestações para uso dos outros...

Não apenas o trabalho intelectual que esclarece a mente e prepara a convicção...

Mas, sobretudo, a propaganda de Jesus nas próprias vidas, para que a leitura da exemplificação convença e tranquilize, liberte e renove a eira do mundo...

Para isso, a palavra, a fé, o entusiasmo e a monumentalização da beneficência humana são convocados, mas, acima de tudo, a esse material e imprescindível oferecer ao Senhor, na pessoa dos semelhantes, o próprio coração em forma de amor puro e serviço incessante, sem desânimo e sem desespero, na certeza de que todos somos ovelhas do Divino Pastor, que somente nos pede submissão, em favor da própria felicidade, no grande caminho de retorno à Glória Celestial.


Da Obra “A Verdade Responde” –
Espíritos: Emmanuel E André Luiz –
Médium: Francisco Cândido Xavier
tags:
PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 17:47

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TAREFA ESPÍRITA

Todas as obras efetuadas realmente, em nome do Cristo, na Terra, excetuada a nossa humana participação, que habitualmente lhes desfigura a santidade e a beleza, são grandes e respeitáveis.

Sublimes foram todas as vidas asfixiadas no martírio e no sangue para que as sementes do Evangelho Redentor alcançassem a Humanidade e abençoado tem sido todo o esforço sincero na preservação dos tesouros da Boa Nova, seja ele realizado nas sombras do claustro ou no ambiente liberatório e reformista da praça pública.

Todos os cooperadores fiéis de Jesus refletem-LHE a Soberana Grandeza, merecendo, por isso, a nossa veneração.

A tarefa, porém, dos espíritas na atualidade, segundo cremos, dentro da condição de herdeiros de Sua Luz, reveste-se de considerável importância, de vez que, exumaram do tempo o Evangelho simples e puro, a despertar-lhe o coração para novo tipo de luta.

Não apenas o testemunho confessional que lhes revele o modo de sentir ou de crer...

Não somente o culto exterior, quase sempre inútil, por vezes, repleto de sugestões valiosas...

Não apenas a oratória que defina os méritos do Senhor e LHE proclame os dons Excelsos...

Não somente a arte, emoldurando-LHE as manifestações para uso dos outros...

Não apenas o trabalho intelectual que esclarece a mente e prepara a convicção...

Mas, sobretudo, a propaganda de Jesus nas próprias vidas, para que a leitura da exemplificação convença e tranquilize, liberte e renove a eira do mundo...

Para isso, a palavra, a fé, o entusiasmo e a monumentalização da beneficência humana são convocados, mas, acima de tudo, a esse material e imprescindível oferecer ao Senhor, na pessoa dos semelhantes, o próprio coração em forma de amor puro e serviço incessante, sem desânimo e sem desespero, na certeza de que todos somos ovelhas do Divino Pastor, que somente nos pede submissão, em favor da própria felicidade, no grande caminho de retorno à Glória Celestial.


Da Obra “A Verdade Responde” –
Espíritos: Emmanuel E André Luiz –
Médium: Francisco Cândido Xavier
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

VERDUGOS DA ALMA!

A Terra é uma grande e abençoada escola, em cujas classes e cursos, nos matriculamos, solicitando – quando já possuímos a graça do conhecimento – as lições necessárias à nossa sublimação.
Todas as matérias que constituem o patrimônio do educandário, se aproveitadas por nossa alma, podem conduzir-nos aos resultados que nos propomos atingir.
Não existe, porém, ensinamento gratuito para a comunidade dos aprendizes.
Cada aquisição tem o preço que lhe corresponde.
A provação da riqueza é sedutora, mas repleta de perigos cruéis.
A passagem na pobreza é simples e enternecedora, contudo oferece tentação permanente ao extremo desespero.
O estágio na beleza física é fascinante, entretanto, mostra escuros abismos ao coração desavisado.
A demora no poder é expressiva, todavia, atrai dificuldades que podem comprometer o nosso próprio futuro.
O ingresso na cultura da inteligência favorece a posse de verdadeiros tesouros; no entanto, nesse setor, o orgulho e a vaidade representam impertinentes verdugos da alma.
A estação de calmaria na vida familiar é tempo doce e agradável ao espírito, mas aí, dentro, no oásis do carinho, a sombra do egoísmo pode enganar-nos o coração.
Em qualquer parte onde estiverdes, acordai para o bem! ...
Recordai que o ouro e a intelectualidade, os títulos e as honras, as aflições e os sofrimentos, as posses e os privilégios são meros acidentes no longo e abençoado caminho evolutivo.
Lembrai-vos de que a vida é a eternidade em ascensão e não vos esqueçais de que, em qualquer condição, só no cultivo do amor puro, conseguireis edificar para a luz da imortalidade.
Emmanuel - Francisco Cândido Xavier - Livro Inspiração
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 02:57

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VERDUGOS DA ALMA!

A Terra é uma grande e abençoada escola, em cujas classes e cursos, nos matriculamos, solicitando – quando já possuímos a graça do conhecimento – as lições necessárias à nossa sublimação.
Todas as matérias que constituem o patrimônio do educandário, se aproveitadas por nossa alma, podem conduzir-nos aos resultados que nos propomos atingir.
Não existe, porém, ensinamento gratuito para a comunidade dos aprendizes.
Cada aquisição tem o preço que lhe corresponde.
A provação da riqueza é sedutora, mas repleta de perigos cruéis.
A passagem na pobreza é simples e enternecedora, contudo oferece tentação permanente ao extremo desespero.
O estágio na beleza física é fascinante, entretanto, mostra escuros abismos ao coração desavisado.
A demora no poder é expressiva, todavia, atrai dificuldades que podem comprometer o nosso próprio futuro.
O ingresso na cultura da inteligência favorece a posse de verdadeiros tesouros; no entanto, nesse setor, o orgulho e a vaidade representam impertinentes verdugos da alma.
A estação de calmaria na vida familiar é tempo doce e agradável ao espírito, mas aí, dentro, no oásis do carinho, a sombra do egoísmo pode enganar-nos o coração.
Em qualquer parte onde estiverdes, acordai para o bem! ...
Recordai que o ouro e a intelectualidade, os títulos e as honras, as aflições e os sofrimentos, as posses e os privilégios são meros acidentes no longo e abençoado caminho evolutivo.
Lembrai-vos de que a vida é a eternidade em ascensão e não vos esqueçais de que, em qualquer condição, só no cultivo do amor puro, conseguireis edificar para a luz da imortalidade.
Emmanuel - Francisco Cândido Xavier - Livro Inspiração
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

NO TEMPLO DA CARNE

O corpo físico é sempre o equipamento de ação que o espírito – romeiro do progresso – é capaz de receber com proveito, consoante as necessidades e méritos que lhe caracterizam a experiência.
Qual acontece, na esfera humana, em que se atribuirá a cada criatura o instrumento que possa manejar para o bem comum, cada espírito, em se materializando na Terra, usa o veículo carnal que lhe seja adequado à luta imprescindível.
Entre os homens não se confiará o leme da usina elétrica ao adolescente irresponsável, nem se colocará o explosivo, destinado a cinzelar as formas da natureza, nas mãos da criança, incapaz de apreender-lhe o perigo.
Ninguém se lembrará de entregar o tesouro da coletividade ao delinqüente que a penitenciária recolhe, nem se dará o tribunal à cabeça do analfabeto.
Assim é que na reencarnação, cada alma detém os recursos que mereceu.
É por isso que, embora identificados na espécie, não existem dois corpos humanos perfeitamente iguais.
A justiça funciona para cada ser, na pauta dos prêmios que conquista ou dívidas que amontoa.
Conserva a tua vestimenta de carne, acima de tudo, o uniforme de trabalho que o Senhor te concede à vida para que te refaças do passado obscuro na direção de luminoso porvir.
Ainda mesmo agravado de achaques ou deformado por dolorosas mutilações, incompleto ou enfermiço, aleijado ou desagradável à vista, teu corpo é bênção de Deus em teu próprio favor, buril com que te cabe aprender e servir, sofrer e lutar, dignamente, aprimorando a própria alma que, um dia, se quiseres viver no padrão de Jesus, comparecerá, liberada em pleno Céu, na condição de obra-prima.
Emmanuel
Livro Mãos Marcadas - Psicografia de Francisco Cândido Xavier
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PUBLICADO POR SÉRGIO RIBEIRO às 01:57

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NO TEMPLO DA CARNE

O corpo físico é sempre o equipamento de ação que o espírito – romeiro do progresso – é capaz de receber com proveito, consoante as necessidades e méritos que lhe caracterizam a experiência.
Qual acontece, na esfera humana, em que se atribuirá a cada criatura o instrumento que possa manejar para o bem comum, cada espírito, em se materializando na Terra, usa o veículo carnal que lhe seja adequado à luta imprescindível.
Entre os homens não se confiará o leme da usina elétrica ao adolescente irresponsável, nem se colocará o explosivo, destinado a cinzelar as formas da natureza, nas mãos da criança, incapaz de apreender-lhe o perigo.
Ninguém se lembrará de entregar o tesouro da coletividade ao delinqüente que a penitenciária recolhe, nem se dará o tribunal à cabeça do analfabeto.
Assim é que na reencarnação, cada alma detém os recursos que mereceu.
É por isso que, embora identificados na espécie, não existem dois corpos humanos perfeitamente iguais.
A justiça funciona para cada ser, na pauta dos prêmios que conquista ou dívidas que amontoa.
Conserva a tua vestimenta de carne, acima de tudo, o uniforme de trabalho que o Senhor te concede à vida para que te refaças do passado obscuro na direção de luminoso porvir.
Ainda mesmo agravado de achaques ou deformado por dolorosas mutilações, incompleto ou enfermiço, aleijado ou desagradável à vista, teu corpo é bênção de Deus em teu próprio favor, buril com que te cabe aprender e servir, sofrer e lutar, dignamente, aprimorando a própria alma que, um dia, se quiseres viver no padrão de Jesus, comparecerá, liberada em pleno Céu, na condição de obra-prima.
Emmanuel
Livro Mãos Marcadas - Psicografia de Francisco Cândido Xavier
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